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RETOMADA DA ECONOMIA: Prefeito lança pacote de obras com R$ 1,3 bilhão em recursos

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No aniversário de 122 anos de Campo Grande, as obras nas sete regiões da cidade ajudam na retomada da economia

Em participação no programa Top Entrevista do topmidianews.com.br desta quinta-feira (19), o prefeito Marquinhos Trad (PSD) falou que R$ 1,3 bilhão será investido em obras nas sete regiões de Campo Grande para a retomada da economia, geração de emprego e qualidade de vida para a população.

No aniversário de 122 anos de Campo Grande, o pacote de obras é um grande salto para o futuro. “A pandemia machucou muito o funcionário, as empresas, a economia sofreu um baque muito grande e era necessário a recuperação de empregos, investimentos e obras em infraestrutura. Vamos entregar asfalto, pavimentação, drenagem, habitação e vamos proporcionar melhorias em todas as regiões e principalmente nos bairros.”

O prefeito afirma que o planejamento sempre deve existir na vida pública e é a chave para o sucesso. Ele reforça que, ao contrário do que muitas vezes é ventilado pela oposição, a gestão está cuidando do Centro sem deixar os bairros de lado.

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O recurso de R$ 1,3 bilhão será investido em cerca de 95% nas regiões do Segredo, Imbirussu, Lagoa, Anhanduizinho, Bandeira e Prosa.

“Nós estamos executando o que foi planejado com muita antecedência. Não se ganha nada em Brasília se não tiver projeto competente. É muito diferente, o que os maldosos dizem que esse R$ 1,3 é para embelezar o Centro. Por favor, não espalhem fake news! O total de 95% desses recursos são para as regiões da cidade que não estão no Centro. Além disso, estão as duas regiões rurais como Rochedinho e Anhanduí.”

Habitação

No dia 28 de agosto, 458 apartamentos do projeto Reviva Mais Campo Grande serão sorteados. A meta esse ano é entregar mais de 700 moradias populares e totalizar 5 mil no cumprimento do mandato.

Melhoria do trânsito

Marquinhos afirmou que a cidade cresceu de forma desordenada e sem planejamento. Agora, existe um aproximado de 560 mil veículos transitando e é necessário melhorias no trânsito. Ele lembrou o período em que a cidade ficou conhecida como “cidade dos buracos” e afirma que a atual gestão refez toda a pavimentação asfáltica.

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Além disso, o gestor afirma que o asfalto chegou a vários bairros das sete regiões da cidade e houve recapeamento de mais de 150 quilômetros de ruas da cidade.

O prefeito destaca a semaforização das rotatórias, elaboração de vias alternativas, onda verde e sinalização nas vias da cidade.

 

 

CREDITO: TOPMIDIANEWS

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Copom aumenta taxa básica de juros para 9,25% ao ano

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Com o aumento da inflação, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou hoje (8) a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro.

Esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Na última reunião, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em outubro, o índice ficou em 1,25%, o maior para o mês desde 2002 (1,31%). Em 12 meses, o IPCA chegou a 10,67%.

Para o mercado financeiro, o IPCA deve chegar a 10,18%, neste ano. Tanto o resultado em 12 meses quanto a previsão para o ano estão acima do teto da meta de inflação para o ano. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite superior é 5,25% e o inferior, 2,25%.

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Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Arte/Agência Brasil

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