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3º Dia do Amendoim e 1º Simpósio Brasileiro do Amendoim

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Nesta sexta-feira (15), a partir das 7h30, o campus 2 da Unoeste será sede para dois importantes eventos: o 3º Dia do Amendoim e o 1º Simpósio Brasileiro do Amendoim. Haverá atividades em área experimental de plantio e palestras à tarde com experts do setor. Confira algumas informações importantes acerca desses eventos:

Números expressivos – A cultura do amendoim no Brasil tem 80% da área plantada no estado de São Paulo que responde por 90% da produção nacional. A safra agrícola 2022/23 superou em 3,7 % a safra anterior, atingindo 689,2 mil toneladas, conforme o Instituto de Econômica Agrícola (IEA). Nas cinco principais regiões da Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (Cati), que representam 54,1% da produção paulista, estão Marília (14,1%), Tupã (13,1%), Jaboticabal (10,1%), Presidente Prudente (10,0%) e Assis (6,8%).

Novos conhecimentos – Neste cenário, o oeste paulista – sediado por Prudente – tem avançado e assume o protagonismo junto a instituições parceiras na produção e difusão de novos conhecimentos científicos e tecnológicos. A Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) tem centralizado as ações na pessoa do pesquisador Dr. Fábio Rafael Echer, referência no assunto e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Agronomia, com oferta de mestrado, doutorado e pós-doutorado.

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Participação internacional – Dois importantes eventos técnico-científicos estarão acontecendo sexta-feira (15) desta semana: o 3º Dia do Amendoim e o 1º Simpósio Brasileiro do Amendoim. Serão pelo menos 300 participantes e com o envolvimento de renomados pesquisadores do Brasil e da Argentina, como são os casos do Dr. Ignácio José de Godoy, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), e Dr. Ricardo Javier Haro, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), da Argentina.

Forte impacto na mídia – Durante a manhã, a partir das 7h30, as atividades estarão concentradas em estações técnicas na área experimental do campus 2. À tarde, a partir das 13h, serão no Espaço Solarium, também no campus 2. Em 2022, no 1º Dia do Amendoim foram 120 participantes: técnicos, produtores e estudantes, de 36 municípios. Em 2023, no 2º Dia do Amendoim, foram 310 participantes, representantes de 74 municípios. Edição com forte impacto na mídia paulista e nacional, em mais 40 veículos.

Agregando valor – “Devido a importância que a cultura do amendoim ganhou para o oeste paulista, nesse ano, ao iniciar o planejamento do 3º Dia do Amendoim, sentimos a necessidade de organizar um evento diferente, que além da difusão das informações geradas na Unoeste e por instituições parceiras, pudesse agregar um ambiente de discussões mais amplas e que abrangesse um público mais diversificado ainda. Então, planejamos o 3º Dia do Amendoim e, junto, o 1º Simpósio Brasileiro do Amendoim”, conta o Dr. Fábio.

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Instituições nacionais – Tamanha a importância dos eventos realizados pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia, que estão sendo apoiados por duas instituições nacionais – a Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e a Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal – grandes empresas nacionais e multinacionais estão patrocinando. As inscrições são gratuitas, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. São feitas no site da Unoeste, com acesso pelo mural da home page.

Serviço – Campus 2 da Unoeste, rodovia Raposo Tavares, km 572.

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Projeto de MS apoiado pela Fundect representa o Brasil em evento nos Estados Unidos

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Um projeto inovador desenvolvido por estudantes e professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) foi selecionado para representar o Brasil na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira pré-universitária de ciência e engenharia do mundo, que ocorrerá de 10 a 16 de maio em Columbus, Ohio (EUA).

A pesquisa, que propõe o uso de espectroscopia infravermelha para identificar fungos em pastagens do cerrado sul-mato-grossense, foi contemplada pelo Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PICTEC), uma iniciativa da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) que apoia projetos científicos em escolas públicas do estado.

O projeto do IFMS, intitulado “Espectroscopia infravermelha por transformada de Fourier como ferramenta para identificação de fungos em pastagens no cerrado sul-mato-grossense”, é coordenado pela professora Grazieli Suszek e desenvolvido pelos estudante José Vitor Balasso e Tailaine Gomes Lima, do curso técnico integrado em Agropecuária do Campus Nova Andradina. A pesquisa busca inovar na detecção de fungos, contribuindo para o manejo agrícola da região.

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A participação na ISEF representa não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido, mas também a importância do apoio institucional proporcionado por programas como o PICTEC, que incentivam a iniciação científica e tecnológica desde a educação básica, promovendo o desenvolvimento de talentos e a valorização da ciência em Mato Grosso do Sul.

O que é o PICTEC?

O PICTEC é um programa da Fundect, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), que visa despertar a vocação científica e tecnológica entre estudantes e professores do ensino médio da Rede Estadual de Ensino, do Instituto Federal e do Colégio Militar de Mato Grosso do Sul.

Na sua quarta edição, o programa ampliou o número de projetos contemplados, passando de 200 para 250, totalizando até 1.250 bolsas distribuídas entre professores e alunos.

Cada projeto é coordenado por um professor que recebe uma bolsa mensal de R$ 800 e pode orientar até quatro estudantes, cada um com bolsa de R$ 400 mensais, durante 12 meses. As áreas de pesquisa abrangem temas como Agronegócio, Bioeconomia, Biotecnologia, Cidades Inteligentes, Energias Renováveis, Biodiversidade, Saúde Animal, Saúde Humana, Tecnologias Sociais e Assistivas.

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Maristela Cantadori, Comunicação Fundect
*com informações do IFMS

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