ENTRETENIMENTO
Quintal SESC junino, Le Cirque e último fim de semana de exposição Van Gogh são as opções para diversão
ENTRETENIMENTO
Parque dos Dinossauros e estreias no cinema completam a agenda cultural
O último fim de semana de junho chega repleto de diversão e muitas opções de lazer para crianças e adultos. Tem a magia do circo, o novo parque cheio de aventuras e emoção, estreias do cinema, Quintal SESC temático e a despedida oficial da exposição Van Gogh. Tudo isso e muito mais, no Shopping Campo Grande.
Le Cirque – Respeitável público, magia, emoção, surpresas e muita diversão é no Le Cirque, que chega a Campo Grande com shows de mágica, contorcionismo, equilibrista, ilusionistas, globo da morte e o espetacular Carro Transformer, um Camaro que transforma em um robô de 5 metros de altura. Para quem quer dar muitas risadas, os palhaços são uma atração à parte, com apresentações interativas com o público. A estrutura conta com praça de alimentação e banheiros.
Horário: de segunda à sexta-feira às 20h. Sábados e domingos às 16h, 18h e 20h, no estacionamento do Carrefour.
Ingressos – Meia entrada:
Lateral: R$ 30 / Central: R$ 40/ Vip Lateral: R$ 50/ Vip: a partir de R$ 60
Inteira: consultar valores na bilheteria ou site. Todos estão sujeitos a alteração.
Compra online: https://www.guicheweb.com.br/lecirque
Quintal SESC – Comidas típicas como pamonha, milho verde, pipoca e quentão, apresentações culturais, com danças e quadrilhas e música com a dupla Elvis & Adriano e brasilidades com Nano Elânio integram o Quintal SESC especial festa junina que acontece nesta sexta-feira (28). A entrada é gratuita e tem muita interatividade para a criançada. O espaço, localizado no estacionamento próximo à Riachuelo, é aberto para pets com seus tutores.
Exposição Van Gogh – O sucesso foi tão grande, que o público ganhou mais alguns dias para conferir a exposição imersiva que apresenta efeitos e movimentos de videografismo em obras consagradas, levando arte, tecnologia e emoção com superprojeções 360º de alta definição e outras instalações em um complexo com 1.500m². O espetáculo, repleto de tecnologia, traz ao público uma emocionante viagem na trajetória de Van Gogh, com direito a célebres obras, como autorretratos, ‘A Noite Estrelada’, ‘Quarto em Arles’, ‘Girassóis’, ‘Amendoeira em Flor’, dentre outras. A atração conta com labirinto instagramável, instalações artísticas retratando curiosidades sobre a vida dos artistas e loja de souvenirs, além do grandioso atelier imersivo com projeções de alta definição 360º em paredões, piso, cubo e cilindro.
Como bônus, a exposição oferece, ainda, uma incursão na obra de quatro artistas impressionistas e pós-impressionistas: Monet, Renoir, Gauguin e Cézanne. A temporada encerra sua passagem por Campo Grande no próximo dia 30 de junho (domingo) com promoção especial de últimos dias, com meia-entrada em todos os horários.
A exposição funciona diariamente, das 10h às 22h (último horário de entrada às 21h), de segunda-feira à sábado e aos domingos e feriados, das 12h às 22h (último horário de entrada às 21h).
Valores: Segunda a sexta – Diurno (entrada até 17h30): R$ R$30 meia-entrada; Segunda a sexta – Noturno: R$40 meia-entrada; Final de semana e feriados: R$47,50 meia-entrada.
Parque dos Dinossauros – A aventura, está localizada na praça central, oferecendo uma modalidade desportiva ecológica, realizada por meio de cabos de aço suspensos em árvores e postes divididos em cinco travessias que interligam as plataformas.
Arvorismo, Eurobungy, Escalada, Tirolesa e Oficinas Criativas fazem parte do espaço que estimula o desenvolvimento cognitivo e coordenação motora, promovendo a reeducação psicomotora, desenvolvimentos de habilidades, equilíbrio e outros.
Democrático, o parque permite que pessoas de todas as idades se divirtam e se exercitem ao mesmo tempo, com cambalhotas, acrobacias, manobras radicais e saltos sobre trampolins com a segurança de elásticos.
O Parque dos Dinossauros funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h e aos domingos e feriados, das 12h às 20h.
