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Secretaria de Saúde de MS reforça importância da suplementação de vitamina A na infância
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A vitamina A é essencial para a imunidade, visão e crescimento saudável das crianças
Em meio às rotinas de cuidados com a saúde infantil, um pequeno detalhe pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento e bem-estar das crianças: a suplementação de vitamina A. Muitas vezes esquecida ou subestimada, essa vitamina desempenha um papel fundamental na prevenção de doenças, no fortalecimento do sistema imunológico e na proteção da visão. Embora sua ausência nem sempre seja percebida de imediato, os impactos da deficiência podem ser graves e, em alguns casos, irreversíveis.
Pensando nisso, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da gerência de Alimentação e Nutrição, reforça a importância de manter em dia a suplementação de vitamina A em crianças de 6 meses a 59 meses. A iniciativa integra o PNSVA (Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A), coordenado pelo Ministério da Saúde, e visa garantir que todas as crianças nessa faixa etária recebam a dose certa, no tempo certo.
A deficiência dessa vitamina pode trazer sérias consequências à saúde infantil, como aumento da suscetibilidade a doenças respiratórias e diarreias, além de problemas oculares, como a xeroftalmia — condição que pode levar à cegueira irreversível. Por isso, manter a administração das doses em dia é fundamental para garantir um desenvolvimento saudável às crianças.

Segundo o gerente de Alimentação e Nutrição da SES, Anderson Holsbach, a suplementação de vitamina A deve ser tratada como prioridade na atenção à saúde da criança.
“A vitamina A é um recurso simples, seguro e altamente eficaz na prevenção de agravos à saúde infantil. Nosso papel, enquanto gestão estadual, é apoiar os municípios com o fornecimento, orientações técnicas e estratégias para ampliar a cobertura. É essencial que os profissionais de saúde e as famílias estejam atentos ao esquema de suplementação e façam o registro correto na Caderneta da Criança. Garantir essa dose na idade certa é uma forma concreta de cuidar do presente e do futuro das nossas crianças”, garante Anderson.
A operacionalização do PNSVA no estado segue um fluxo rigoroso: o Ministério da Saúde envia as cápsulas de megadoses (100.000 UI e 200.000 UI), que são distribuídas aos municípios conforme metas definidas, estoques locais e histórico de perdas. A entrega ocorre semestralmente e os municípios ainda podem solicitar doses extras para campanhas ou ações específicas.
Para a nutricionista e responsável técnica pelo Programa de Micronutrientes da SES, Gláucia da Silva Nunes, a vitamina A é um micronutriente essencial que precisa ser garantido desde os primeiros anos de vida.
“Do ponto de vista nutricional, a vitamina A é fundamental para o crescimento, a integridade da pele e das mucosas, e a proteção contra infecções. Além disso, ela atua diretamente na saúde ocular, sendo indispensável para o bom funcionamento da visão, especialmente em ambientes com pouca luz. Quando a alimentação não supre as necessidades da criança a suplementação torna-se uma medida de segurança nutricional. É uma estratégia simples, mas com grande impacto na saúde pública”, explica.
A administração da vitamina A pode ser feita durante as consultas de puericultura ou nas salas de vacinação, e a equipe de saúde pode definir as melhores estratégias conforme a realidade local — incluindo visitas domiciliares ou ações de busca ativa.
Esquema para administração de Vitamina A em crianças de 6 a 59 meses:

A suplementação é registrada na Caderneta da Criança e acompanhada por meio do sistema SISAB (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica). É responsabilidade dos municípios monitorar o cumprimento da meta de cobertura, desenvolvendo estratégias de busca ativa quando necessário.
O suplemento é oferecido por via oral, nunca por via intramuscular ou endovenosa. O intervalo mínimo entre as doses é de quatro meses, e o esquema correto deve ser seguido para garantir a eficácia da suplementação.
A SES destaca ainda que a atualização constante dos dados no sistema e o correto registro da suplementação são fundamentais para o acompanhamento efetivo do programa. O passo a passo para o monitoramento está disponível no site: www.nutricao.saude.ms.gov.br .
A saúde das crianças começa com prevenção — e a vitamina A é um passo essencial nesse caminho.
Kamilla Ratier, Comunicação SES
Foto: Divulgação/Unicef (capa)
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Maio é mês de doar: Banco de Leite do Hospital Regional faz apelo para ajudar bebês prematuros
No mês em que se celebra o Dia Nacional de Doação de Leite Humano (19 de maio), o Banco de Leite do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) reforça a importância da solidariedade. Referência em gestação de alto risco, o hospital depende dessas doações para alimentar bebês prematuros que lutam pela vida nas unidades neonatais.
Por que a doação é vital?
Para um bebê prematuro, o leite humano é muito mais que alimento; é um remédio.
Imunidade: Oferece proteção contra doenças.
Cérebro: Auxilia no desenvolvimento neurológico.
Recuperação: Reduz complicações durante o período de internação.
“Cada mililitro doado pode fazer diferença na vida de um bebê”, destaca Fernanda Menezes, nutricionista e responsável técnica pelo Banco de Leite do HRMS.
Como funciona a doação (Sem sair de casa)
Muitas mães não sabem, mas não é necessário ir até o hospital para doar. O HRMS oferece toda a logística necessária:
Entrevista: A equipe avalia a saúde da candidata.
Kit Doação: O hospital entrega frascos de vidro esterilizados e ensina a coleta correta.
Coleta em Domicílio: Semanalmente, uma equipe passa na casa da doadora em qualquer bairro de Campo Grande para retirar o leite.
Segurança e Qualidade
Todo leite doado passa por um controle rigoroso. No hospital, o produto é analisado em laboratório e passa pela pasteurização, processo que elimina infecções, mas mantém todos os nutrientes essenciais para o bebê.
Você pode ser uma doadora?
Se você está amamentando, produz leite em excesso e tem boa saúde, pode ajudar.
Contato: Banco de Leite Humano do HRMS
Telefone: (67) 3387-2715
Hospital Amigo da Criança
O apelo faz parte de uma cultura de incentivo ao aleitamento no HRMS, que detém o título de Hospital Amigo da Criança. A instituição segue protocolos rigorosos da OMS, como o incentivo à amamentação já na primeira hora de vida para fortalecer o vínculo entre mãe e filho e garantir o recebimento do colostro (a primeira “vacina” do bebê).
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