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Mato Grosso do Sul Segue Sem Casos de Sarampo em 2025 e Reforça a Vigilância

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Mato Grosso do Sul (MS) continua livre de casos de sarampo confirmados em 2025, segundo o último relatório da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Até o momento, 84 casos foram notificados como suspeitos, mas 48 já foram descartados, e os outros 36 seguem em investigação. Nenhum caso foi confirmado.

 

Alerta e Estratégias de Prevenção

 

Apesar do bom resultado, o Estado está em alerta. Uma nota técnica da SES orienta os municípios a intensificarem a vigilância, especialmente nas áreas de fronteira, para evitar que o vírus volte. O Brasil já confirmou 27 casos neste ano, e países vizinhos como Bolívia e Paraguai emitiram avisos sobre o aumento da doença.

Para se proteger, o Estado mantém as seguintes ações:

Vigilância Ativa: Monitoramento constante de casos suspeitos.

Bloqueio Vacinal: Vacinação imediata e seletiva em áreas onde um caso suspeito é notificado.

Coleta Laboratorial: Testes rápidos em todos os casos suspeitos.

“O sarampo é muito fácil de transmitir. Por isso, a prevenção exige vigilância ativa e bloqueio vacinal imediato,” explica Frederico Moraes, gerente de Imunização da SES.

 

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Importância da Vacina

 

A SES reforça que a vacinação com a tríplice viral é a principal defesa para manter o Estado sem registros da doença.

Para garantir que a equipe de saúde esteja preparada, a SES realizou treinamentos e reuniões com coordenadores municipais, focando nas diretrizes de vigilância e imunização. Essas ações, somadas a campanhas de vacinação realizadas em 2024, como o “MS Vacina Mais: Sarampo”, ajudam a criar uma barreira sólida contra a reintrodução do sarampo no Mato Grosso do Sul.

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Operação Chikungunya: MS entra em estado de alerta e reforça ofensiva na Grande Dourados

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Governo do Estado abre leitos exclusivos, traz vacina inédita em caráter piloto e intensifica o fumacê para conter o avanço das arboviroses.

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), elevou o nível de resposta para frear o avanço da chikungunya no estado. Com atenção total voltada para a região de Dourados, onde o cenário epidemiológico exige cautela, o Estado montou uma verdadeira “operação de guerra” que une assistência médica, alta tecnologia laboratorial e controle de vetores.

“Estamos atuando de forma coordenada, com monitoramento diário e ampliação da capacidade de atendimento. É uma resposta estruturada para garantir cuidado à nossa gente”, afirmou o secretário de Saúde, Maurício Simões Corrêa.

As 5 frentes da ofensiva contra a Chikungunya:

Vacinação Estratégica: Após articulação direta com o Ministério da Saúde, o MS receberá a vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto, focada especialmente nas populações em maior risco.

Reforço Hospitalar: Abertura imediata de 15 leitos exclusivos em Dourados para casos moderados e graves, garantindo que ninguém fique sem assistência.

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Ação em Territórios Indígenas: Uma força-tarefa atua diretamente nas comunidades com instalação de estações disseminadoras de larvicidas e capacitação de agentes locais.

Cerco ao Mosquito: Intensificação do fumacê (UBV pesado) e uso de bombas costais motorizadas para eliminar focos em pontos estratégicos.

Monitoramento de Elite: Ativação da Sala de Situação e do Centro de Operações de Emergência (COE) para reuniões diárias e análise de dados em tempo real pelo Lacen.

Presença no campo

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, tem acompanhado as equipes técnicas pessoalmente em Dourados para alinhar as estratégias de busca ativa por focos e orientação à população. A integração entre o Estado, o município e órgãos federais como a SESAI e o DSEI é o que garante que a ajuda chegue com rapidez às áreas mais vulneráveis.

 

Fique atento! Febre alta de início súbito e dores intensas nas articulações são os principais sintomas da chikungunya. Em caso de suspeita, procure a unidade de saúde mais próxima e não se automedique.

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