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Censo inédito da saúde mobiliza profissionais e avança para fase de campo em MS
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Com encontro presencial em Campo Grande, recenseadores finalizaram planejamento e se preparam para iniciar coleta de dados em julho
Campo Grande sediou, entre os dias 4 e 7 de junho, encontro presencial que marcou a conclusão do Módulo 3 da formação voltada à realização do Censo da Força de Trabalho na Saúde em Mato Grosso do Sul. A iniciativa integra o curso Informação e Gestão do Trabalho na Saúde e representa uma ação inédita e estratégica para subsidiar políticas públicas voltadas à gestão do trabalho no SUS (Sistema Único de Saúde).
A proposta do censo é recensear 100% dos estabelecimentos de saúde públicos e privados em Mato Grosso do Sul. Além do censo, será realizada a capacitação dos profissionais responsáveis pelo cadastro, com o objetivo de garantir a sustentabilidade contínua na atualização e qualificação do CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde).
Na última semana, o encontro presencial contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), da Escola de Governo-Fiocruz Brasília, da SES e do Cosems/MS (Conselho de Secretários Municipais de Saúde), e reforçou o compromisso institucional com a qualificação da gestão do trabalho no estado.
Com a finalização dessa etapa, os articuladores regionais e recenseadores — distribuídos entre as quatro macrorregiões de saúde do estado — já estão com os planos de ação definidos para o início do trabalho de campo, previsto para julho. Esses planos orientam a abordagem junto aos estabelecimentos de saúde, definindo estratégias de contato e metodologias para garantir a coleta de dados completa, segura e eficiente.
Os recenseadores estarão identificados com crachás e credenciais, e seus perfis poderão ser consultados no site do CENITS (Centro Nacional de Informações do Trabalho na Saúde), assegurando transparência e confiabilidade ao processo.
Projeto-piloto
O projeto é realizado pelo Ministério da Saúde, em parceria com a UFSM e a Escola de Governo-Fiocruz Brasília. Em Mato Grosso do Sul, a coordenação estadual é da SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da Superintendência de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, em parceria com o Cosems.
Este é um projeto piloto e inovador, desenvolvido simultaneamente em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, que servirá de referência para ações futuras em todo o país. Com dados mais precisos sobre a força de trabalho da saúde, será possível planejar melhor a distribuição de profissionais, identificar lacunas na formação e fortalecer o SUS de forma mais equitativa e eficiente.
“Aos gestores municipais, reforça-se a importância de apoiar os articuladores e recenseadores durante o trabalho de campo, garantindo o acesso às informações e fortalecendo essa importante iniciativa. O censo é um passo essencial para transformar dados em políticas públicas mais eficazes e alinhadas com a realidade da saúde no Brasil”, finaliza o Chefe do Setor de Apoio Administrativo da Coordenadoria de Gestão do Trabalho da SES, Victor Hugo Gutierre.
Danúbia Burema e Helton Davis, Comunicação SES
Fotos: Divulgação SES
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Investimento em capital humano impulsiona competitividade e excelência no setor farmacêutico
Em uma indústria marcada por rígida regulamentação, constantes atualizações técnicas e busca por eficiência operacional, a criação de uma cultura de aprendizagem contínua tornou-se requisito essencial de sobrevivência e crescimento. No setor farmacêutico, empresas investem cada vez mais na capacitação de suas equipes para garantir inovação, segurança e relevância no mercado.
Um exemplo prático desse modelo é o Laboratório Teuto, que conta com quase 4 mil colaboradores. A organização integra o desenvolvimento profissional ao seu plano estratégico, priorizando competências técnicas e comportamentais alinhadas aos objetivos do negócio.
O papel da liderança e a andragogia no ambiente corporativo
Segundo Cláudio Louzada, coordenador de treinamentos do Teuto e colaborador da empresa desde 2000, o sucesso do desenvolvimento corporativo depende do envolvimento ativo dos gestores.
“Os processos são contínuos e devem alcançar todos os colaboradores, mas isso só funciona se os líderes assumirem o protagonismo e forem peças-chave no engajamento. Quem vai levar a empresa para esses objetivos são as pessoas”, destaca Louzada.
O executivo ressalta a importância da andragogia (educação voltada para adultos), na qual os profissionais associam o aprendizado direto às suas experiências práticas. Para fixar o conhecimento na memória de longo prazo, a empresa adota metodologias ativas alinhadas ao modelo 70-20-10:
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70% do aprendizado: Prática diária e desafios da rotina de trabalho.
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20% do aprendizado: Troca de experiências e interações entre colegas.
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10% do aprendizado: Treinamentos e cursos formais.
Entre as dinâmicas utilizadas estão simulações de casos reais, conteúdos lúdicos, quizzes e teatralizações de situações do dia a dia da indústria.
Educação corporativa e cultura organizacional
Para dar suporte em escala às capacitações, o laboratório utiliza a Universidade Teuto, plataforma digital de ensino a distância que oferece centenas de cursos gratuitos e específicos. A ferramenta dispõe de salas virtuais por setor e fornece métricas detalhadas sobre o engajamento e desempenho das equipes para apoio à gestão.
Além da infraestrutura digital, a formação de multiplicadores internos desempenha papel central na difusão da cultura da empresa. Louzada pontua que esses profissionais transmitem não apenas o conteúdo técnico, mas também os valores e condutas da organização.
O investimento contínuo na qualificação de pessoal reafirma o compromisso do setor com a precisão e a segurança exigidas pela sociedade, consolidando uma indústria farmacêutica mais sólida, inovadora e alinhada às exigências do mercado.
