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Fort Atacadista amplia apoio ao projeto “Mulheres do Nosso Bairro” que irá destinar R$ 1 milhão para empreendedoras
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Atacarejo do Grupo Pereira e Engie Brasil Energia se unem para impulsionar pequenos negócios liderados por mulheres negras, pardas e indígenas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Santa Catarina
O Fort Atacadista, atacarejo do Grupo Pereira, está apoiando o projeto “Mulheres do Nosso Bairro”, realizado pela Engie Brasil Energia. A iniciativa, em sua quarta edição, tem como objetivo impulsionar pequenos negócios, especialmente aqueles liderados por mulheres negras, pardas e indígenas, visando a geração de emprego e renda.
Neste ano, o projeto irá distribuir mais de 1 milhão de reais em recursos para impulsionar 93 iniciativas empreendedoras em 107 cidades de 17 estados brasileiros onde a Engie Brasil Energia possui negócios. Cada projeto selecionado receberá um subsídio no valor de R$ 10 mil para apoiar o crescimento de seus negócios.
O Fort Atacadista, sétimo maior grupo supermercadista do Brasil, está diretamente ligado ao público do projeto, as transformadoras: pequenas empreendedoras que compram matéria-prima no Fort e transformam em lanches, doces para festas, bolos, refeições, entre outros. Por isso, a empresa considera fundamental participar de uma iniciativa que oferece auxílio de investimento e capacitação para essas empreendedoras.
Cláudia Plentz, coordenadora nacional de marketing do Fort Atacadista, destaca a importância da iniciativa. “O projeto está diretamente ligado a um público que frequenta nossas lojas no dia a dia. Por isso faz todo sentido para nós participarmos de uma iniciativa como esta, que contempla não somente um auxílio de investimento em infraestrutura para o negócio como também a capacitação destas empreendedoras”, afirma.
Esta é a segunda edição consecutiva em que o Fort Atacadista apoia o programa “Mulheres do Nosso Bairro”. No ano passado, a rede apoiou o projeto exclusivamente no estado de Santa Catarina. Já neste ano, ampliou sua participação para contemplar também as empreendedoras nas cidades de Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), onde o Fort está presente.
Segundo Cláudia Plentz, os valores do projeto estão alinhados com os do Grupo Pereira. “Buscamos colaborar com a sociedade por meio de programas de sustentabilidade e responsabilidade social, que são a base de nossa agenda ESG”, destaca.
Como participar do programa?
As empreendedoras interessadas em participar do programa podem se inscrever até o dia 10 de novembro por meio do site https://mulheresdonossobairro.com.br/. O edital do programa está disponível no mesmo site.
Serviço:
Programa “Mulheres do Nosso Bairro” da Engie Brasil Energia
Inscrições até 10 de novembro de 2023
Site: https://mulheresdonossobairro.com.br/
Foto: Imagem de Freepik
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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.
Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.
Expansão em Números
A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:
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Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).
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Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².
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Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.
| Unidade | Empresa Responsável | Investimento |
| Gameleira I | JAC Engenharia Soluções Inteligentes | R$ 22,1 milhões |
| Gameleira II | Poligonal Engenharia e Construções | R$ 21,2 milhões |
| Gameleira III | Engetal Engenharia e Construções | R$ 22,1 milhões |
Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização
Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.
“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.
O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.
Execução e Prazos
A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.
A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.
