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REAJUSTE PARA OS PROFESSORES: Câmara aprova reajuste real para professores – Votaram contra: Trutis e Ovando
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A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (17), projeto de lei que garante reajuste real do Piso Salarial Nacional dos Professores do magistério. Mesmo com votos contra de Tio Trutis e Luiz Ovando, o texto avançou e agora segue para o Senado.
Antes da votação, a Comissão de Finanças e Tributação havia definido que o reajuste do Piso Nacional dos Professores fosse calculado com base na inflação, projeto defendido pelo Governo Federal.
A deliberação da Comissão se daria por apreciação conclusiva, ou seja, se aprovado naquele grupo restrito, iria direto para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
No entanto, ainda segundo a Câmara, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, do PT, e 57 deputados, apresentaram recurso contra decisão da CFT para que o plenário da Casa avaliasse qual seria o critério para o reajuste do piso.
Na votação, o plenário decidiu que o piso dos docentes deveria ter ganho real, sendo reajustado conforme o aumento do percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.
‘’225 x 222! evitamos o pior (pelo menos por enquanto) por três míseros e importantíssimos votos’’, celebrou o deputado Fábio Trad, do PSD.
Votaram a favor do reajuste real os deputados Fábio Trad, Beto Pereira, Vander Loubet, Dagoberto Nogueira, Bia Cavassa e Rose Modesto.
Critérios
Segundo o site da Câmara, atualmente, a revisão anual do piso ocorre no mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.
Com a reformulação do Fundeb por meio da Emenda Constitucional 108, de 2020, deverá haver um aumento maior que o INPC para o valor mínimo por aluno, refletindo no piso dos professores.
CREDITO: TOPMIDIANEWS
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Projeto de MS apoiado pela Fundect representa o Brasil em evento nos Estados Unidos
Um projeto inovador desenvolvido por estudantes e professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) foi selecionado para representar o Brasil na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira pré-universitária de ciência e engenharia do mundo, que ocorrerá de 10 a 16 de maio em Columbus, Ohio (EUA).
A pesquisa, que propõe o uso de espectroscopia infravermelha para identificar fungos em pastagens do cerrado sul-mato-grossense, foi contemplada pelo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PICTEC), uma iniciativa da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) que apoia projetos científicos em escolas públicas do estado.
O projeto do IFMS, intitulado “Espectroscopia infravermelha por transformada de Fourier como ferramenta para identificação de fungos em pastagens no cerrado sul-mato-grossense”, é coordenado pela professora Grazieli Suszek e desenvolvido pelos estudante José Vitor Balasso e Tailaine Gomes Lima, do curso técnico integrado em Agropecuária do Campus Nova Andradina. A pesquisa busca inovar na detecção de fungos, contribuindo para o manejo agrícola da região.
A participação na ISEF representa não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido, mas também a importância do apoio institucional proporcionado por programas como o PICTEC, que incentivam a iniciação científica e tecnológica desde a educação básica, promovendo o desenvolvimento de talentos e a valorização da ciência em Mato Grosso do Sul.
O que é o PICTEC?
O PICTEC é um programa da Fundect, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), que visa despertar a vocação científica e tecnológica entre estudantes e professores do ensino médio da Rede Estadual de Ensino, do Instituto Federal e do Colégio Militar de Mato Grosso do Sul.
Na sua quarta edição, o programa ampliou o número de projetos contemplados, passando de 200 para 250, totalizando até 1.250 bolsas distribuídas entre professores e alunos.
Cada projeto é coordenado por um professor que recebe uma bolsa mensal de R$ 800 e pode orientar até quatro estudantes, cada um com bolsa de R$ 400 mensais, durante 12 meses. As áreas de pesquisa abrangem temas como Agronegócio, Bioeconomia, Biotecnologia, Cidades Inteligentes, Energias Renováveis, Biodiversidade, Saúde Animal, Saúde Humana, Tecnologias Sociais e Assistivas.
Maristela Cantadori, Comunicação Fundect
*com informações do IFMS
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