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Contrato de Gestão é tema de reunião entre lideranças da Segov e da CGE-MS
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O encontro teve como foco o andamento dos projetos da Controladoria.
Representantes da CGE (Controladoria-Geral do Estado) e da Segov (Secretaria de Governo e Gestão Estratégica) se reuniram terça-feira (11) para discutir e acompanhar os projetos constantes no Contrato de Gestão – modelo de administração pública com o objetivo de promover entregas mais eficientes à sociedade – da controladoria.
O relatório parcial do desenvolvimento dos projetos da instituição foi apresentado pelo controlador-geral0 Carlos Eduardo Girão de Arruda, que destaca o acompanhamento do Contrato de Gestão como um importante mecanismo para verificação do caminho que está sendo percorrido pelo órgão.
“É um processo essencial para que avaliemos como está a execução dos projetos ao longo do ano. Estamos conquistando maturidade, conhecendo melhor as nossas entregas. Sabendo das dificuldades, podemos ajustar melhor o nosso foco para que alcancemos os objetivos traçados”, afirma.
Em relação ao andamento do cumprimento do Contrato de Gestão por parte da CGE-MS, o superintendente de Gestão Estratégica de Mato Grosso do Sul, Thaner Castro Nogueira, apontou que o ritmo dos projetos está dentro do esperado e as entregas são consistentes.
“Eu chamo a atenção para a questão das Cartas de Serviços – que é uma entrega bem importante -, o projeto de validação da auditoria interna, além da dedicação dos gerentes. A maturidade da Controladoria também é destacável. A expectativa é de que a CGE-MS alcance 100% da execução, sempre considerando a necessidade de que os impactos das ações advindas do cumprimento do Contrato de Gestão gerem evidências por meio de indicadores que comprovem a efetividade dessa importante instituição do nosso Estado”, destaca.
Entre os resultados já atingidos pela CGE-MS se destacam a elaboração de material técnico sobre riscos de contratação; certificação de nível 2 do Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM); avanços relativos à elaboração de material sobre compliance; e ampliação do número de escolas participantes do projeto Estudantes no Controle.
“O Contrato de Gestão é estabelecido como uma forma de executarmos tudo o que consta no Plano Plurianual e nas promessas de campanha do Governo”, explicou o chefe da Assessoria de Governança e Comunicação da CGE-MS, Juris Jankauskis Junior, ao comentar sobre o pioneirismo do Estado do Mato Grosso do Sul no estabelecimento desse modelo de compromisso institucional.
Thaiane Firmino, Comunicação CGE-MS
Foto: Thaiane Firmino
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Inteligência artificial transforma a rotina escolar, mas reafirma o papel insubstituível dos professores
O avanço da inteligência artificial (IA) nas salas de aula brasileiras já não é mais uma promessa para o futuro, mas uma realidade consolidada no cotidiano escolar. Em alusão ao Dia Nacional dos Profissionais da Educação, comemorado em 6 de agosto, especialistas e dados do setor debatem como a tecnologia vem remodelando o ensino, otimizando o tempo dos docentes e destacando, mais do que nunca, a importância da mediação humana no aprendizado.
Pesquisa divulgada pelo Observatório Fundação Itaú em parceria com o Equidade.Info revela que 79% dos professores brasileiros já utilizam ferramentas de IA. Desses, 73% recorrem à tecnologia como apoio direto em sala de aula e 83% concordam com seu potencial pedagógico.
Mais tempo para o acolhimento pedagógico
A otimização de rotinas burocráticas e de planejamento é um dos maiores benefícios apontados por educadores. Segundo Cyntia Gomes, especialista em educação e professora de Pedagogia na EAD UniCesumar, a IA atua como uma aliada estratégica para acelerar elaborações que antes exigiam horas de dedicação.
“O uso da IA trouxe mais agilidade para tarefas que antes demandavam muito tempo aos docentes. Essa utilização permite que os profissionais dediquem mais tempo ao que realmente transforma a educação: acompanhar a aprendizagem dos estudantes, promover intervenções pedagógicas, fortalecer o trabalho colaborativo e desenvolver práticas mais significativas”, destaca a professora.
Entre as principais aplicações práticas no planejamento docente estão:
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Elaboração e personalização: Complementação de planos de aula e sequências didáticas.
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Diversificação de níveis: Criação de atividades adaptadas a diferentes graus de complexidade.
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Inclusão: Adaptação de materiais para atender múltiplos perfis e ritmos de aprendizagem.
Apesar das facilidades, Gomes reforça que o controle e a autonomia permanecem estritamente com o educador, que conhece as particularidades e objetivos pedagógicos da turma.
Por que a IA não substituirá o professor?
Diante de um modelo de ensino tradicional que já não atrai totalmente as novas gerações, a educação exige metodologias ativas que desenvolvam o pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho em equipe. No entanto, a figura do professor continua sendo o pilar central desse processo.
A especialista enfatiza que a inteligência artificial carece de competências essencialmente humanas:
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Construção de vínculos afetivos e empatia.
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Compreensão integral do contexto sociocultural do aluno.
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Sensibilidade e discernimento diante de situações imprevistas na rotina escolar.
“A tecnologia não é capaz de tomar decisões sobre as situações diárias do ambiente escolar. A IA vem para ampliar as possibilidades de ensinar e aprender, e não para substituir metodologias consolidadas ou a mediação docente”, pontua Gomes.
Inovação no mercado educacional: formações e assistente virtual
No setor privado, grandes instituições de ensino já integram a IA tanto no suporte acadêmico quanto na gestão administrativa. Um diagnóstico interno da Vitru Educação — mantenedora da UniCesumar — revelou que as ferramentas mais adotadas por seus professores são:
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ChatGPT (89,7%): Utilizado para planejamento, criação de exercícios e pesquisas.
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Gemini (78,2%): Aplicado na organização de arquivos e integração com ecossistema Google.
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Canva IA (38,9%): Empregado na produção ágil de recursos visuais e apresentações.
Para garantir o uso ético e seguro, a instituição oferece formações como o curso gratuito “Educar com IA: Ética, Criatividade e Presença”, além de capacitar os próprios alunos através de uma trilha que confere a Certificação Ethos.IA.
O ecossistema SofIA
Outro grande destaque tecnológico do grupo é a SofIA, uma plataforma desenvolvida pelo VitruLab (núcleo de inovação da companhia). Inicialmente voltada ao suporte institucional e financeiro, a assistente gerou resultados expressivos:
| Métrica de Impacto | Resultado Alcançado |
| Eficiência operacional | Aumento de 9x na capacidade de atendimento |
| Conversão direta de matrículas | 24% dos leads convertidos sem intervenção humana |
| Tempo de resposta | Redução superior a 90% na espera do usuário |
| Agilidade da equipe de vendas | Queda de 89% no tempo médio de atendimento |
Em sua próxima fase de expansão, a SofIA passará a oferecer suporte pedagógico direto aos estudantes, tirando dúvidas sobre as disciplinas cursadas, sempre sob o respaldo de diretrizes institucionais pautadas pela transparência, privacidade e integridade acadêmica.
