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MÍNIMO DO MÍNIMO: Governo propõe salário mínimo sem ganho real para 2022

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Aumento será equivalente ao que foi perdido para para a inflação.

Proposta de salário mínimo do Governo Federal para 2022 é de R$ 1.169, sessenta e nove reais a mais que o atual, de R$ 1.100. No entanto, não há ganho real para a população, já que o valor não está acima da inflação.

O valor está na proposta orçamentária do Governo para 2022, enviada para o Congresso Nacional nesta terça-feira (31).

Segundo o Metrópoles, o aumento do salário mínimo equivale a 6,2% e é equivalente à previsão do Ministério da Economia para o índice que mede a inflação, o INPC deste ano.

Ainda segundo o site, em abril deste ano, o governo cogitou um aumento na remuneração mínima para R$ 1.147 em 2022. O número saltou para R$ 1.169, em razão da inflação, que avançou nos últimos meses.

Pela Constituição, o Governo é obrigado a repor no salário mínimo, ao menos, o percentual da inflação do ano anterior. Porém, diz o Metrópoles, em 2021, isso não ocorreu. O valor atual, de R$ 1.100 não repôs o INPC de 2020. Para que não houvesse rombo na economia e a consequente perda do poder de compra, a salário deveria ter sido ajudado para, ao menos, R$ 1.101,95.

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Impacto 

Quando o salário mínimo sobe, os benefícios previdenciários e o abono salarial acompanham o aumento. A cada R$ 1 de aumento salarial, forma-se uma despesa extra de R$ 315 milhões, segundo o Governo Federal.

Bruno Funchal, secretário Especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, se a inflação somar 7,2% este ano, o Governo terá de desembolsar R$ 8 bilhões a mais com o salário mínimo, realocando recursos de outras áreas.

CREDITO: SITE METROPOLES

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MELHORA ECONÔMICA: Banco Mundial eleva expectativa de crescimento econômico do Brasil

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Apesar da melhora, taxa deve ser inferior à média da região.

O Banco Mundial divulgou, hoje (6), que a economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021. Uma estimativa mais otimista que os 4,5% de incremento que a instituição projetava para o país em junho deste ano.

“A economia brasileira melhorou muito e, provavelmente, [o crescimento] chegará a 5,3% este ano”, declarou o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe William Maloney, que também lembrou que, em 2020, a atividade econômica no Brasil recuou 4,1%.

“É importante enfatizar que a região, de modo geral, e incluindo o Brasil, já não tinha um bom desempenho antes da crise” acrescentou o economista-chefe ao destacar que incertezas políticas são capazes de afetar os investimentos e, consequentemente, o crescimento econômico de qualquer nação.

Apesar da melhora em relação aos últimos meses, a perspectiva de crescimento da economia brasileira ficou aquém da projeção para o conjunto dos países latino-americanos e caribenhos, que o Banco Mundial estima que devem crescer, em média, 6,3% este ano – graças, principalmente, a aceleração da vacinação contra o novo coronavírus e a queda das mortes por covid-19.

Já em 2022 e em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve avançar, respectivamente, 1,7% e 2,5% – percentuais também menores que as expectativas para toda a América Latina e Caribe, que a instituição estima que crescerá 2,8%, em 2022, e 2,6%, em 2023.

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“Precisamos nos concentrar nos problemas estruturais de longo prazo. Além de reduzir as incertezas no curto prazo”, propôs Maloney ao detalhar o relatório semestral em que o Banco Mundial apresenta um panorama econômico de toda a região, com ênfase nas perspectivas pós-pandemia.

“A boa notícia é que, com o ritmo mais acelerado de vacinação e a redução do número de mortes pela covid-19, a região está pouco a pouco saindo da crise e voltando a crescer. Apesar disto, e mesmo com alguns setores emergentes, a recuperação ainda é mais fraca do que esperávamos. A projeção de crescimento regional de 6,3% é insuficiente para reverter a queda de 6,7% de 2020, reativar as economias e reduzir a pobreza. Há países crescendo mais, outros menos, mas, na média, ainda não estamos recuperando o que foi perdido”, comentou Maloney.

No relatório, o Banco Mundial afirma que, considerando a média regional, os índices de pobreza (medidos com base em uma renda domiciliar per capita de até US$ 5,50 por dia) aumentaram de 24% para 26,7% em toda a América Latina e Caribe. O que representa “o patamar mais alto em décadas”. Em parte devido aos “devastadores” custos sociais da pandemia.

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“Os estudantes da região perderam de um a um ano e meio de aprendizado, e a queda no Índice de Desenvolvimento Humano [IDH] da ONU superou aquela verificada durante a crise financeira [global, de 2008]. Uma boa notícia é que a campanha de vacinação vem ganhando força nos últimos seis meses e, embora ainda esteja longe dos índices almejados, já tem gerado uma redução nas mortes por covid-19 na maioria dos países”, enfatiza o relatório.

Para o Banco Mundial, além de vacinar a população para evitar o surgimento de variantes do novo coronavírus, o mundo deve conter a pressão inflacionária global e os elevados níveis de dívida do setor privado; dirimir eventuais incertezas a respeito da solidez do setor bancário e atentar para o crescente déficit orçamentário e para o aumento da dívida pública em função dos investimentos que os governos tiveram que assumir para proteger famílias e empresas durante a pandemia.

 

 

CREDITO: MIDIAMAX

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