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Vereador Prof. André Luis preside última reunião da Comissão Especial das Causas Indígenas de 2023

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No sábado, 09 de dezembro, a Comissão Especial das Causas Indígenas realizou sua quinta e última reunião de 2023. Os vereadores Professor André Luis e Coronel Villsanti, respectivamente, presidente e vice-presidente, conduziram a reunião.

A criação da comissão especial foi um encaminhamento feito durante audiência pública de propositura do vereador André Luis que tratava de políticas públicas nas aldeias indígenas de Campo Grande. Posteriormente, a mesa Diretora da Câmara publicou o ato no Diário do Legislativo criando o colegiado.

Desde a criação da comissão, foram realizadas 5 reuniões que trataram de temas diversos. Durante todo o segundo semestre deste ano, a comunidade indígena de Campo Grande trouxe várias demandas à Casa de Leis. Regularização fundiária das aldeias Água Funda e Jardim Inápolis, saúde indígena, economia, criação de uma escola indígena, inserção da pauta indígena no Plano Plurianual, Lei Orçamentária Anual e Lei de Diretrizes Orçamentárias do município e implantação do conselho comunitário de segurança indígena foram alguns dos pontos abordados durante as reuniões.

O projeto de lei 11.062/23 também foi criado com base em relatos de participantes dos encontros. De autoria do vereador Prof. André Luis, o projeto dispõe sobre a obrigatoriedade de intérpretes e tradutores indígenas nos atendimentos prestados por órgãos públicos no município de Campo Grande. Segundo indígenas da capital, a comunicação é um problema para aqueles que não falam português, principalmente os mais idosos, o que estaria prejudicando o acesso a serviços básicos como saúde.

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“Em Campo Grande, nós temos aproximadamente 900 mil habitantes e, desses, cerca de 20 a 25 mil são indígenas e muitos não falam português. Por isso, é importante esse aprimoramento da comunicação entre os órgãos públicos e a população indígena. Acredito que nosso projeto de lei irá ajudá-los na garantia e acesso a direitos fundamentais”, ressaltou o vereador Professor André Luis.

Durante a reunião de encerramento do ano, também houve a entrega de documento assinado por diversas lideranças indígenas da capital que pedem a elaboração, aprovação e instituição da Política Municipal dos Direitos dos Povos Indígenas de Campo Grande para disciplinar assuntos relacionados a saúde, educação, habitação, produção, economia, trabalho e renda das populações indígenas.

Para André Luis o balanço é positivo “Foi período de muito trabalho. Avançamos muito com as reuniões da comissão esse ano. Agora, com mais experiência na causa, tenho certeza de que avançaremos muito mais em 2024. Inclusive, já formalizei ao presidente da Câmara, o Carlão, que a comissão seja instituída de forma permanente. Hoje, a comissão tem status de especial, mas eu e o Villasanti queremos garantir que a causa indígena tenha a devida atenção ao longo dos anos.”

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Assessoria de Imprensa do Vereador

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Carnaval 2026: Com investimento recorde, Campo Grande espera atrair 100 mil foliões

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Capital sul-mato-grossense se prepara para viver o maior Carnaval de sua história. Com um investimento público de R$ 2,6 milhões — o dobro do valor aplicado no ano passado —, o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande consolidam a festa como um potente motor da economia criativa e do turismo.

A expectativa é que mais de 100 mil pessoas passem pelos blocos de rua e pela passarela do samba na Praça do Papa entre os dias 16 e 17 de fevereiro.

O Dobro do Investimento: Foco na Economia e Cultura

O aporte financeiro robusto reflete uma mudança de estratégia: tratar o Carnaval como um “produto único”. Ao integrar o desfile das escolas de samba e os blocos de rua, o estado busca atrair turistas do interior e de estados vizinhos.

Para o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o recurso é um investimento com retorno garantido. “Temos orgulho desse aporte, que traz valorização da nossa cultura e geração de renda imediata para o comércio, hotelaria e setor de serviços”, pontuou durante coletiva no MIS.

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Programação e Estrutura

O investimento viabiliza uma logística de grande porte, incluindo palcos, som, iluminação e esquemas de segurança reforçados para as famílias.

  • Desfiles das Escolas de Samba: Dias 16 e 17 de fevereiro, na Praça do Papa (Vila Sobrinho).

  • Blocos de Rua: Programação por diversos pontos da cidade, com foco na inclusão e acessibilidade.

  • Valorização Artística: Realização da Mostra das Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural, destacando o trabalho dos carnavalescos locais.

Carnaval Inclusivo e Seguro

Representantes da Lienca (Liga das Escolas de Samba) e do ABC (Aglomerado de Blocos de Rua) destacaram que a parceria com o poder público permitiu planejar uma festa mais organizada. Thallyson Perez, presidente do ABC, reforçou que a estrutura deste ano foi desenhada para atender a diversidade do público campo-grandense.

“O Carnaval é um patrimônio imaterial. Este ano trazemos novidades em pautas sociais de inclusão, garantindo que a festa seja para todo mundo”, afirmou Perez.

Resumo da Folia na Capital

Item Detalhes
Público Estimado +100 mil foliões
Investimento Estadual R$ 2,6 milhões (Recorde)
Datas Principais 16 e 17 de fevereiro (Desfiles)
Local dos Desfiles Praça do Papa
Impacto Econômico Comércio, Hotelaria e Gastronomia
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