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Carteira Digital de Trânsito agora permite identificar condutor infrator
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Carteira Digital de Trânsito agora permite identificar condutor infratorNova funcionalidade do aplicativo agiliza processo e dispensa comparecimento presencial aoDemtran ou Detran
A partir de agora, identificar o condutor infrator de um veículo ficou mais fácil e prático com a
Carteira Digital de Trânsito (CDT). A nova funcionalidade do aplicativo, lançada no dia 1º de
fevereiro, permite indicar o verdadeiro responsável pela infração, sem a necessidade de
comparecimento presencial ao órgão autuador.
Antes, essa tarefa demandava tempo e deslocamento até o Departamento Municipal de
Trânsito e Transporte (Demtran) ou ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do
Sul (Detran). Agora, com o uso da CDT, proprietários e condutores podem resolver a questão
diretamente pelo celular.
Segundo Roberto Ginel, titular da Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Nova
Andradina, responsável pelo Demtran, a nova funcionalidade agiliza o processo e dispensa a
burocracia presencial. Basta que ambos, proprietário e infrator, tenham o aplicativo instalado
para realizar a indicação e o aceite da infração.
O serviço está disponível tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas, facilitando a vida de
todos os condutores e proprietários de veículos. O processo é simples e pode ser realizado
através de alguns cliques no aplicativo CDT, conforme instruções fornecidas.
Ginel destacou que a medida visa proporcionar mais comodidade aos cidadãos, que não
precisarão mais se deslocar até o Demtran e Detran. Qualquer orientação adicional pode ser
obtida no Departamento Municipal de Trânsito e Transporte ou através dos canais de
atendimento disponíveis.
Mato Grosso do Sul é o segundo Estado a aderir a essa tecnologia, o que se deve muito a um
esforço de equipes técnicas do Detran-MS, Serpro (Serviço Federal de Processamento de
Dados) e Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito).
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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.
Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.
Expansão em Números
A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:
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Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).
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Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².
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Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.
| Unidade | Empresa Responsável | Investimento |
| Gameleira I | JAC Engenharia Soluções Inteligentes | R$ 22,1 milhões |
| Gameleira II | Poligonal Engenharia e Construções | R$ 21,2 milhões |
| Gameleira III | Engetal Engenharia e Construções | R$ 22,1 milhões |
Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização
Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.
“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.
O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.
Execução e Prazos
A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.
A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.
