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Fundação Getúlio Vargas (FGV) anuncia MBA Blended, mesclando atividades presenciais e a distância

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Em Campo Grande, as aulas na nova modalidade iniciam em março de 2024

Em uma iniciativa inovadora, a Fundação Getulio Vargas (FGV) está redefinindo os padrões de ensino com o lançamento de MBAs semipresenciais, também conhecidos como MBA Blended. Esse formato combina elementos de aprendizado a distância com interações reais entre alunos e professores, criando uma experiência educacional única.

O novo modelo é uma fusão inteligente de atividades síncronas e assíncronas. Parte do curso é realizada à distância, com interações em tempo real, enquanto outra parte ocorre presencialmente. Essa abordagem híbrida visa proporcionar flexibilidade aos alunos, permitindo que realizem parte de seus estudos de onde estiverem.

As atividades síncronas, conduzidas através de plataformas online como o Zoom, proporcionam interações ao vivo entre alunos e professores. Essa abordagem permite a discussão em tempo real, esclarecimento de dúvidas e uma experiência mais próxima da sala de aula convencional.

Já as atividades assíncronas são realizadas online, sem interação direta. Essa flexibilidade oferece aos alunos a oportunidade de gerenciar seu próprio tempo, adaptando os estudos de acordo com suas necessidades e rotinas.

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Tendência – O ensino mediado por tecnologia remota tem crescido significativamente, especialmente no cenário pós-pandêmico. Para se ter uma ideia, o ensino a distância cresceu 474% entre 2011 e 2021, enquanto o número de ingressantes em cursos presenciais diminuiu 23,4%. Os dados são do Censo da Educação Superior de 2021 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC). Os resultados indicam uma preferência crescente por esse formato, impulsionado pela conveniência que proporciona às pessoas.

A FGV está alinhada a essa tendência global e busca facilitar ainda mais a vida dos alunos. A mudança no formato dos cursos não apenas reduz os custos para aqueles que vêm de outras localidades, mas também proporciona uma abordagem mais espaçada para a absorção do conteúdo.

A partir de março de 2024, a FGV em Campo Grande, por meio do Centro de Ensino Empresarial (CEEM-FGV) oferecerá os cursos MBA em Gestão Empresarial e MBA em Gestão de Pessoas neste formato semipresencial. Os estudantes terão aulas presenciais uma vez por semana, permitindo que o restante do tempo de estudo seja realizado remotamente.

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O MBA Blended não apenas atende às demandas modernas dos estudantes, mas também prepara os alunos para interagir e negociar efetivamente em plataformas digitais, uma habilidade cada vez mais essencial no cenário educacional atual.

O Centro de Ensino Empresarial (CEEM-FGV) em Campo Grande está em novo endereço, na rua Eng. Roberto Mange, 194 – Amambaí. Junto ao SENAI-FATEC.

Sobre o CEEM/FGV

Reconhecido pela oferta de programas de ensino que aliam tradição e vanguarda acadêmica, o Centro de Ensino Empresarial (CEEM), conveniado da Fundação Getulio Vargas (FGV), é um centro renomado de formação. Em Campo Grande, oferece vários cursos voltados para a área empresarial e toda a cadeia produtiva do agronegócio. Para mais informações sobre os cursos e matrículas, acesse o site www.ceem.com.br

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Inteligência artificial transforma a rotina escolar, mas reafirma o papel insubstituível dos professores

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O avanço da inteligência artificial (IA) nas salas de aula brasileiras já não é mais uma promessa para o futuro, mas uma realidade consolidada no cotidiano escolar. Em alusão ao Dia Nacional dos Profissionais da Educação, comemorado em 6 de agosto, especialistas e dados do setor debatem como a tecnologia vem remodelando o ensino, otimizando o tempo dos docentes e destacando, mais do que nunca, a importância da mediação humana no aprendizado.

