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Maio é mês de doar: Banco de Leite do Hospital Regional faz apelo para ajudar bebês prematuros

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No mês em que se celebra o Dia Nacional de Doação de Leite Humano (19 de maio), o Banco de Leite do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) reforça a importância da solidariedade. Referência em gestação de alto risco, o hospital depende dessas doações para alimentar bebês prematuros que lutam pela vida nas unidades neonatais.

 

 

Por que a doação é vital?

Para um bebê prematuro, o leite humano é muito mais que alimento; é um remédio.

 

 

Imunidade: Oferece proteção contra doenças.

 

 

Cérebro: Auxilia no desenvolvimento neurológico.

 

 

Recuperação: Reduz complicações durante o período de internação.

 

 

“Cada mililitro doado pode fazer diferença na vida de um bebê”, destaca Fernanda Menezes, nutricionista e responsável técnica pelo Banco de Leite do HRMS.

 

 

Como funciona a doação (Sem sair de casa)

Muitas mães não sabem, mas não é necessário ir até o hospital para doar. O HRMS oferece toda a logística necessária:

 

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Entrevista: A equipe avalia a saúde da candidata.

 

 

Kit Doação: O hospital entrega frascos de vidro esterilizados e ensina a coleta correta.

 

 

Coleta em Domicílio: Semanalmente, uma equipe passa na casa da doadora em qualquer bairro de Campo Grande para retirar o leite.

 

 

Segurança e Qualidade

Todo leite doado passa por um controle rigoroso. No hospital, o produto é analisado em laboratório e passa pela pasteurização, processo que elimina infecções, mas mantém todos os nutrientes essenciais para o bebê.

 

 

Você pode ser uma doadora?

Se você está amamentando, produz leite em excesso e tem boa saúde, pode ajudar.

 

 

Contato: Banco de Leite Humano do HRMS

 

 

Telefone: (67) 3387-2715

 

 

Hospital Amigo da Criança

O apelo faz parte de uma cultura de incentivo ao aleitamento no HRMS, que detém o título de Hospital Amigo da Criança. A instituição segue protocolos rigorosos da OMS, como o incentivo à amamentação já na primeira hora de vida para fortalecer o vínculo entre mãe e filho e garantir o recebimento do colostro (a primeira “vacina” do bebê).

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Operação Chikungunya: MS entra em estado de alerta e reforça ofensiva na Grande Dourados

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Governo do Estado abre leitos exclusivos, traz vacina inédita em caráter piloto e intensifica o fumacê para conter o avanço das arboviroses.

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), elevou o nível de resposta para frear o avanço da chikungunya no estado. Com atenção total voltada para a região de Dourados, onde o cenário epidemiológico exige cautela, o Estado montou uma verdadeira “operação de guerra” que une assistência médica, alta tecnologia laboratorial e controle de vetores.

“Estamos atuando de forma coordenada, com monitoramento diário e ampliação da capacidade de atendimento. É uma resposta estruturada para garantir cuidado à nossa gente”, afirmou o secretário de Saúde, Maurício Simões Corrêa.

As 5 frentes da ofensiva contra a Chikungunya:

Vacinação Estratégica: Após articulação direta com o Ministério da Saúde, o MS receberá a vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto, focada especialmente nas populações em maior risco.

Reforço Hospitalar: Abertura imediata de 15 leitos exclusivos em Dourados para casos moderados e graves, garantindo que ninguém fique sem assistência.

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Ação em Territórios Indígenas: Uma força-tarefa atua diretamente nas comunidades com instalação de estações disseminadoras de larvicidas e capacitação de agentes locais.

Cerco ao Mosquito: Intensificação do fumacê (UBV pesado) e uso de bombas costais motorizadas para eliminar focos em pontos estratégicos.

Monitoramento de Elite: Ativação da Sala de Situação e do Centro de Operações de Emergência (COE) para reuniões diárias e análise de dados em tempo real pelo Lacen.

Presença no campo

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, tem acompanhado as equipes técnicas pessoalmente em Dourados para alinhar as estratégias de busca ativa por focos e orientação à população. A integração entre o Estado, o município e órgãos federais como a SESAI e o DSEI é o que garante que a ajuda chegue com rapidez às áreas mais vulneráveis.

 

Fique atento! Febre alta de início súbito e dores intensas nas articulações são os principais sintomas da chikungunya. Em caso de suspeita, procure a unidade de saúde mais próxima e não se automedique.

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