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Dengue e Chikungunya: Mato Grosso do Sul antecipa ofensiva contra o Aedes aegypti em 2026
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Com a chegada do período de maior risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), mobilizou uma estratégia de guerra para evitar o agravamento das doenças sazonais. O plano para 2026 foca em tecnologia de monitoramento, novas metodologias de combate e uma parceria estreita com os 79 municípios do estado.
O cenário epidemiológico deste início de ano já acende um alerta: os registros de dengue estão ligeiramente superiores aos do mesmo período de 2025, e a chikungunya já apresenta transmissão ativa em algumas cidades.
Armadilhas e Inovação no Combate
A grande aposta do Estado para este ano é o uso da tecnologia para mapear e eliminar o vetor de forma mais inteligente:
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Ovitrampas: Em fase final de instalação em todo o estado, essas armadilhas funcionam como “sensores” que indicam onde há maior concentração de ovos do mosquito, permitindo ações rápidas e localizadas.
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Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs): Uma tática inovadora onde o próprio mosquito é usado contra a espécie. Ao pousar na estação, ele carrega o larvicida para locais de difícil acesso, como calhas e telhados, eliminando focos que os agentes não conseguiriam ver.
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Borrifação Residual (BRI): Pela primeira vez, todos os municípios executarão a aplicação de inseticidas com efeito duradouro em locais estratégicos e de grande circulação.
Ações nos Municípios e Mutirões Estratégicos
A meta da SES é atingir 100% de cobertura nas visitas domiciliares. O coordenador estadual de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário, ressalta que o foco mudou: agora, os mutirões são baseados em dados. Em vez de apenas recolher lixo, as equipes identificam qual é o criadouro predominante em cada região (como caixas d’água ou fossas) para aplicar a solução correta.
“A proposta é atuar de forma integrada, oferecendo parceria técnica para que as ações sejam executadas de acordo com as diretrizes nacionais e com a realidade de cada local”, explica Mauro Lúcio.
Regra dos 10 Minutos: O Papel da População
Apesar do aparato tecnológico e das equipes de saúde, o Governo reforça que o combate só é vencido com a ajuda da comunidade. A recomendação da secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, é simples e eficaz: dedicar 10 minutos por semana para revisar o quintal e eliminar qualquer acúmulo de água.
Principais focos de atenção:
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Borracharias e ferros-velhos (alvos de fiscalização da Vigilância Sanitária).
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Vasos de plantas, calhas entupidas e garrafas vazias.
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Caixas d’água e tonéis mal vedados.
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Investimento em capital humano impulsiona competitividade e excelência no setor farmacêutico
Em uma indústria marcada por rígida regulamentação, constantes atualizações técnicas e busca por eficiência operacional, a criação de uma cultura de aprendizagem contínua tornou-se requisito essencial de sobrevivência e crescimento. No setor farmacêutico, empresas investem cada vez mais na capacitação de suas equipes para garantir inovação, segurança e relevância no mercado.
Um exemplo prático desse modelo é o Laboratório Teuto, que conta com quase 4 mil colaboradores. A organização integra o desenvolvimento profissional ao seu plano estratégico, priorizando competências técnicas e comportamentais alinhadas aos objetivos do negócio.
O papel da liderança e a andragogia no ambiente corporativo
Segundo Cláudio Louzada, coordenador de treinamentos do Teuto e colaborador da empresa desde 2000, o sucesso do desenvolvimento corporativo depende do envolvimento ativo dos gestores.
“Os processos são contínuos e devem alcançar todos os colaboradores, mas isso só funciona se os líderes assumirem o protagonismo e forem peças-chave no engajamento. Quem vai levar a empresa para esses objetivos são as pessoas”, destaca Louzada.
O executivo ressalta a importância da andragogia (educação voltada para adultos), na qual os profissionais associam o aprendizado direto às suas experiências práticas. Para fixar o conhecimento na memória de longo prazo, a empresa adota metodologias ativas alinhadas ao modelo 70-20-10:
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70% do aprendizado: Prática diária e desafios da rotina de trabalho.
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20% do aprendizado: Troca de experiências e interações entre colegas.
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10% do aprendizado: Treinamentos e cursos formais.
Entre as dinâmicas utilizadas estão simulações de casos reais, conteúdos lúdicos, quizzes e teatralizações de situações do dia a dia da indústria.
Educação corporativa e cultura organizacional
Para dar suporte em escala às capacitações, o laboratório utiliza a Universidade Teuto, plataforma digital de ensino a distância que oferece centenas de cursos gratuitos e específicos. A ferramenta dispõe de salas virtuais por setor e fornece métricas detalhadas sobre o engajamento e desempenho das equipes para apoio à gestão.
Além da infraestrutura digital, a formação de multiplicadores internos desempenha papel central na difusão da cultura da empresa. Louzada pontua que esses profissionais transmitem não apenas o conteúdo técnico, mas também os valores e condutas da organização.
O investimento contínuo na qualificação de pessoal reafirma o compromisso do setor com a precisão e a segurança exigidas pela sociedade, consolidando uma indústria farmacêutica mais sólida, inovadora e alinhada às exigências do mercado.
