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Senai MS imprime maquete 3D do Bioparque Pantanal para experiência tátil com deficientes visuais
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A experiência tátil é uma das ferramentas de inclusão e acessibilidade para deficientes visuais que visitam o Bioparque Pantanal. A partir de agora, graças à parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (Senai MS), uma maquete do maior aquário de água doce do mundo, impressa em 3D, está disponível no “Espaço Biotátil” do ponto turístico.
Com o toque das mãos, os visitantes poderão explorar ainda mais o local e conhecer os detalhes do empreendimento por meio das texturas e formas da impressão. O servidor público Richard Rannier foi um dos primeiros a conhecer a nova maquete. Ele disse que gostou muito da experiência de conhecer a estrutura do local: “Pude entender com precisão a forma externa da construção”.
Richard também destacou o fato de a equipe trabalhar com alegria e entusiasmo. “É muito bacana encontrar pessoas que trabalham em algo de que gostam”.

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, falou sobre a parceria com o Senai MS e o que a maquete representa para o trabalho de inclusão realizado no empreendimento.
“Agradecemos a todos os envolvidos na criação da maquete, que, de certa forma, contribuiu para um Bioparque verdadeiramente para todos. Esse recurso garantirá que todos possam se conectar com a beleza arquitetônica do local, independentemente de suas habilidades visuais”.
Além da maquete em 3D, o “Espaço Biotátil” possibilita que deficientes visuais conheçam, pelo tato, diferentes espécies de animais e elementos que compõem a cenografia dos tanques. O local conta com animais taxidermizados, como piranhas, jacarés e cobras.
O diretor regional do Senai MS, Rodolfo Mangialardo, também destacou a importância da parceria e de poder contribuir com a inclusão, fazendo a diferença na experiência de cada visitante.
“Para nós, é uma oportunidade fantástica fazer parte disso. Quero agradecer a oportunidade de estar junto do Bioparque e do Governo do Estado, fazendo algo simples, mas que faça a diferença durante a visita, garantindo que as pessoas deficientes visuais possam sentir onde estão”.
Rosana Moura, Comunicação Bioparque Pantanal
Fotos: Lara Miranda
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.