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Vacinação contra a Dengue é ampliada para público de até 14 anos no final de semana

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A partir deste sábado (02), a aplicação da vacina contra a dengue será ampliada para toda a população que tenha entre 10 e 14 anos de idade. Até o momento, a Secretaria Municipal de Saúde vacinou 3,6 mil crianças entre 10 e 11 anos, público-alvo estabelecido pelo Ministério da Saúde neste primeiro momento.

“Com a resolução do Governo Estadual para que ampliássemos o público-alvo, a Sesau optou por manter o foco nas crianças de 10 e 11 anos por mais essa semana e, a partir de sábado, iniciar a vacinação daquelas que tenham até 14 anos”, explica a superintendente de vigilância em saúde, Veruska Lahdo.

A estratégia adotada pela pasta visa aumentar a cobertura vacinal neste primeiro público, que ultrapassa 28 mil crianças, e é o preconizado pelo Ministério com este primeiro lote de doses recebidas. Somando-se à medida, o município também realizará vacinação pontual em escolas onde há um alto índice de casos de dengue notificados.

“Nosso objetivo é proteger essas crianças, e nessas regiões há maiores probabilidades de se contaminar com a dengue, por isso, então, a necessidade de imunizar esse público”, completa a Secretária Municipal de Saúde, Rosana Leite.

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A ampliação das doses para o restante do público também é um método que visa o aumento na cobertura vacinal, já que, por enquanto, há uma baixa procura pelo imunizante. “Estamos cientes que o quantitativo de doses não é suficiente para todo esse público de mais de 65 mil crianças e adolescentes, mas justamente pela baixa procura que optamos por ampliar a faixa etária”, conclui a secretária.

Como já é de costume, durante o final de semana a Sesau realizará plantão de vacinação, utilizando-se, inclusive, do apoio de shoppings para facilitar o acesso às doses. Serão duas unidades de saúde funcionando das 7h às 17h, uma das 7h às 12h e o Pátio Central Shopping aplicando a vacina das 9h às 16h no sábado.

O Shopping Norte Sul Plaza terá vacinação tanto no sábado, das 10h às 18h, quanto no domingo (03), das 11 às 19h.

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Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS

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A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).

“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.

Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.

“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.

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A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.

“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.

Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.

“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.

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Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.

“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.

Macrorregiões

Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados

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