TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

SAÚDE

Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS

Publicados

SAÚDE

A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).

“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.

Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.

“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.

Leia Também:  Saúde de MS aplica 360 doses no 1º dia de "Drive-thru de Vacinação" contra Influenza

A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.

“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.

Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.

“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.

Leia Também:  Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul completa 25 anos de história

Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.

“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.

Macrorregiões

Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Governo de MS aplica R$ 662 milhões na saúde pública nos quatro primeiros meses do ano

Publicados

em

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), reforça sua responsabilidade em entregar um sistema de saúde pública de qualidade com a aplicação de R$ 662 milhões para ações e serviços de saúde nos quatro primeiros meses deste ano, com a maior parte dos recursos (84,5%) provenientes do Estado.

O valor foi apresentado durante a audiência pública de Prestação de Contas da Saúde, realizada na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) na semana passada.

De acordo com o balanço os investimentos abrangem diversas áreas da saúde, como a construção e reforma de hospitais, aquisição de equipamentos e insumos médicos, assistência farmacêutica, procedimentos no setor de atenção especializada e hospitalar, além da contratação de novos profissionais.

O objetivo é garantir acesso a tratamentos de qualidade e melhorar as estruturas de atendimento à população.

Secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone e o deputado Lucas de Lima.

Durante a audiência, a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, destacou ações e programas desenvolvidos, como a finalização do Hospital Regional de Dourados e entregas de estruturas de saúde.

“Algumas ações e programas em andamento serão complementados, enquanto outras iniciativas estão previstas para finalizar em 2025. Entre as entregas esperadas, a inauguração do Hospital Regional de Dourados no início do segundo semestre e a entrega de importantes obras como o SVO (Serviço de Verificação de Óbito) de Campo Grande e Dourados, além de outras estruturas e equipamentos de saúde”, disse Maymone.

Segundo a secretária-adjunta a SES também está focada no fortalecimento da atenção primária à saúde por meio de programas e incentivos aos municípios. “O objetivo é apoiar as cidades no desenvolvimento de suas próprias ações e serviços de saúde, garantindo um atendimento mais abrangente e eficaz à população”, completa.

Superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso.

Entre os dados e informações detalhadas pela equipe da SES, em destaque o programa “MS Saúde – Mais Saúde, Menos Fila” que na sua totalidade já ultrapassou 87 mil atendimentos realizados.

Leia Também:  Boletim Epidemiológico: MS registra 804 casos confirmados de dengue

“Oftalmologia e ortopedia são as especialidades mais requisitadas no programa, liderando em volume e complexidade cirúrgica, respectivamente. Ressonâncias, tomografias e cateterismos foram os exames mais realizados nas fases iniciais do projeto. Iniciamos a terceira fase do projeto, com a expansão para novas áreas de atuação, além de novos estabelecimentos que se juntarão a nós para a execução dos procedimentos cirúrgicos. Também vamos ampliar o número de exames com fins diagnósticos, buscando sempre melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde à população”, explicou a superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso.

A audiência pública para prestação de contas do relatório detalhado do primeiro quadrimestre de 2025 foi coordenada pelo deputado Lucas de Lima, presidente da Comissão de Saúde.

“A Secretaria de Saúde nos apresenta hoje o relatório do primeiro quadrimestre de 2025 para que a Assembleia possa fiscalizar os investimentos do Governo. Este relatório está disponível a toda a população. É importante que todos se aprofundem neste assunto, pois a saúde é uma pauta prioritária para Mato Grosso do Sul”, ressaltou o deputado Lucas de Lima.

O Governo do Estado empenhou R$ 1,011 bilhão em recursos para a Saúde durante o 1º quadrimestre (janeiro a abril). Deste montante, foram liquidados R$ 724,626 milhões e pagos R$ 662,253 milhões. A maior parte dos desembolsos (efetivamente pagos) é de recursos estaduais, totalizando R$ 559,494 milhões.

De recursos do Governo federal, Mato Grosso do Sul recebeu e aplicou na área da Saúde R$ 75,084 milhões de Fundo a Fundo (11,3% do total pago), R$ 6,276 milhões para o piso da enfermagem (1%), R$ 8,577 milhões relativos a convênios (1,3%) e R$ 12,82 milhões referentes a outros recursos vinculados à Saúde (1,9%).

Confira a apresentação completa do relatório detalhado:

SLIDE – RDQA 1º QUAD 2025 26.05.25

Leia Também:  Veja a importância de vacinar crianças e adolescentes contra a Covid-19

Certificações dos Hospitais Regionais

Os Hospitais Regionais de Mato Grosso do Sul alcançam certificações inéditas que evidenciam a qualidade dos serviços hospitalares oferecidos. O Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas, administrado pelo Instituto Acqua, conquistou a Acreditação Nível I concedida pela ONA (Organização Nacional de Acreditação) após rigorosa avaliação.

O reconhecimento foi concedido após o hospital avançar em inovação, tecnologia, qualidade e humanização na assistência hospitalar.

Já o Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, localizado em Ponta Porã e também administrado pelo Instituto Acqua em parceria com a SES, obteve e manteve o Nível 2 Pleno da ONA que define padrões internacionais de qualidade e segurança do paciente.

Além disso, a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital recebeu o selo UTI Top Performer por se destacar entre as melhores UTIs brasileiras, com excelente performance nos parâmetros de mortalidade hospitalar e uso de recursos. Este reconhecimento é concedido pela AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) e Epimed Solutions.

A avaliação para manutenção da acreditação ONA ocorre a cada 8 meses. Cada setor deve apresentar seus indicadores aos avaliadores, que fazem questionamentos e discutem possibilidades de melhorias para que a unidade alcance, futuramente, o próximo nível de acreditação. A acreditação é um método de avaliação que promove a qualidade e segurança da assistência no setor de saúde.

Para ser acreditada, a organização deve atender aos padrões definidos pela ONA, reconhecidos internacionalmente. O primeiro nível da acreditação avalia todas as áreas da instituição, incluindo aspectos estruturais e assistenciais e é preciso cumprir ou superar em 70% os padrões de qualidade para conquistar a certificação. O Nível 2 Acreditado Pleno é conquistado após a unidade cumprir ou superar, em 80% ou mais, os padrões de qualidade e segurança.

Helton Davis, Comunicação SES
Fotos: Helton Davis

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

TRÊS LAGOAS MS

MATO GROSSO DO SUL

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA