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Vereador Professor André Luis propõe medidas eficazes contra o furto de fios de cobre em audiência pública

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Na manhã desta sexta-feira, dia 27 de outubro, o Plenário Oliva Enciso da Câmara Municipal de Campo Grande se tornou palco de debate sobre o crescente problema de furtos de fios de cobre na cidade. O vereador Professor André Luis, preocupado com a situação, propôs uma audiência pública com o tema: “Soluções para comercialização e fiscalização da venda dos fios de cobre”. A audiência foi secretariada pelo vereador Zé da Farmácia, presidente da Comissão Permanente de Meio-Ambiente, sendo a segunda audiência sobre o tema este ano, após uma realizada em maio.

Durante a audiência, o vereador Professor André Luis enfatizou a importância de avaliar a eficácia do Decreto 15.707/23, assinado pela Prefeita Adriane Lopes no último dia 9. O decreto visa regulamentar a punição e intensificar as ações contra a aquisição, estocagem, comercialização, reciclagem, processamento e beneficiamento de materiais metálicos ferrosos sem comprovação de origem. O vereador destacou: “Temos que formar um grupo de trabalho que analise se o decreto está sendo cumprido e se está, de fato, trazendo resultados. Eu entendo que as políticas públicas devem ser voltadas a resultados.”

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Outro ponto enfatizado durante a audiência foi a necessidade de fiscalizações durante a madrugada. O vereador ressaltou relatos de moradores que indicaram que esse é o período de maior atividade dos responsáveis por esse tipo de furto. “As fiscalizações devem ocorrer também durante a madrugada. Já ouvimos diversos relatos de moradores comentando que esse é o período de maior atividade de quem comete esse tipo de furto”, disse o vereador Professor André Luis.

A audiência contou com a participação de autoridades, especialistas em segurança, representantes de companhias de telecomunicações, além de membros da sociedade civil. O debate promoveu a busca por soluções eficazes para lidar com o problema dos furtos de fios de cobre em Campo Grande, visando a proteção do patrimônio público, a segurança dos cidadãos e manutenção de serviços essenciais.

Assista esta audiência pública na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=4Zt4aFOb4Fc

Assessoria de Imprensa do Vereador

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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira

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O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.

Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.

Expansão em Números

A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:

  • Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).

  • Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².

  • Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.

Unidade Empresa Responsável Investimento
Gameleira I JAC Engenharia Soluções Inteligentes R$ 22,1 milhões
Gameleira II Poligonal Engenharia e Construções R$ 21,2 milhões
Gameleira III Engetal Engenharia e Construções R$ 22,1 milhões

Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização

Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.

“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.

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Execução e Prazos

A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.

A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.

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