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BOA NOTÍCIA! Chuvas retornam no final de agosto com grande volume em MS
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Meteorologia explica que a previsão para a última semana de agosto e início de setembro pode ser de muita chuva
A população sul-mato-grossense deve esperar mais um pouco para ver novamente as pancadas de chuvas, pelo menos é o que indica o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), que prevê a possibilidade de precipitações de grande volume no fim de agosto.
Para os próximos dias, existe uma pequena chance de chuvas fracas acontecerem em todo o estado, mas o volume não deve passar dos 3 milímetros, muito pouco para quem enfrenta uma grande estiagem nos últimos meses.
Porém, a meteorologia explica que a previsão para a última semana de agosto e início de setembro pode ser de muita chuva e garantir um acumulado muito alto, capaz de findar a estiagem que já dura dois meses em Campo Grande, por exemplo.
Segundo o Cemtec, entre os dias 27 de agosto e 4 de setembro, a previsão é que aconteça chuvas acumuladas de forma significativa, ou seja, de grandes volumes. Para a região sul da região pantaneira e porção central da região leste é previsto uma chuva de 40 a 50 milímetros.
Os maiores números ficarão com a parte do centro-norte, que pode registrar de 50 até 80 milímetros de chuva e o norte das regiões pantaneiras, centro-norte e o leste que podem receber de 90 a 125 milímetros de chuva, capazes de amenizar o extremo calor e acalmar os incêndios florestais.
De acordo com dados meteorológicos do Cemtec-MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a última chuva sobre Campo Grande aconteceu no dia 11 de junho, onde foi registrado cerca de 16 milímetros de aguaceiro.
O relatório mensal ainda apontou que dois dias antes, houve a primeira chuva daquele mês e foi maior que a segunda chuva, tendo registrado 21 milímetros. Mas o mês, no entanto, ficou 24 dias sem chuva.
A chuva passou despercebida pelo mês de julho, onde o relatório da meteorologia aponto que os chuviscos e garoas foram responsáveis por apenas 1 milímetro de chuva e que o mês anterior ficou 28 dias sem chuva, mesmo com a chegada de diversas frente frias entre os dois últimos meses.
CREDITO: TOPMIDIA
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.
