O Consórcio Guaicurus anunciou que vai manter a frota de veículos atual que circulam em Campo Grande e que não tem previsão de troca de ônibus . Apesar de as empresas de ônibus que atendem a Capital receberem até R$ 37 milhões somente este ano de repasses municipais e estaduais, os passageiros devem enfrentar veículos “caindo aos pedaços” por um tempo.
Em 3 de maio, representantes da concessionária se reuniram com a Comissão de Transporte e Trânsito, na Câmara Municipal. Adiado por mais de 15 dias, o encontro tratou sobre melhorias no transporte público da Capital.
Contudo, as empresas destacaram que não há previsão de melhorias. O gerente executivo do Consórcio, Robson Strengari, disse que “não existe prazo ou perspectiva para renovação”.
Além disso, afirmou que são necessários 200 ônibus para renovar a frota que circula na cidade e regularizar a idade de uso, que é de no máximo cinco anos. O próprio representante admitiu que entre os veículos de circulação, existem ônibus que estão há dez anos nas ruas.
Por fim, apontou que um ônibus custa em média R$ 600 mil e que a concessionária “não tem condições de realizar a troca de todos os necessários”. Conforme estabelecido no contrato de concessão, a idade limite da frota é de cinco anos.
Segundo as empresas, são 160 mil viagens diárias para atender os usuários da Capital, que enfrentam os desafios para voltarem das suas atividades profissionais e ate mesmo de compromissos particulares com uma frota com tempo de uso acima do que reza o contrato firmado com a prefeitura .Veículos quebrados, chuva dentro dos ônibus e atrasos são reclamações recorrentes dos passageiros do Consórcio Guaicurus.
“a população sempre pagando e sendo usurpada do seu direito.” declarou Julio Trajano,um dos lideres da região oste de Campo Grande ” é uma palhaçada com a cara da gente que depende dessa porcaria de transporte publico”
disse outra passageira que não quis se identificar vamos ver no que vai dar.