Pesquisa divulgada pelo Observatório Fundação Itaú em parceria com o Equidade.Info revela que 79% dos professores brasileiros já utilizam ferramentas de IA. Desses, 73% recorrem à tecnologia como apoio direto em sala de aula e 83% concordam com seu potencial pedagógico.

Mais tempo para o acolhimento pedagógico

A otimização de rotinas burocráticas e de planejamento é um dos maiores benefícios apontados por educadores. Segundo Cyntia Gomes, especialista em educação e professora de Pedagogia na EAD UniCesumar, a IA atua como uma aliada estratégica para acelerar elaborações que antes exigiam horas de dedicação.

“O uso da IA trouxe mais agilidade para tarefas que antes demandavam muito tempo aos docentes. Essa utilização permite que os profissionais dediquem mais tempo ao que realmente transforma a educação: acompanhar a aprendizagem dos estudantes, promover intervenções pedagógicas, fortalecer o trabalho colaborativo e desenvolver práticas mais significativas”, destaca a professora.

Entre as principais aplicações práticas no planejamento docente estão:

  • Elaboração e personalização: Complementação de planos de aula e sequências didáticas.

  • Diversificação de níveis: Criação de atividades adaptadas a diferentes graus de complexidade.

  • Inclusão: Adaptação de materiais para atender múltiplos perfis e ritmos de aprendizagem.

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Apesar das facilidades, Gomes reforça que o controle e a autonomia permanecem estritamente com o educador, que conhece as particularidades e objetivos pedagógicos da turma.

Por que a IA não substituirá o professor?

Diante de um modelo de ensino tradicional que já não atrai totalmente as novas gerações, a educação exige metodologias ativas que desenvolvam o pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho em equipe. No entanto, a figura do professor continua sendo o pilar central desse processo.

A especialista enfatiza que a inteligência artificial carece de competências essencialmente humanas:

  • Construção de vínculos afetivos e empatia.

  • Compreensão integral do contexto sociocultural do aluno.

  • Sensibilidade e discernimento diante de situações imprevistas na rotina escolar.

“A tecnologia não é capaz de tomar decisões sobre as situações diárias do ambiente escolar. A IA vem para ampliar as possibilidades de ensinar e aprender, e não para substituir metodologias consolidadas ou a mediação docente”, pontua Gomes.

Inovação no mercado educacional: formações e assistente virtual

No setor privado, grandes instituições de ensino já integram a IA tanto no suporte acadêmico quanto na gestão administrativa. Um diagnóstico interno da Vitru Educação — mantenedora da UniCesumar — revelou que as ferramentas mais adotadas por seus professores são:

  • ChatGPT (89,7%): Utilizado para planejamento, criação de exercícios e pesquisas.

  • Gemini (78,2%): Aplicado na organização de arquivos e integração com ecossistema Google.

  • Canva IA (38,9%): Empregado na produção ágil de recursos visuais e apresentações.

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Para garantir o uso ético e seguro, a instituição oferece formações como o curso gratuito “Educar com IA: Ética, Criatividade e Presença”, além de capacitar os próprios alunos através de uma trilha que confere a Certificação Ethos.IA.

O ecossistema SofIA

Outro grande destaque tecnológico do grupo é a SofIA, uma plataforma desenvolvida pelo VitruLab (núcleo de inovação da companhia). Inicialmente voltada ao suporte institucional e financeiro, a assistente gerou resultados expressivos:

Métrica de Impacto Resultado Alcançado
Eficiência operacional Aumento de 9x na capacidade de atendimento
Conversão direta de matrículas 24% dos leads convertidos sem intervenção humana
Tempo de resposta Redução superior a 90% na espera do usuário
Agilidade da equipe de vendas Queda de 89% no tempo médio de atendimento

Em sua próxima fase de expansão, a SofIA passará a oferecer suporte pedagógico direto aos estudantes, tirando dúvidas sobre as disciplinas cursadas, sempre sob o respaldo de diretrizes institucionais pautadas pela transparência, privacidade e integridade acadêmica.

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