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Bolsonaristas admitem nos bastidores que ação do PL só serve para estimular protestos

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Nos últimos dias, um ministro do STF avisou a Valdemar Costa Neto que uma ação para questionar o resultado das eleições não teria nenhuma chance de prosperar. O presidente do PL admitiu que sabia disso, mas explicou que seguiria em frente de qualquer maneira. O chefão do partido argumentou que, se ficasse quieto, haveria uma rebelião da bancada bolsonarista da sigla.

Nem mesmo os aliados fiéis de Jair Bolsonaro acreditam que o Tribunal Superior Eleitoral vai mudar o resultado da disputa. A ideia de pedir à corte a anulação de parte dos votos do segundo turno é só uma tentativa de dar verniz político a suspeitas falsas de fraude e estimular novos protestos nas ruas.

Os principais operadores políticos de Bolsonaro trabalham com esse cenário. Numa conversa em Brasília na última segunda-feira (21), parlamentares que frequentam o Palácio da Alvorada reconheceram que a investida do PL não daria em nada, mas seria suficiente para fornecer combustível aos manifestantes.

Alguns dos apoiadores do presidente enxergam nesses movimentos uma espécie de derrota planejada. A provável rejeição do pedido do PL deve ser vendida como uma prova da suposta má vontade do TSE em relação a Bolsonaro e do desinteresse do tribunal em investigações que possam confirmar seu discurso.

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A ação é mais um capítulo do plano telegrafado pelos golpistas ao longo dos últimos anos. Numa entrevista ao SBT em maio, Flávio Bolsonaro disse que a desconfiança em relação às urnas eletrônicas gerava “uma revolta” na população e citou um “perigo de instabilidade” caso permanecessem dúvidas após a votação.

O presidente e seus aliados fizeram questão de fabricar artificialmente essa instabilidade. Ao usar os tribunais para agitar as ruas, Valdemar e outros apoiadores de Bolsonaro se juntam à organização criminosa que cerca quartéis, clama por uma ditadura militar, bloqueia o trânsito de rodovias, incendeia caminhões e trabalha para reverter na marra o resultado da eleição.

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Projeto de MS apoiado pela Fundect representa o Brasil em evento nos Estados Unidos

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Um projeto inovador desenvolvido por estudantes e professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) foi selecionado para representar o Brasil na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira pré-universitária de ciência e engenharia do mundo, que ocorrerá de 10 a 16 de maio em Columbus, Ohio (EUA).

A pesquisa, que propõe o uso de espectroscopia infravermelha para identificar fungos em pastagens do cerrado sul-mato-grossense, foi contemplada pelo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PICTEC), uma iniciativa da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) que apoia projetos científicos em escolas públicas do estado.

O projeto do IFMS, intitulado “Espectroscopia infravermelha por transformada de Fourier como ferramenta para identificação de fungos em pastagens no cerrado sul-mato-grossense”, é coordenado pela professora Grazieli Suszek e desenvolvido pelos estudante José Vitor Balasso e Tailaine Gomes Lima, do curso técnico integrado em Agropecuária do Campus Nova Andradina. A pesquisa busca inovar na detecção de fungos, contribuindo para o manejo agrícola da região.

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A participação na ISEF representa não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido, mas também a importância do apoio institucional proporcionado por programas como o PICTEC, que incentivam a iniciação científica e tecnológica desde a educação básica, promovendo o desenvolvimento de talentos e a valorização da ciência em Mato Grosso do Sul.

O que é o PICTEC?

O PICTEC é um programa da Fundect, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), que visa despertar a vocação científica e tecnológica entre estudantes e professores do ensino médio da Rede Estadual de Ensino, do Instituto Federal e do Colégio Militar de Mato Grosso do Sul.

Na sua quarta edição, o programa ampliou o número de projetos contemplados, passando de 200 para 250, totalizando até 1.250 bolsas distribuídas entre professores e alunos.

Cada projeto é coordenado por um professor que recebe uma bolsa mensal de R$ 800 e pode orientar até quatro estudantes, cada um com bolsa de R$ 400 mensais, durante 12 meses. As áreas de pesquisa abrangem temas como Agronegócio, Bioeconomia, Biotecnologia, Cidades Inteligentes, Energias Renováveis, Biodiversidade, Saúde Animal, Saúde Humana, Tecnologias Sociais e Assistivas.

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Maristela Cantadori, Comunicação Fundect
*com informações do IFMS

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