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Tacuru 46 anos: Pacote de R$ 11 milhões garante asfalto, esgoto e 75 novas casas
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O município de Tacuru celebrou seu 46º aniversário de emancipação com um presente concreto para a população: a autorização de um pacote de investimentos que supera os R$ 11 milhões. O foco principal é o Loteamento Sebastião Caetano Torquetti, área em expansão que receberá, de forma integrada, obras de habitação, asfalto e saneamento básico.
O fim da poeira e do barro
Com um investimento de R$ 3,7 milhões, o Governo do Estado deu ordem de serviço para obras de pavimentação e drenagem. Ao todo, serão mais de 10,7 mil metros quadrados de asfalto novo.
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Onde será feito? As obras contemplam a Avenida Máximo Giácomo e as ruas Destéfani, Salvador, Zenir Lacerda de Assunção, Marrom Bombom, Carla Danielle Vilhava Antunes, Brandina de Souza Moreira e Felipe Ávalos.
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Por que importa? Além do asfalto, os 1,6 mil metros de drenagem instalados evitam alagamentos e garantem que a obra dure por muitos anos.
Realizando o sonho da casa própria
A maior parte do recurso, cerca de R$ 7,3 milhões, será destinada à construção de 75 casas populares. O projeto é uma parceria onde o Estado investe a maior fatia (R$ 6,9 milhões) e a Prefeitura de Tacuru entra com a contrapartida para viabilizar as moradias.
Saúde e Saneamento
O pacote também inclui R$ 450 mil para ampliar a rede de esgoto. Serão 1,7 mil metros de novas tubulações e 120 ligações domiciliares, garantindo que o crescimento do bairro ocorra com respeito ao meio ambiente e à saúde dos moradores.
“Quando abrimos um novo bairro, levamos junto pavimentação, saneamento e habitação. Garantimos que não haja mais áreas sem estrutura básica”, afirmou o governador Eduardo Riedel durante a solenidade.
Gestão em números
O prefeito Rogério Torqueti destacou que a união entre as instituições tem acelerado o desenvolvimento da cidade. Segundo ele, Tacuru já recebeu mais de R$ 44 milhões em investimentos recentes — uma média de R$ 11 milhões por ano — focados diretamente na geração de emprego e renda para a ponta.
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.
