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Reforço na Saúde: 28 novos veículos para salvar vidas em MS
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O Governo de Mato Grosso do Sul, através da Secretaria de Estado de Saúde (SES), investe R$ 7,5 milhões para reforçar a frota de veículos de saúde em municípios e comunidades indígenas. A iniciativa visa fortalecer o combate a doenças como a dengue e reduzir a mortalidade materna e infantil indígena no estado.
A entrega oficial de 28 veículos, que inclui ambulâncias e caminhonetes, aconteceu nesta sexta-feira (5) em Campo Grande.
Mais Agilidade no Atendimento
A ação inclui a entrega de sete caminhonetes no valor de R$ 1,58 milhão para as secretarias municipais de saúde de Corumbá, Costa Rica, Glória de Dourados, Inocência, Japorã, Jateí e Sonora. Esses veículos irão auxiliar em ações de vigilância e controle de vetores, como o mosquito da dengue.
Além disso, 21 ambulâncias (investimento de R$ 5,95 milhões) foram doadas ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI/MS), com o objetivo de melhorar o transporte de pacientes e equipes médicas. As ambulâncias irão atender polos-base em diversas cidades, como Amambai, Dourados e Miranda.
Segundo Karine Cavalcante da Costa, superintendente de Atenção Primária à Saúde, as ambulâncias são essenciais para um deslocamento mais rápido e seguro. “Elas ampliam a resolutividade da atenção primária e contribuem para a redução da mortalidade materna e infantil, além de melhorar a resposta em situações de urgência”, explica.
Crhistinne Maymone, secretária-adjunta da SES, ressalta que a entrega dos veículos foi planejada para atender às necessidades específicas de cada região. “Estamos garantindo mais agilidade, segurança e capacidade de resposta para salvar vidas em todas as partes do estado”, afirma.
Com informações da Comunicação da SES
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Investimento em capital humano impulsiona competitividade e excelência no setor farmacêutico
Em uma indústria marcada por rígida regulamentação, constantes atualizações técnicas e busca por eficiência operacional, a criação de uma cultura de aprendizagem contínua tornou-se requisito essencial de sobrevivência e crescimento. No setor farmacêutico, empresas investem cada vez mais na capacitação de suas equipes para garantir inovação, segurança e relevância no mercado.
Um exemplo prático desse modelo é o Laboratório Teuto, que conta com quase 4 mil colaboradores. A organização integra o desenvolvimento profissional ao seu plano estratégico, priorizando competências técnicas e comportamentais alinhadas aos objetivos do negócio.
O papel da liderança e a andragogia no ambiente corporativo
Segundo Cláudio Louzada, coordenador de treinamentos do Teuto e colaborador da empresa desde 2000, o sucesso do desenvolvimento corporativo depende do envolvimento ativo dos gestores.
“Os processos são contínuos e devem alcançar todos os colaboradores, mas isso só funciona se os líderes assumirem o protagonismo e forem peças-chave no engajamento. Quem vai levar a empresa para esses objetivos são as pessoas”, destaca Louzada.
O executivo ressalta a importância da andragogia (educação voltada para adultos), na qual os profissionais associam o aprendizado direto às suas experiências práticas. Para fixar o conhecimento na memória de longo prazo, a empresa adota metodologias ativas alinhadas ao modelo 70-20-10:
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70% do aprendizado: Prática diária e desafios da rotina de trabalho.
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20% do aprendizado: Troca de experiências e interações entre colegas.
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10% do aprendizado: Treinamentos e cursos formais.
Entre as dinâmicas utilizadas estão simulações de casos reais, conteúdos lúdicos, quizzes e teatralizações de situações do dia a dia da indústria.
Educação corporativa e cultura organizacional
Para dar suporte em escala às capacitações, o laboratório utiliza a Universidade Teuto, plataforma digital de ensino a distância que oferece centenas de cursos gratuitos e específicos. A ferramenta dispõe de salas virtuais por setor e fornece métricas detalhadas sobre o engajamento e desempenho das equipes para apoio à gestão.
Além da infraestrutura digital, a formação de multiplicadores internos desempenha papel central na difusão da cultura da empresa. Louzada pontua que esses profissionais transmitem não apenas o conteúdo técnico, mas também os valores e condutas da organização.
O investimento contínuo na qualificação de pessoal reafirma o compromisso do setor com a precisão e a segurança exigidas pela sociedade, consolidando uma indústria farmacêutica mais sólida, inovadora e alinhada às exigências do mercado.
