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Governo de MS anuncia obras de reforma e ampliação de postos fiscais em Paranaíba e Selvíria

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O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou a reforma e ampliação dos postos fiscais localizados nos municípios de Paranaíba (Posto Alencastro) e Selvíria. As unidades estão situadas em pontos estratégicos nas divisas com os estados de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente, e fazem parte de um conjunto de investimentos voltados à modernização da infraestrutura de fiscalização estadual.

As intervenções contemplam não apenas a requalificação estrutural dos postos, mas também a instalação de novos equipamentos tecnológicos e sistemas de monitoramento integrados. O objetivo é elevar os níveis de inteligência e seletividade das abordagens, fortalecendo o controle sobre a circulação de mercadorias nas rodovias.

“Melhorar nossa estrutura significa mais agilidade, mais eficiência no atendimento e mais proteção para quem trabalha e produz. Além disso, essas obras são fundamentais para garantir que Mato Grosso do Sul cresça de forma organizada”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

As obras fazem parte de um pacote mais amplo, iniciado em abril deste ano, quando o Governo homologou os processos licitatórios para a reforma e ampliação de outros postos fiscais e bases móveis, incluindo as unidades de Ilha Grande, Foz do Amambaí, Ofaié, XV de Novembro, João André e a base móvel Lampião Aceso.

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O secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Flávio César Mendes de Oliveira, destaca que a fiscalização efetiva fortalece a economia, garante justiça fiscal e protege o consumidor.

“A atuação fiscal do Estado vai muito além do papel punitivo. Ela é um dos principais instrumentos de proteção da economia, da arrecadação pública e da segurança do consumidor. Em Mato Grosso do Sul, esse compromisso tem sido reforçado por meio de ações estratégicas que buscam não apenas coibir irregularidades, mas também promover justiça tributária e fortalecer o ambiente de negócios”, reforça.

O secretário lembra que o investimento na modernização da estrutura de fiscalização nas rodovias e fronteiras é de suma importância para ampliar a eficiência e o alcance desse trabalho, reforçando a capacidade de controle sobre a circulação de mercadorias.

“A fiscalização atua como uma barreira contra práticas ilegais que desequilibram o mercado e comprometem a arrecadação, como a sonegação de impostos e o comércio de produtos sem origem declarada, muitos dos quais podem representar sérios riscos à saúde da população”, diz.

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Para Flávio César, a fiscalização é, sobretudo, um ato de proteção. “Proteger o consumidor de produtos que podem ser prejudiciais, proteger empresas que atuam dentro da legalidade e proteger os cofres públicos que financiam serviços essenciais à sociedade. É uma atividade estratégica para o desenvolvimento sustentável e para a manutenção da confiança no sistema econômico”, conclui.

Somente em 2024, mais de 2,8 milhões de veículos de cargas passaram pelos postos fiscais de Mato Grosso do Sul — uma média diária superior a 7.700 veículos. As exigências tributárias geradas a partir dessas fiscalizações somaram R$ 1,53 bilhão, evidenciando o impacto direto dessa estrutura na saúde fiscal do Estado.

Michel Faustino, Comunicação Sefaz

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MS mantém”pé no acelerador”: Governo renova 77 benefícios fiscais e segura ICMS em 17%

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Enquanto o Brasil discute reformas e ajustes, Mato Grosso do Sul consolida sua posição como o “porto seguro” do empresariado. O governador Eduardo Riedel selou, nesta segunda-feira (30), a manutenção de 77 benefícios tributários que abrangem desde o agronegócio até o setor de energia renovável e serviços.

A estratégia é clara: manter a carga tributária competitiva para que o investimento privado continue fluindo. “O emprego e a renda são os melhores programas sociais que existem”, afirmou Riedel, reforçando que a desoneração não é um favor, mas uma política de Estado estruturada para garantir o desenvolvimento a longo prazo.

O que muda no cenário econômico?

  • ICMS Congelado: O Estado mantém a alíquota modal em 17%, a menor do Brasil, na contramão da tendência de alta observada em outras unidades federativas.

  • Segurança Jurídica: Os decretos garantem estabilidade para o planejamento de investimentos até 31 de dezembro de 2026.

  • Abrangência: 12 setores foram contemplados, incluindo o setor de bares e restaurantes, indústria alimentícia e operações portuárias no Rio Paraguai.

Para o secretário da Semadesc, Jaime Verruck, a decisão é reflexo de um rigoroso planejamento orçamentário. “Crescemos quatro vezes a média nacional porque criamos um ambiente competitivo. Entendemos que a política tributária é o motor para a manutenção das atividades econômicas e para a correção de desigualdades”, explicou.

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A medida também foi celebrada por lideranças setoriais. Maurício Saito, presidente do conselho deliberativo do Sebrae/MS, destacou que o suporte é vital para os pequenos negócios, que ganham novo fôlego com o avanço de projetos estruturantes como a Rota Bioceânica.

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