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PERIPÉCIAS DA REPÚBLICA: Senado libera candidatura para políticos multados por contas rejeitadas

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O Senado aprovou um projeto liberando a candidatura de políticos que tiveram as contas rejeitadas na administração pública e foram punidos apenas com multa. Se a mudança for sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, a proibição valerá apenas para casos mais graves, como quando há desvios de recursos públicos.

“O projeto termina separando o joio do trigo”, disse o relator da proposta, Marcelo Castro (MDB-PI). De acordo com ele, ficarão livres da inelegibilidade por oito anos aqueles gestores, como prefeitos, que tiveram as contas rejeitadas apenas por atos formais, por exemplo, a falta de um documento relacionado a uma despesa, sem prejuízo ao erário público.

A proposta foi aprovada anteriormente pela Câmara, ou seja, depende agora do aval de Bolsonaro. Quando a rejeição das contas envolve atos de desvios, enriquecimento ilícito ou dano aos cofres públicos, o político continuará sem poder se candidatar. “Não podemos condenar à morte política, porque são oito anos de inelegibilidade, todos nós sabemos como é dura a vida de um político, simplesmente porque houve um erro formal”, disse Marcelo Castro.

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Atualmente, a Lei da Ficha Limpa determina inelegibilidade para políticos os que tiverem suas contas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa e por decisão irrecorrível. O projeto aprovado pelos congressistas deixa claro que a pena dada não se aplica a quem “tenha tido suas contas julgadas irregulares, sem imputação de débito, e sancionados exclusivamente com o pagamento de multa.”

Apesar de a mudança blindar apenas políticos que sofreram sanções mais leves dos tribunais de contas e dos legislativos, o projeto foi alvo de críticas por alterar a Lei da Ficha Limpa, aprovada após uma iniciativa popular.

Uma das condições criticadas foi a possibilidade de a mudança na lei liberar a candidatura de quem omite a prestação de contas. Os senadores rejeitaram uma emenda que tentava deixar isso mais claro. “Precisamos encontrar uma saída que possa proteger os políticos de boa-fé, mas que não deixe lastro para aquelas de má-fé se aproveitarem dessas brechas”, afirmou a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

CREDITO: ESTADÃO

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França, Alemanha e outros países que sofreram com a hiperinflação

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Imagine viver em um país onde o preço de uma xícara de café dobra de valor no tempo que você leva para tomá-lo? Esta é a dura realidade da hiperinflação, onde as rápidas mudanças de preços podem fazer com que os itens de uso diário se tornem exorbitantemente caros e o dinheiro seja praticamente inútil. Muitas nações em todo o mundo passaram por situações como esta e alguns nunca recuperaram totalmente de crises econômicas gravíssimas. E não é só a Argentina: potências mundiais já passaram por isso!

Curioso? Clique na galeria a seguir para ver quais nações foram mais atingidas pela hiperinflação.

França, Alemanha e outros países que sofreram com a hiperinflação (noticiasaominuto.com.br)

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

Foto: Getty Images

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