Modalidades e valores: Arvorismo Indoor – apto a crianças a partir dos 03 anos de idade até adultos com peso até 100 kg. Crianças menores de 14 anos devem participar acompanhadas dos pais ou responsáveis;
Combo Adventure (05 pontes + tirolesa) – R$ 50 / Combo Radical (05 pontes + tirolesa + escalada) – R$ 65 / Combo Extreme (05 pontes + tirolesa + escalada + eurobungy) – R$ 90;
Eurobungy – aberto a crianças a partir dos 02 anos de idade até adultos com peso até 100 kg. Crianças menores de 14 anos devem participar acompanhadas dos pais ou responsáveis. R$ 30 (por 03 minutos);
Combo Extreme (05 pontes + tirolesa + escalada) – R$90;
Dino Oficina – direcionado a crianças a partir dos 02 anos de idade. R$30 (por 20 minutos) – R$1 por minuto excedente. Crianças menores de 04 anos devem entrar acompanhadas dos pais em qualquer atividade.
Cinemark – Para quem prefere se divertir em frente às telonas, a Cinemark traz estreias nos gêneros animação, terror e comédia nacional. Entre os´principais títulos estão: ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um’, ‘Meu Malvado Favorito 4’ e a obra brasileira ‘Tô de Graça – Filme’.
Os horários, valores e programação completa estão disponíveis no https://www.cinemark.com.br.
Degustação gratuita – O Fort Atacadista Três Barras vai realizar um evento de degustação gratuita de vinhos, queijos, massas e embutidos neste sábado, 29 de junho, das 10h às 17h. O festival será aberto ao público e permitirá a degustação de produtos de marcas parceiras, incluindo algumas exclusivas da rede.
ENTRETENIMENTO
Documentário “Onde você estava?” é lançado com homenagens ao professor Roberto Figueiredo
Com muita emoção e homenagens ao professor Roberto Figueiredo, o lançamento do documentário “Onde você estava?” – que foi o diretor da obra -, ocorreu nesta quarta-feira (18) , no teatro Aracy Balabanian, em Campo Grande. A data da estreia já estava planejada e, por decisão conjunta da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e da família do docente, a programação foi mantida como uma forma de homenagem ao diretor, que morreu na semana passada.
“O professor Roberto insistiu bastante para o que documentário fosse lançado ainda em 2024, por conta dos 45 anos da instalação de Mato Grosso do Sul, ocorrida em 1979. Em contato com a família Figueiredo, ouvimos o desejo de manter a data conforme ele havia sonhado”, disse a pró-reitora de Graduação e Extensão da UCDB, Rubia Renata Marques.
Em seu discurso de abertura do evento, Rubia Marques disse que trabalhou com o Roberto Figueiredo por 18 anos, desde que ela chegou na UCDB. “Porque ele estava lá há muito mais tempo. Ele era coordenador do curso de História. No começo desse ano ele me procurou para falar do documentário. Um dia ele me encontrou no corredor e falou que estava tocando o projeto. Segue o baile que a gente apoia. E há poucas semanas volta o Roberto me falando assim: ‘vamos marcar a data de lançamento do documentário?’, e foi uma surpresa para mim, porque já estava pronto o projeto. É esse projeto que nós vamos ver aqui hoje, com tantas coisas que ele fez. Isso aqui é a realização de um sonho. O Governo do Estado e a Fundação de Cultura compraram a ideia e tem um projeto lindo que nasceu. Isso é um presente para todos nós”.
“Muito difícil estar aqui esta noite, em que pese o lançamento deste documentário tão bacana, que o Governo do Estado tem o maior interesse neste trabalho brilhante realizado pela UCDB, capitaneado pelo Roberto, mas é difícil estar aqui na ausência deste grande amigo, eu tive o prazer, a honra de trabalhar com ele durante 22 anos na UCDB, parceiro, que deixou um legado fantástico, não só na cultura de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, do Brasil, mas para nossas vidas. O Beto está presente aqui com sua obra, em nossos corações, em nossas memórias, em todo o trabalho que ele fez e nas nossas relações. Em nome do Governo do Estado quero dizer da gratidão ao que ele deixou, eu trago um abraço do governador Eduardo Riedel, do Eduardo Mendes, presidente da Fundação de Cultura, e vamos deixar a tristeza de lado e vamos celebrar a vida, a obra, tudo o que o Beto plantou em nós”, disse o secretário Marcelo Miranda (Setesc).
