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Volume de passageiros da Latam no Brasil cresce 4,9% no início de 2024

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O volume é 4,9% superior ao registrado no primeiro mês de 2023

A Latam registrou a marca de 2,98 milhões de passageiros transportados em voos domésticos no Brasil em janeiro deste ano. O volume é 4,9% superior ao registrado no primeiro mês de 2023, quando a companhia alcançou um volume de 2,84 milhões de passageiros.

No mês, a Latam registrou no Brasil um crescimento de 1,8% na sua demanda doméstica de passageiros medida em RPK e ampliou em 0,2% a sua oferta doméstica de assentos medida em ASK na comparação com o mesmo período de 2023.

O RPK de todo o grupo teve crescimento de 20,2% em relação ao mesmo mês de 2023. No mesmo período, a companhia promoveu aumento de 13,9% no ASK. Já na operação cargueira, a empresa ampliou em 11,1% a sua capacidade (ATK) em relação a janeiro de 2023.

“Os resultados deste início de ano comprovam que estamos no caminho certo para que mais brasileiros possam voar. Este será mais um ano de crescimento da nossa oferta para ampliar a capacidade da aviação brasileira e o acesso à aviação em todo o país”, comenta Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da Latam Brasil.

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Anualmente, a companhia transporta no Brasil uma média de 30 milhões de passageiros em voos domésticos e 3 milhões em voos internacionais. São cerca de 700 voos por dia no mercado brasileiro, sendo 650 domésticos e 50 internacionais.

A Latam voa atualmente para mais de 50 destinos no Brasil. Em paralelo, tem ampliado o seu acordo de codeshare com a Voepass, por meio do qual consegue oferecer atualmente passagens aéreas para outros 26 destinos brasileiros, principalmente em aeroportos regionais.

Nos voos internacionais, a empresa conecta 90 aeroportos do exterior com o País em voos próprios. Em junho deste ano, a Latam começará a operar Brasília-Santiago. Em 2023, inaugurou Lima-Brasília, Santiago-Porto Alegre, Los Angeles-São Paulo, Joanesburgo-São Paulo, Santiago-Belo Horizonte e Santiago-Florianópolis.

Também começou a voar para o Brasil a partir de Melbourne (via Santiago) e a partir de Caracas, Havana e Atlanta (todos via Lima).

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Projeto de MS apoiado pela Fundect representa o Brasil em evento nos Estados Unidos

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Um projeto inovador desenvolvido por estudantes e professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) foi selecionado para representar o Brasil na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira pré-universitária de ciência e engenharia do mundo, que ocorrerá de 10 a 16 de maio em Columbus, Ohio (EUA).

A pesquisa, que propõe o uso de espectroscopia infravermelha para identificar fungos em pastagens do cerrado sul-mato-grossense, foi contemplada pelo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PICTEC), uma iniciativa da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) que apoia projetos científicos em escolas públicas do estado.

O projeto do IFMS, intitulado “Espectroscopia infravermelha por transformada de Fourier como ferramenta para identificação de fungos em pastagens no cerrado sul-mato-grossense”, é coordenado pela professora Grazieli Suszek e desenvolvido pelos estudante José Vitor Balasso e Tailaine Gomes Lima, do curso técnico integrado em Agropecuária do Campus Nova Andradina. A pesquisa busca inovar na detecção de fungos, contribuindo para o manejo agrícola da região.

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A participação na ISEF representa não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido, mas também a importância do apoio institucional proporcionado por programas como o PICTEC, que incentivam a iniciação científica e tecnológica desde a educação básica, promovendo o desenvolvimento de talentos e a valorização da ciência em Mato Grosso do Sul.

O que é o PICTEC?

O PICTEC é um programa da Fundect, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), que visa despertar a vocação científica e tecnológica entre estudantes e professores do ensino médio da Rede Estadual de Ensino, do Instituto Federal e do Colégio Militar de Mato Grosso do Sul.

Na sua quarta edição, o programa ampliou o número de projetos contemplados, passando de 200 para 250, totalizando até 1.250 bolsas distribuídas entre professores e alunos.

Cada projeto é coordenado por um professor que recebe uma bolsa mensal de R$ 800 e pode orientar até quatro estudantes, cada um com bolsa de R$ 400 mensais, durante 12 meses. As áreas de pesquisa abrangem temas como Agronegócio, Bioeconomia, Biotecnologia, Cidades Inteligentes, Energias Renováveis, Biodiversidade, Saúde Animal, Saúde Humana, Tecnologias Sociais e Assistivas.

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Maristela Cantadori, Comunicação Fundect
*com informações do IFMS

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