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Ciência contra o Crime: Polícia Científica de MS expande banco genético em 170 vezes

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O que antes era uma base de dados modesta transformou-se em uma das ferramentas de investigação mais robustas do país. Em apenas dez anos, a Polícia Científica de Mato Grosso do Sul (PCi-MS) saltou de 32 para 5.443 perfis genéticos cadastrados, um crescimento vertiginoso de 170 vezes que coloca o estado na vanguarda da perícia criminal brasileira.

Além da expansão numérica, o Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF) acaba de renovar sua certificação internacional concedida pelo Gitad (Grupo Ibero-americano de Trabalho em Análise de DNA), garantindo que as provas produzidas aqui seguem o mesmo rigor técnico de laboratórios europeus e norte-americanos.

O DNA como “Célula” da Investigação

A integração à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) já apresenta resultados práticos no combate à impunidade. Atualmente, o estado contabiliza 76 coincidências técnicas (os chamados “matches”), sendo que 25 delas ajudaram a solucionar crimes que cruzam as fronteiras de Mato Grosso do Sul.

Raio-X do Banco Genético (2015-2025):

  • 2015: 32 perfis cadastrados.

  • 2026: 5.443 perfis cadastrados.

  • Eficiência: Índice de correspondência de 1,40% sobre o total inserido.

Rigor Internacional e Segurança Jurídica

A manutenção do selo Gitad não é apenas uma formalidade. Segundo a diretora do IALF, perita criminal Josemirtes Prado da Silva, o laboratório passa por controles externos independentes e periódicos. Esse processo assegura que o DNA coletado em uma cena de crime ou de um condenado seja uma prova inquestionável perante a Justiça.

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As análises abrangem frentes essenciais da segurança pública:

  1. Crimes Sexuais: Identificação de agressores através de vestígios biológicos.

  2. Pessoas Desaparecidas: Cruzamento de dados de familiares para identificação humana.

  3. Condenados: Inserção obrigatória conforme a Lei Federal nº 12.654/2012, criando um histórico para futuros confrontos.

Cooperação Federativa

Diferente das bases de identificação civil (como o RG), o banco genético criminal opera de forma independente e protegida por lei. A integração nacional permite que um vestígio coletado em Campo Grande possa identificar um suspeito detido em outro extremo do país, fortalecendo a rede de segurança de todo o Brasil.

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Investimento em capital humano impulsiona competitividade e excelência no setor farmacêutico

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Em uma indústria marcada por rígida regulamentação, constantes atualizações técnicas e busca por eficiência operacional, a criação de uma cultura de aprendizagem contínua tornou-se requisito essencial de sobrevivência e crescimento. No setor farmacêutico, empresas investem cada vez mais na capacitação de suas equipes para garantir inovação, segurança e relevância no mercado.

Um exemplo prático desse modelo é o Laboratório Teuto, que conta com quase 4 mil colaboradores. A organização integra o desenvolvimento profissional ao seu plano estratégico, priorizando competências técnicas e comportamentais alinhadas aos objetivos do negócio.

O papel da liderança e a andragogia no ambiente corporativo

Segundo Cláudio Louzada, coordenador de treinamentos do Teuto e colaborador da empresa desde 2000, o sucesso do desenvolvimento corporativo depende do envolvimento ativo dos gestores.

“Os processos são contínuos e devem alcançar todos os colaboradores, mas isso só funciona se os líderes assumirem o protagonismo e forem peças-chave no engajamento. Quem vai levar a empresa para esses objetivos são as pessoas”, destaca Louzada.

O executivo ressalta a importância da andragogia (educação voltada para adultos), na qual os profissionais associam o aprendizado direto às suas experiências práticas. Para fixar o conhecimento na memória de longo prazo, a empresa adota metodologias ativas alinhadas ao modelo 70-20-10:

  • 70% do aprendizado: Prática diária e desafios da rotina de trabalho.

  • 20% do aprendizado: Troca de experiências e interações entre colegas.

  • 10% do aprendizado: Treinamentos e cursos formais.

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Entre as dinâmicas utilizadas estão simulações de casos reais, conteúdos lúdicos, quizzes e teatralizações de situações do dia a dia da indústria.

Educação corporativa e cultura organizacional

Para dar suporte em escala às capacitações, o laboratório utiliza a Universidade Teuto, plataforma digital de ensino a distância que oferece centenas de cursos gratuitos e específicos. A ferramenta dispõe de salas virtuais por setor e fornece métricas detalhadas sobre o engajamento e desempenho das equipes para apoio à gestão.

Além da infraestrutura digital, a formação de multiplicadores internos desempenha papel central na difusão da cultura da empresa. Louzada pontua que esses profissionais transmitem não apenas o conteúdo técnico, mas também os valores e condutas da organização.

O investimento contínuo na qualificação de pessoal reafirma o compromisso do setor com a precisão e a segurança exigidas pela sociedade, consolidando uma indústria farmacêutica mais sólida, inovadora e alinhada às exigências do mercado.

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