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Operação Chikungunya: MS entra em estado de alerta e reforça ofensiva na Grande Dourados

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Governo do Estado abre leitos exclusivos, traz vacina inédita em caráter piloto e intensifica o fumacê para conter o avanço das arboviroses.

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), elevou o nível de resposta para frear o avanço da chikungunya no estado. Com atenção total voltada para a região de Dourados, onde o cenário epidemiológico exige cautela, o Estado montou uma verdadeira “operação de guerra” que une assistência médica, alta tecnologia laboratorial e controle de vetores.

“Estamos atuando de forma coordenada, com monitoramento diário e ampliação da capacidade de atendimento. É uma resposta estruturada para garantir cuidado à nossa gente”, afirmou o secretário de Saúde, Maurício Simões Corrêa.

As 5 frentes da ofensiva contra a Chikungunya:

Vacinação Estratégica: Após articulação direta com o Ministério da Saúde, o MS receberá a vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto, focada especialmente nas populações em maior risco.

Reforço Hospitalar: Abertura imediata de 15 leitos exclusivos em Dourados para casos moderados e graves, garantindo que ninguém fique sem assistência.

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Ação em Territórios Indígenas: Uma força-tarefa atua diretamente nas comunidades com instalação de estações disseminadoras de larvicidas e capacitação de agentes locais.

Cerco ao Mosquito: Intensificação do fumacê (UBV pesado) e uso de bombas costais motorizadas para eliminar focos em pontos estratégicos.

Monitoramento de Elite: Ativação da Sala de Situação e do Centro de Operações de Emergência (COE) para reuniões diárias e análise de dados em tempo real pelo Lacen.

Presença no campo

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, tem acompanhado as equipes técnicas pessoalmente em Dourados para alinhar as estratégias de busca ativa por focos e orientação à população. A integração entre o Estado, o município e órgãos federais como a SESAI e o DSEI é o que garante que a ajuda chegue com rapidez às áreas mais vulneráveis.

 

Fique atento! Febre alta de início súbito e dores intensas nas articulações são os principais sintomas da chikungunya. Em caso de suspeita, procure a unidade de saúde mais próxima e não se automedique.

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Força-tarefa intensifica combate às arboviroses em aldeias de Dourados e Itaporã

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Diante do aumento expressivo de casos de Chikungunya em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado deflagrou uma mobilização integrada para conter o avanço do Aedes aegypti nos territórios indígenas da região de Dourados e Itaporã. A estratégia combina suporte hospitalar emergencial com um intenso controle vetorial nas aldeias Jaguapiru e Bororó.

O cenário epidemiológico de 2026 acendeu o alerta das autoridades de saúde: os números de casos de Chikungunya já superam os registros do mesmo período de 2025. Até o momento, 150 casos foram confirmados na reserva indígena, com três óbitos registrados, o que impulsionou uma resposta coordenada entre o Estado, o Ministério da Saúde e lideranças locais.

Balanço da Ação: Mutirão de 3 Dias

Entre os dias 9 e 11 de março, cerca de 100 profissionais — incluindo agentes de endemias e de saúde indígena — realizaram uma varredura rigorosa na região. O levantamento revelou uma alta incidência de focos em objetos domésticos descartados incorretamente.

Resultados do mutirão:

  • Imóveis vistoriados: 2.355.

  • Focos de Aedes encontrados: 589.

  • Principais focos: 90% concentrados em pneus, caixas d’água e acúmulo de lixo.

  • Ações de controle: Aplicação de larvicidas, inseticidas e instalação de ovitrampas para monitoramento.

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Gestão Integrada no Enfrentamento

A secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, reforçou que a prioridade no momento é a união de esforços. Em reunião com o Ministério da Saúde, SESAI, DSEI e o HU/UFGD, o Governo de MS colocou toda a sua estrutura à disposição para garantir que a assistência chegue à população e que a eliminação dos focos seja constante.

“Ao mesmo tempo em que temos que assegurar a linha assistencial de cuidado, é preciso com urgência fazermos o controle vetorial. O Estado está 100% disponível para coordenar junto aos municípios e ao Ministério para superarmos esse momento emergencial”, afirmou Maymone.

Próximos Passos

O combate não para por aqui. As secretarias de saúde, em parceria com as lideranças das aldeias, mantêm o monitoramento epidemiológico constante. Novas ações de bloqueio e conscientização estão programadas para as próximas semanas, com foco total na eliminação de criadouros em caixas d’água e pneus, identificados como os pontos críticos de proliferação do mosquito na região.

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