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PACOTE DE OBRAS: Prefeito sanciona autorização para pedir empréstimo de R$ 95 milhões

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A Prefeitura de Campo Grande aprovou autorização para solicitar empréstimo de R$ 95 milhões. O valor será para conclusão, reforma e construção de 27 espaços entre Emeis (Escolas Municipais de Educação Infantil), UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), UPA Veterinária, praças públicas e pavimentação.

O projeto foi aprovado em regime de urgência e teve 27 votos favoráveis e nenhum contrário, durante a sessão de quinta-feira (19), na Câmara Municipal. Agora com a sanção, o município submeterá processo de empréstimo pelo Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), da Caixa Econômica Federal.

Obras previstas

Educação

Na educação, estão previstas, com o eventual recurso, conclusão, reforma, ampliação e adequação de escolas municipais de educação infantil no Jardim Talismã, São Conrado, Jardim Anache, Jardim Inápolis, Vila Nasser, Radialista, Oliveira III e escola da Vila Natália, totalizando R$ 14 milhões.

Saúde

Obras nas UPAs da Vila Almeida, Universitário, Moreninha e Leblon, nos CRSs (Centros Regionais de Saúde) do Aero Rancho, Tiradentes e Nova Bahia, o que soma R$ 10 milhões.

Assistência Social e Habitação

Está inclusa implantação do Centro Especializado de Assistência Social para população em situação de rua, por R$ 4 milhões. Ainda, construção de 200 moradias de reassentamento da favela do Mandela e compra de software para Amhasf (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários), o que totaliza R$ 16 milhões.

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Infraestrutura, reformas em praças e bem-estar animal

O projeto abrange pavimentação, drenagem e construção de contenção de enchentes em ‘diversos bairros’, R$ 12,5 milhões, macrodrenagem/bacia de contenção de enchentes, totalizando R$ 15 milhões.

Reformas da Praça do Rádio, Praça Aquidauana, Horto Florestal, adequação no Guanandizão, ampliação de prédios públicos, restauração e preservação da antiga Escola Isauro Bento, implantação de sete parques infantis adaptados em vários locais, e construção da UPA Veterinária, que somam R$ 22,8 milhões.

Também está previsto recurso de R$ 700 mil para compra de equipamentos e material permanente da unidade voltada aos animais e para o Centro de Triagem para cães e gatos.

CREDITO: MIDIAMAX

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MELHORA ECONÔMICA: Banco Mundial eleva expectativa de crescimento econômico do Brasil

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Apesar da melhora, taxa deve ser inferior à média da região.

O Banco Mundial divulgou, hoje (6), que a economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021. Uma estimativa mais otimista que os 4,5% de incremento que a instituição projetava para o país em junho deste ano.

“A economia brasileira melhorou muito e, provavelmente, [o crescimento] chegará a 5,3% este ano”, declarou o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe William Maloney, que também lembrou que, em 2020, a atividade econômica no Brasil recuou 4,1%.

“É importante enfatizar que a região, de modo geral, e incluindo o Brasil, já não tinha um bom desempenho antes da crise” acrescentou o economista-chefe ao destacar que incertezas políticas são capazes de afetar os investimentos e, consequentemente, o crescimento econômico de qualquer nação.

Apesar da melhora em relação aos últimos meses, a perspectiva de crescimento da economia brasileira ficou aquém da projeção para o conjunto dos países latino-americanos e caribenhos, que o Banco Mundial estima que devem crescer, em média, 6,3% este ano – graças, principalmente, a aceleração da vacinação contra o novo coronavírus e a queda das mortes por covid-19.

Já em 2022 e em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve avançar, respectivamente, 1,7% e 2,5% – percentuais também menores que as expectativas para toda a América Latina e Caribe, que a instituição estima que crescerá 2,8%, em 2022, e 2,6%, em 2023.

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“Precisamos nos concentrar nos problemas estruturais de longo prazo. Além de reduzir as incertezas no curto prazo”, propôs Maloney ao detalhar o relatório semestral em que o Banco Mundial apresenta um panorama econômico de toda a região, com ênfase nas perspectivas pós-pandemia.

“A boa notícia é que, com o ritmo mais acelerado de vacinação e a redução do número de mortes pela covid-19, a região está pouco a pouco saindo da crise e voltando a crescer. Apesar disto, e mesmo com alguns setores emergentes, a recuperação ainda é mais fraca do que esperávamos. A projeção de crescimento regional de 6,3% é insuficiente para reverter a queda de 6,7% de 2020, reativar as economias e reduzir a pobreza. Há países crescendo mais, outros menos, mas, na média, ainda não estamos recuperando o que foi perdido”, comentou Maloney.

No relatório, o Banco Mundial afirma que, considerando a média regional, os índices de pobreza (medidos com base em uma renda domiciliar per capita de até US$ 5,50 por dia) aumentaram de 24% para 26,7% em toda a América Latina e Caribe. O que representa “o patamar mais alto em décadas”. Em parte devido aos “devastadores” custos sociais da pandemia.

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“Os estudantes da região perderam de um a um ano e meio de aprendizado, e a queda no Índice de Desenvolvimento Humano [IDH] da ONU superou aquela verificada durante a crise financeira [global, de 2008]. Uma boa notícia é que a campanha de vacinação vem ganhando força nos últimos seis meses e, embora ainda esteja longe dos índices almejados, já tem gerado uma redução nas mortes por covid-19 na maioria dos países”, enfatiza o relatório.

Para o Banco Mundial, além de vacinar a população para evitar o surgimento de variantes do novo coronavírus, o mundo deve conter a pressão inflacionária global e os elevados níveis de dívida do setor privado; dirimir eventuais incertezas a respeito da solidez do setor bancário e atentar para o crescente déficit orçamentário e para o aumento da dívida pública em função dos investimentos que os governos tiveram que assumir para proteger famílias e empresas durante a pandemia.

 

 

CREDITO: MIDIAMAX

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