BEM-ESTAR MS
Saúde de MS agora pode ser monitorada online por todos
BEM-ESTAR MS
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul lançou uma nova ferramenta online, o Painel Mais Saúde, que permite à população acompanhar a situação da saúde no estado. O site, que pode ser acessado por qualquer pessoa em mais.saude.ms.gov.br, mostra dados importantes em tempo real.
Com o Painel Mais Saúde, você pode verificar:
- Ocupação de leitos em hospitais, tanto clínicos quanto de UTI.
- Casos de doenças, como a COVID-19, com informações sobre confirmados, suspeitos, recuperados e óbitos, detalhados por idade, sexo, cidade e outras informações.
- Disponibilidade de vagas em hospitais.
- Taxa de isolamento social, dados sobre violência, vacinação e até vacinação de animais de estimação.
- Documentos oficiais da SES, como decretos e orientações.
De acordo com Marcos Espíndola, da SES, a ferramenta foi criada para ser fácil de usar e transparente. Ela começou a ser desenvolvida durante a pandemia da COVID-19 para fornecer informações rápidas e confiáveis, e agora se tornou uma fonte permanente sobre a saúde pública em Mato Grosso do Sul.
O Painel Mais Saúde é alimentado com informações de hospitais, do SUS e dos bancos de dados da própria secretaria. Ele ajuda tanto o cidadão a acompanhar a realidade da saúde quanto os gestores a criarem políticas públicas mais eficientes.
A plataforma foi desenvolvida pela própria equipe da SES, sem custos extras, e continua sendo atualizada para incluir ainda mais informações, como dados sobre atendimento básico de saúde, filas de espera e consultas médicas.
Qualquer pessoa pode acessar o site de computadores, celulares ou tablets, e baixar os dados para uso em pesquisas, trabalhos ou notícias. O objetivo é que a população tenha mais controle e que a gestão da saúde seja cada vez mais baseada em dados reais.
BEM-ESTAR MS
Operação Chikungunya: MS entra em estado de alerta e reforça ofensiva na Grande Dourados
Governo do Estado abre leitos exclusivos, traz vacina inédita em caráter piloto e intensifica o fumacê para conter o avanço das arboviroses.
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), elevou o nível de resposta para frear o avanço da chikungunya no estado. Com atenção total voltada para a região de Dourados, onde o cenário epidemiológico exige cautela, o Estado montou uma verdadeira “operação de guerra” que une assistência médica, alta tecnologia laboratorial e controle de vetores.
“Estamos atuando de forma coordenada, com monitoramento diário e ampliação da capacidade de atendimento. É uma resposta estruturada para garantir cuidado à nossa gente”, afirmou o secretário de Saúde, Maurício Simões Corrêa.
As 5 frentes da ofensiva contra a Chikungunya:
Vacinação Estratégica: Após articulação direta com o Ministério da Saúde, o MS receberá a vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto, focada especialmente nas populações em maior risco.
Reforço Hospitalar: Abertura imediata de 15 leitos exclusivos em Dourados para casos moderados e graves, garantindo que ninguém fique sem assistência.
Ação em Territórios Indígenas: Uma força-tarefa atua diretamente nas comunidades com instalação de estações disseminadoras de larvicidas e capacitação de agentes locais.
Cerco ao Mosquito: Intensificação do fumacê (UBV pesado) e uso de bombas costais motorizadas para eliminar focos em pontos estratégicos.
Monitoramento de Elite: Ativação da Sala de Situação e do Centro de Operações de Emergência (COE) para reuniões diárias e análise de dados em tempo real pelo Lacen.
Presença no campo
A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, tem acompanhado as equipes técnicas pessoalmente em Dourados para alinhar as estratégias de busca ativa por focos e orientação à população. A integração entre o Estado, o município e órgãos federais como a SESAI e o DSEI é o que garante que a ajuda chegue com rapidez às áreas mais vulneráveis.
Fique atento! Febre alta de início súbito e dores intensas nas articulações são os principais sintomas da chikungunya. Em caso de suspeita, procure a unidade de saúde mais próxima e não se automedique.
