SAÚDE
Infraestrutura de vacinação de Mato Grosso do Sul terá reforço com aquisição de novos equipamentos
SAÚDE
A aquisição de equipamentos visa aprimorar a infraestrutura das salas de vacina, garantindo melhor conservação e controle das doses
Manter a conservação adequada de vacinas é um dos desafios da saúde pública, e Mato Grosso do Sul dá um passo importante para fortalecer sua rede de imunização. Com a aquisição de kits para salas de vacina em todo o estado, a infraestrutura desses espaços será aprimorada, garantindo maior segurança no armazenamento e no registro das doses aplicadas.
A compra dos equipamentos será realizada pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) com recursos provenientes de uma emenda parlamentar da senadora Soraya Thronicke. O investimento totaliza R$ 9.380.681,00 (nove milhões, trezentos e oitenta mil, seiscentos e oitenta e um reais). Após a aquisição, os equipamentos serão entregues aos 79 municípios sul-mato-grossenses, beneficiando um total de 439 salas de vacina.
Cada unidade receberá um conjunto composto por refrigerador para conservação de imunobiológicos (capacidade de 300 litros, temperatura de 2º a 8ºC), computador desktop, nobreak e ar-condicionado tipo split. A distribuição será feita em duas etapas: na primeira fase, 197 salas de vacina serão contempladas, e, na segunda, mais 242 unidades receberão os equipamentos.
O gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, afirma que o investimento fortalece a rede de imunização do estado e demonstra o compromisso da SES com a ampliação do acesso a vacinas e com a saúde pública como um todo.
“A estruturação das salas de vacina é um passo fundamental para garantir a qualidade do serviço prestado à população. Com a aquisição desses novos equipamentos, estamos reforçando a segurança no armazenamento e na conservação dos imunizantes, assegurando que cheguem à população em perfeitas condições. Além disso, a informatização dos atendimentos permitirá um controle mais eficiente da aplicação das doses, beneficiando diretamente os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde)”, afirma.
O objetivo é estruturar os postos de vacinação em diversas regiões do estado, assegurando condições adequadas para armazenamento e manuseio das vacinas, além de melhorar a informatização dos atendimentos. A iniciativa reforça a importância de investir na estruturação das salas de vacina, garantindo não apenas a preservação dos imunizantes, mas também a qualidade do serviço prestado à população.
Kamilla Ratier, Comunicação SES
Foto: Bruno Rezende/Secom
SAÚDE
Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS
A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).
“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.
Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.
“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.
A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.
“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.
Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.
“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.
Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.
“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.
Macrorregiões
Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados


