SAÚDE
Programa ”Mais Saúde, Menos Fila” inicia 3ª fase e já contabiliza mais de 87 mil atendimentos
SAÚDE
O MS Saúde oferta aproximadamente 140 tipos de procedimentos cirúrgicos eletivos em diversas especialidades
Uma iniciativa que reduz filas históricas, levando resposta ágil e humanizada da Capital ao interior do Estado, o programa ‘MS Saúde – Mais Saúde, Menos Filas’, já ultrapassou a marca de 87,5 mil atendimentos, sendo 51.353 exames e 36.131 cirurgias.
Lançado em maio de 2023 pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), o Programa foi implantado para atender à demanda reprimida, levando consultas, exames e cirurgias eletivas à população dos 79 municípios do Mato Grosso do Sul.

Segundo dados dos municípios executores, na segunda fase do MS Saúde, de maio de 2024 até abril deste ano, já foram realizados aproximadamente 46 mil atendimentos. Foram 25,4 mil exames e 26,3 mil cirurgias, atendendo uma demanda reprimida histórica e promovendo um novo ciclo na vida de milhares de sul-mato-grossenses.

“Desde o lançamento, o programa tem sido um esforço contínuo do governo para dar vazão à demanda reprimida e, principalmente, para otimizar o acesso da população aos serviços essenciais do SUS. Nosso objetivo é claro: reduzir as longas filas de espera por consultas, exames e cirurgias eletivas em todo o Mato Grosso do Sul. Atuando em diversas especialidades e descentralizando os serviços, estamos trabalhando para que os cidadãos dos 79 municípios tenham acesso à saúde de forma mais rápida e eficiente”, declarou o Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.
Na última quarta-feira (30) a SES lançou a 3ª fase do MS Saúde, que passa a incluir o tratamento odontológico para pacientes especiais em ambiente hospitalar que necessite de sedação, procedimentos relacionados a cirurgia de ombro e a ampliação dos atendimentos de procedimentos em urologia.
A realização dos procedimentos no âmbito do projeto poderá ocorrer por meio do atendimento eventual e/ou de mutirões para procedimentos, com vigência de 01 de maio de 2025 até 31 de dezembro de 2025.

“Cada exame, consulta e cirurgia realizados representam uma vida que ganha novas oportunidades, uma família que encontra alívio e esperança. Nosso compromisso é levar saúde de qualidade, com agilidade e humanidade, a todas as regiões do Estado, aproximando o atendimento de quem mais precisa”, destaca a superintendente de Gestão Estratégica da SES e coordenadora do programa MS Saúde, Maria Angélica Benetasso.
Caberá às secretarias municipais de Saúde, juntamente com os estabelecimentos de saúde contratualizados pelo SUS, fazer a adesão ao projeto apresentando proposta de execução dos procedimentos ofertados, contendo a estimativa com a quantidade de procedimentos a serem executadas/mês e o quantitativo total a ser realizado durante a vigência do programa MS Saúde.
A Secretaria de Estado de Saúde avaliará as adesões enviadas, considerando a necessidade dos procedimentos com base na demanda reprimida e/ou na falta de acesso aos procedimentos na região de residência do paciente, em conjunto com o Cosems-MS (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde), levando em consideração o número de habitantes da região e o valor do recurso para o Programa devidamente apresentado na CIB (Comissão de Intergestores Bipartite).
O MS Saúde oferta aproximadamente 140 tipos de procedimentos cirúrgicos eletivos em diversas especialidades, entre elas: oftalmologia, fissura labiopalatina, otorrinolaringologia, cirurgia vascular, cirurgia geral, urologia, ginecologia e ortopedia. O programa realiza 74 tipos de exames diagnósticos, como ressonância magnética, tomografia computadorizada, endoscopia, densitometria, colonoscopia, holter 24 horas, cintilografia, entre outros.
Helton Davis, Comunicação SES
Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom
Internas: Helton Davis/SES
SAÚDE
Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS
A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).
“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.
Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.
“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.
A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.
“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.
Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.
“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.
Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.
“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.
Macrorregiões
Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados
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