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Furacão Henri causa inundações e estragos na chegada aos EUA
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Nova York e outros Estados da costa nordeste enfrentam as consequências da passagem da tempestade.
O furacão Henri atingiu a costa nordeste dos Estados Unidos no domingo (22/8), provocando chuvas fortes, inundações e danos à rede elétrica.
Mais de 120 mil residências e estabelecimentos comerciais, de Boston a Nova York, ficaram sem energia devido à tempestade.
Na tarde de domingo, Henri foi rebaixado para uma tempestade tropical, mas as chuvas continuaram afetando a maior parte da região.
A tempestade atingiu a costa próximo à cidade de Westerly, no Estado de Rhode Island, por volta das 12h15 (horário local), segundo informou o Centro Nacional de Furacões.
Milhões de habitantes de Long Island e do sul da Nova Inglaterra foram alertados sobre a possível ocorrência de ondas costeiras, inundações de rios e canais, quedas de árvores e de energia.
Enquanto isso, mais ao sul do país, no Tennessee, uma série de enchentes repentinas — não associadas ao Henri — deixaram pelo menos 10 mortos e dezenas de desaparecidos, principalmente na área de Nashville.
O presidente americano, Joe Biden, manifestou suas “mais profundas condolências” às vítimas e afirmou que o departamento de calamidades estava pronto para oferecer assistência.
O presidente também aprovou ajuda para os estados de Rhode Island, Connecticut e Nova York, os mais afetados pela chegada de Henri.
“Esta tempestade tem o potencial de ter consequências generalizadas em toda a região, com grandes inundações e quedas de energia que podem afetar centenas de milhares de pessoas”, afirmou Biden.
Centenas de voos foram cancelados nos aeroportos da região de Nova York.
Um show, que acontecia no Central Park de Nova York na noite de sábado, foi interrompido na metade “devido às condições climáticas severas que se aproximavam”, informou a polícia.
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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.
Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.
Expansão em Números
A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:
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Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).
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Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².
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Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.
| Unidade | Empresa Responsável | Investimento |
| Gameleira I | JAC Engenharia Soluções Inteligentes | R$ 22,1 milhões |
| Gameleira II | Poligonal Engenharia e Construções | R$ 21,2 milhões |
| Gameleira III | Engetal Engenharia e Construções | R$ 22,1 milhões |
Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização
Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.
“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.
O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.
Execução e Prazos
A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.
A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.
