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Índice de participação dos municípios no “bolo do ICMS” depende da boa gestão dos prefeitos, afirma secretário de Fazenda

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O IPM (Índice de Participação do Municípios) é um índice percentual, aplicado sobre o tributo ICMS, cujo recolhimento é de competência do Governo do Estado. Conforme a legislação vigente, 25% do montante da arrecadação do ICMS pertence aos municípios.

Assim, o governo estadual recolhe o imposto e repassa 25 % aos municípios, dividindo as fatias do ‘bolo tributário’ segundo critérios estabelecidos em legislação específica. Para calcular o Índice de Participação dos Municípios, a Sefaz-MS considera os critérios definidos em Lei, como Valor Adicionado Fiscal (75%), receita própria (3%), área territorial do município (5%), número de eleitores (5%) e o índice ecológico (5%), que avalia como as prefeituras executam o manejo de recursos sólidos, a existência de unidades de conservação e de terras indígenas, e uma parte igualitária entre os 79 municípios (7%).

O fator de maior peso é o Valor Adicionado Fiscal (VAF), que responde por 75% da composição do índice. O VAF é calculado pela diferença entre as saídas (vendas) e as entradas (compras) de mercadorias e serviços em todas as empresas localizadas no município. Conforme o secretário estadual de Fazenda, Felipe Mattos, o Governo é apenas o gestor do recurso. “Há critérios definidos e transparentes para esse rateio. São critérios definidos por Lei e não pelo Governo do Estado, se o prefeito da Capital não conhece do assunto e acha que o governo retirou dinheiro de Campo Grande, vale a pena ele conhecer um pouco mais, ficou nítido em sua fala o total desconhecimento da matéria. O Município de Campo Grande perdeu índice porque o gestor não teve a competência e preocupação com o desenvolvimento econômico do Município. Enquanto os prefeitos do interior fizeram o dever de casa, ele não fez”, explicou Felipe Mattos.

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É importante salientar ainda que pela primeira vez na história de Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja, cumprindo o compromisso firmado com a transparência pública, lançou um Portal online pelo qual os prefeitos podem acessar em tempo real os cálculos de arrecadação e distribuição de ICMS no Estado.

Subsecretaria de Comunicação, Subcom

Foto: Arquivo

Fonte: Governo MS

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MS investe R$ 176 milhões para modernizar saneamento em 16 cidades

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Mato Grosso do Sul dá um passo decisivo para garantir que o crescimento econômico venha acompanhado de saúde e infraestrutura. O Governo do Estado e a Sanesul lançam, nesta sexta-feira (15), um pacote de R$ 176 milhões destinado à modernização dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

 

A solenidade acontece na sede da Sanesul, em Campo Grande, com a presença do governador Eduardo Riedel e prefeitos das regiões beneficiadas.

 

Onde o investimento será aplicado?

Ao todo, 16 municípios receberão melhorias que incluem desde a construção de novos reservatórios até a modernização de sistemas operacionais para evitar a falta de água. Confira os destaques por volume de recursos:

 

Cidade Investimento Foco da Obra
Ribas do Rio Pardo R$ 42 milhões

Água (R$ 13,8 mi) e Esgoto (R$ 28,2 mi)

 

Corumbá R$ 25,6 milhões

Ampliação do abastecimento de água

 

Inocência R$ 13,1 milhões

Reforço no sistema de água

 

Ponta Porã/Sanga Puitã R$ 12,3 milhões

Fortalecimento do sistema hídrico

 

Naviraí R$ 12,3 milhões

Segurança no abastecimento

 

Chapadão do Sul R$ 11,3 milhões

Melhorias operacionais

 

Outras cidades contempladas: Aral Moreira, Bataguassu, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Miranda, Pedro Gomes, Santa Rita do Pardo, Sonora e Terenos.

 

Por que investir se a água já é universalizada?

Embora Mato Grosso do Sul já tenha alcançado a universalização da água nos 68 municípios atendidos pela Sanesul, o crescimento acelerado de cidades como Ribas do Rio Pardo e Inocência exige que a estrutura seja reforçada constantemente.

 

“Estamos avançando com investimentos estruturantes que garantem maior confiabilidade no abastecimento, acompanhando o desenvolvimento dos municípios”, afirma Renato Marcílio, diretor-presidente da Sanesul.

 

De onde vem o dinheiro?

Os recursos são fruto de parcerias estratégicas, incluindo:

  • Programa Avançar Cidades e Novo PAC.

     

  • Financiamento pela Caixa Econômica Federal.

     

  • Contrapartidas do Governo do Estado.

     

As obras visam aumentar a capacidade de reserva de água, modernizar estruturas antigas e garantir que o avanço urbano e industrial do estado não seja freado por falta de infraestrutura básica.

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