SAÚDE
SES imuniza mais de 2 mil pessoas em “Drive-thru da Vacinação” durante o Dia D contra influenza
SAÚDE
A mobilização do Dia D de Vacinação contra a Influenza, dentro da programação do Dia Nacional pelo Ministério da Saúde, imunizou 2.090 pessoas no sábado (11), em Campo Grande.
A iniciativa promovida pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e conter a disseminação do vírus, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, foi realizada pelo Drive-thru de Vacinação no Corpo de Bombeiros, proporcionando mais uma opção para a população, principalmente na região central da Capital.
A campanha, que ocorre em todo o país, aconteceu na véspera do Dia das Mães, reforçando o convite à população para cuidar da própria saúde e de seus entes queridos. E foi isso que a família da publicitária Anahy Dávalo Orácio fez. Anahy, o marido Carlos Eduardo Oracio e o filho do casal, Inácio Dávalo Orácio, de 6 anos, foram se vacinar no drive demonstrando a importância da prevenção e o cuidado mútuo de proteção contra a gripe.
“Aproveitamos o final de semana para vir todo mundo junto e fazer nossa parte. O importante é desafogar a ocupação dos leitos hospitalares. Sabemos que a vacinação é fundamental para nos proteger e, especialmente, dar mais proteção aos mais vulneráveis, como os idosos, as crianças e portadores de comorbidades”, enfatiza Anahy.

De acordo com o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, a vacinação é fundamental para evitar complicações causadas pela gripe e reduzir a sobrecarga nos serviços de saúde. Ele explica que em Campo Grande a imunização está aberta, por meio de decreto, para toda a população a partir de 6 meses.
“Estamos em um período de maior circulação de vírus respiratórios. A vacina é segura, eficaz e salva vidas. Esperamos que a população aproveite o sábado para se proteger e atualizar sua caderneta de vacinação”, destaca.
O coordenador da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, ressaltou a necessidade da população estar imunizada para evitar casos graves de influenza que possam evoluir e necessitem de internação.
“É necessário que a gente promova a vacinação. Observamos uma alta incidência da síndrome respiratória aguda grave fazendo uma pressão hospitalar muito grande, porque nós temos baixa cobertura vacinal. Com o incentivo à vacinação pelos mutirões e drives, a gente consegue chegar à população ampliando a cobertura vacinal e assim prevenir os casos graves, reduzindo as internações e evitar óbitos. Costumo dizer que a vacina é um muro que separa o caso leve, do grave e da morte. Quem está vacinado tem esse muro”, alerta.

Nesse sentido, o casal de aposentados Isac Pontes e Maria Lúcia Aguera, sabe bem da importância de estarem protegidos, já que possuem comorbidades. “Sou cardíaco e minha esposa além de cardíaca é diabética. Temos consciência de que se não estivermos imunizados, podemos sofrer com formas mais graves de gripe e outras doenças, por isso sempre estamos com nossas vacinas atualizadas”, disse Isac.
A vacinação em Campo Grande está aberta para toda a população com idade a partir de 6 meses, porém é recomendado que os grupos prioritários se vacinem preferencialmente.
São eles: trabalhadores da Saúde; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e de salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores dos Correios; trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso); trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
A SES aplicou mais de 10 mil doses na campanha deste ano e reforça a importância da população aderir à vacinação. A estrutura no quartel dos Bombeiros foi organizada para garantir conforto e agilidade, com fluxo contínuo de atendimento durante todo o dia até às 18h.
Helton Davis, Comunicação SES
Fotos: Helton Davis
SAÚDE
Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS
A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).
“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.
Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.
“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.
A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.
“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.
Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.
“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.
Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.
“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.
Macrorregiões
Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados











