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Ataque a creche em Blumenau: ao menos quatro crianças morrem
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Na manhã desta quarta-feira (5), um homem de 25 anos adentrou em um estabelecimento educacional localizado no bairro Velha e atentou contra a vida de infantes do local”, informou a Polícia Militar de Santa Catarina
Segundo os bombeiros, ao menos quatro crianças morreram no ataque que , que foi feito por homem com machado que invadiu a creche localizada na rua dos caçadores no bairro velho em, Blumenau SC que é o endereço do (CEI) Centro de Educação Infantil Cantinho do Bom Pastor.
O comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar de Blumenau, Márcio Alberto Filippi, declarou , que um homem pulou o muro da creche, quando cerca de 40 crianças estavam no local.
Elas estavam brincando no parquinho quando o agressor começou a desferir golpes com uma machadinha, de forma aleatória, informou o comandante.
Quando percebeu que as professoras estavam defendendo as crianças, pulou o muro novamente e saiu, acrescentou.
O criminoso saiu numa moto em direção ao 10º BPM, onde se entregou e foi encaminhado à Polícia Civil.
Segundo a Polícia Militar (PM), “quando percebeu que as professoras estavam defendendo as crianças, pulou o muro novamente e saiu de moto. Quando se apresentou à polícia, não falou nada, ficou calado”.
Em nota oficial, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) relatou: “Na manhã desta quarta-feira (5), um homem de 25 anos adentrou em um estabelecimento educacional localizado no bairro Velha e atentou contra a vida de infantes do local.”
Ainda de acordo com a PM, o agressor saiu caminhando do local e se entregou na guarda do 10º BPM, onde foi preso e encaminhado à Polícia Civil.
O governador catarinense Jorginho Mello declarou que o homem estava em surto psicótico e utilizou uma arma branca.
“É com enorme tristeza que recebo a lamentável notícia de que a creche particular Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau, foi invadida por um assassino que atacou crianças e funcionários. Infelizmente quatro não resistiram e morreram”, declarou o governador em nota oficial.

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Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para apostas online em 2025, aponta estudo
As famílias brasileiras registraram uma perda líquida — diferença entre os valores apostados e os prêmios recebidos — de R$ 62,5 bilhões em plataformas de apostas digitais (bets) ao longo de 2025. O montante equivale a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e representa um impacto médio mensal de R$ 4,7 bilhões nas finanças domésticas (com base no acumulado entre outubro de 2024 e março de 2026).
Os dados fazem parte do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), elaborado com dados de movimentação do Banco Central. No período analisado, o setor movimentou quase R$ 351 bilhões apenas em transações via Pix.
Impacto no orçamento doméstico e falhas de algoritmo
Segundo o relatório, a regulamentação do setor em janeiro de 2025 provocou uma alteração direta nos padrões de consumo. Houve um aumento significativo na fatia da renda direcionada ao segmento de artes, cultura, esporte e recreação — impulsionada pelo ecossistema das apostas.
Apesar da legislação exigir o bloqueio preventivo de usuários com padrão de apostas compulsivas, especialistas apontam falhas no cumprimento das regras de proteção do consumidor.
“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia — que é viciada, compulsiva em apostas —, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers e incentivos para que ela continue apostando. É aí que o usuário perde todo o capital”, alerta o advogado Júlio Leone.
Restrições ao Bolsa Família e desaceleração do volume
O estudo do Comsefaz também analisou os efeitos da proibição do uso de benefícios sociais para apostas, em vigor desde outubro do ano passado para beneficiários do Bolsa Família.
| Indicador | Impacto Observado |
| Volume agregado de transações | Desaceleração no ritmo de transferências via Pix para bets |
| Perfil dos apostadores | Confirmação de forte participação de famílias de baixa renda antes da restrição |
| Eficácia da medida | Resultados concretos na redução do impacto do endividamento nas faixas mais vulneráveis |
Os dados reforçam a necessidade de um monitoramento contínuo sobre o setor e do aprimoramento dos mecanismos de controle e responsabilidade social por parte das bancas digitais.