Logo após, o grupo ‘Senta que o Leão é Manso’ trouxe uma interpretação do poema Versos deste Chão, extraído do livro Cirros, de Flora Thomé, e também um fragmento da peça Ato de Sobrevivência, de Magno Martins, e direção de Roberto Figueiredo, que estreou no dia 29 de novembro deste ano. E também o grupo de dança Arara Azul apresentou a coreografia Retrato em Preto e Branco, com a direção artística e coreografia de Jéssica Belicanto. Também houve uma homenagem feita pela musicista Lenilde Ramos, que tocou ao piano a música Velhos Amigos, de Paulo Simões.
Logo após as homenagens, foi exibido o documentário “Onde você estava”, com direção de Roberto Figueiredo. O material reuniu depoimentos de historiadores, jornalistas, artistas e comerciantes sobre os momentos vivenciados a partir de 1977, com a divisão de Mato Grosso, e reflete sobre a identidade de MS.
Em entrevista concedida no dia 11 de dezembro para divulgar o lançamento, Roberto falou sobre a produção. “Sempre quis saber qual o sentimento da população com a instalação de MS. Eu, por exemplo, morava em Três Lagoas e fazia faculdade na época e isso pra mim estava muito distante. Realmente fomos pegos de surpresa, principalmente nós, do interior. Lá em Três Lagoas, não sabíamos de nada disso, do movimento separatista ou da lei assinada em 1977. Então, chega em 1979 e a instalação do Estado nos surpreende muito mais. Isso sempre ficou na minha cabeça: de onde saíra a ideia que se concretizava naquele momento?”, explicou na época.
No total foram dez entrevistas que acabaram rendendo um documentário histórico, com o olhar particular de cada um deles. Participaram do filme Lenilde Ramos, Américo Calheiros, Marília Leite, Yara Penteado, Humberto Espíndola, Jonir Figueiredo, Gelásio Roque, Marisa Machado, Fausto Brites e Douglas Alves Silva.
Confira alguns trechos de depoimentos que constam no documentário:
“Nessa época eu estava trabalhando no Hospital São Julião, e eu não vinha com muita frequência ao centro da cidade, eu não acompanhava mais tão de perto as novidades. E praticamente eu fui pega de surpresa”, disse Lenilde Ramos.
“Eu me mudei para Campo Grande em 1963, e aí nós estávamos no espaço do movimento Guaicuru, que funcionava na Calógeras com a Dom Aquino, e aí fomos para, na via da assinatura, fomos para um movimento que teve na 14, na praça, na cidade, no centro da cidade, todo os segmentos, o povo, foi uma grande manifestação de alegria”, afirmou Jonir Figueiredo.
“Embora nunca tenha tido, de fato, movimentos organizados, em peso, movimentos que abalaram as estruturas políticas, populares, oligárquicas da época, mas sempre tinha alguma coisa acontecendo, e isso desde logo depois daquele momento que se planejava a Constituição Brasileira pós Independência do Brasil”, disse Américo Calheiros.
“Aquelas emoções todas estão lá. Foi uma forma como eu senti, eu senti de uma forma emocional. Não sabia bem se queria, não sabia bem se não queria, Sabia que estava acontecendo e que lá naquele momento em Cuiabá teve uma má repercussão, enquanto que aqui foi uma festa”, afirmou Humberto Espíndola sobre a criação do Estado de Mato Grosso do Sul.
-
CIDADES9 horas atrásTacuru 46 anos: Pacote de R$ 11 milhões garante asfalto, esgoto e 75 novas casas
-
MATO GROSSO DO SUL9 horas atrásMS investe R$ 176 milhões para modernizar saneamento em 16 cidades
-
BEM-ESTAR MS9 horas atrásMaio é mês de doar: Banco de Leite do Hospital Regional faz apelo para ajudar bebês prematuros
-
CIDADES9 horas atrásConstrutora rebate polêmica sobre contratos de R$ 20 milhões em Campo Grande
-
CIDADES9 horas atrásNovo RG em Campo Grande: Mutirão oferece 300 vagas no Shopping Norte Sul neste fim de semana
