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Mato Grosso do Sul forma novos vacinadores para reforçar a saúde nos municípios
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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul está formando novos profissionais para trabalhar na vacinação, especialmente nas cidades do interior do estado. O objetivo é garantir que mais pessoas sejam vacinadas e que os serviços de saúde sejam de alta qualidade.
Nesta semana, a SES começou mais um curso intensivo de vacinação na Escola de Saúde Pública. Essa é a segunda turma de um total de 39 municípios, completando uma iniciativa que começou em junho com os primeiros 40 municípios.
O que os novos vacinadores aprendem?
O curso, com 40 horas de aulas teóricas e práticas, ensina sobre:
- Como funcionam as salas de vacinação.
- O calendário de vacinação.
- Como armazenar as vacinas corretamente (rede de frio).
- As melhores práticas para aplicar as vacinas.
Frederico Moraes, gerente de Imunização da SES, explica que o objetivo é melhorar a qualidade da vacinação e aumentar a quantidade de pessoas vacinadas, para evitar que doenças que já foram controladas voltem a aparecer.
Impacto positivo nos municípios
Profissionais como Camila Maria, técnica de enfermagem de Juti, e Nenilvo Alves, técnico de enfermagem de Anaurilândia, destacam a importância do curso. Para Camila, o treinamento vai permitir que a equipe de vacinação de Juti amplie suas ações, chegando a áreas rurais e domicílios. Nenilvo, por sua vez, poderá assumir a sala de vacinação de Vila Quebracho, facilitando o acesso dos moradores às vacinas sem precisar se deslocar até a cidade.
Cátia Mendonça, enfermeira e coordenadora de imunização de Mundo Novo, ressalta a importância da capacitação em regiões de fronteira. Com casos de sarampo no Paraguai, o município precisa se preparar para aumentar a cobertura vacinal e evitar a volta da doença, que já está sob controle no Brasil. A participação no curso permitirá a abertura de três novas salas de vacinação em Mundo Novo.
O curso vai até sexta-feira (11) e a SES reforça seu compromisso em oferecer treinamentos que melhorem a saúde pública em Mato Grosso do Sul.
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Maio é mês de doar: Banco de Leite do Hospital Regional faz apelo para ajudar bebês prematuros
No mês em que se celebra o Dia Nacional de Doação de Leite Humano (19 de maio), o Banco de Leite do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) reforça a importância da solidariedade. Referência em gestação de alto risco, o hospital depende dessas doações para alimentar bebês prematuros que lutam pela vida nas unidades neonatais.
Por que a doação é vital?
Para um bebê prematuro, o leite humano é muito mais que alimento; é um remédio.
Imunidade: Oferece proteção contra doenças.
Cérebro: Auxilia no desenvolvimento neurológico.
Recuperação: Reduz complicações durante o período de internação.
“Cada mililitro doado pode fazer diferença na vida de um bebê”, destaca Fernanda Menezes, nutricionista e responsável técnica pelo Banco de Leite do HRMS.
Como funciona a doação (Sem sair de casa)
Muitas mães não sabem, mas não é necessário ir até o hospital para doar. O HRMS oferece toda a logística necessária:
Entrevista: A equipe avalia a saúde da candidata.
Kit Doação: O hospital entrega frascos de vidro esterilizados e ensina a coleta correta.
Coleta em Domicílio: Semanalmente, uma equipe passa na casa da doadora em qualquer bairro de Campo Grande para retirar o leite.
Segurança e Qualidade
Todo leite doado passa por um controle rigoroso. No hospital, o produto é analisado em laboratório e passa pela pasteurização, processo que elimina infecções, mas mantém todos os nutrientes essenciais para o bebê.
Você pode ser uma doadora?
Se você está amamentando, produz leite em excesso e tem boa saúde, pode ajudar.
Contato: Banco de Leite Humano do HRMS
Telefone: (67) 3387-2715
Hospital Amigo da Criança
O apelo faz parte de uma cultura de incentivo ao aleitamento no HRMS, que detém o título de Hospital Amigo da Criança. A instituição segue protocolos rigorosos da OMS, como o incentivo à amamentação já na primeira hora de vida para fortalecer o vínculo entre mãe e filho e garantir o recebimento do colostro (a primeira “vacina” do bebê).
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