CAMPO GRANDE
Programa Primeira Infância do TCE-MS é aceito na Capital
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Campo Grande se destaca e sai na frente por ser o primeiro município de Mato Grosso do Sul a aderir ao programa destinado à primeira infância, do Tribunal de Contas Estadual. Foi publicado na edição do Diogrande dessa quarta-feira (24), o decreto que determina a elaboração do Plano Municipal pela Primeira Infância (PMPI) e institui a Comissão Municipal encarregada de coordenar a elaboração do PMPI.
Assim, na manhã desta quinta-feira (25), foi lançado o programa “A Primeira Infância no planejamento estratégico do município” e o presidente e conselheiro do TCE-MS, Jerson Domingos, ressaltou o trabalho desenvolvido na Capital. “Campo Grande supera o déficit de vagas das creches pela gestão pública da cidade”.
O programa destaca a importância do investimento na primeira infância para o desenvolvimento saudável das crianças, principalmente no período que compreende os seis primeiros anos de vida, e no cumprimento de seu importante papel de fiscalizar e orientar para que os recursos sejam utilizados de modo eficiente, beneficiando as crianças e suas famílias.

Domingos falou mais sobre isso. “Um programa que, na minha vida e história como homem público, jamais tinha visto com essa envergadura e transparência, e o envolvimento de toda a classe política quanto ao resultado daquilo que todos nós queremos, que é um Estado que sirva como exemplo para o restante do Brasil nos cuidados com as crianças. Isso é muito satisfatório e está sendo possível graças à cooperação do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação, e das instituições que compõem o comitê de trabalho formado por representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assomasul, Defensoria Pública e do empenho dos técnicos do nosso Tribunal de Contas”.
A REME (Rede Municipal de Ensino) de Campo Grande possui 106 EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil), gerida pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED). As escolas atendem crianças de 6 meses a 3 anos e contempla a etapa não obrigatória.
De acordo com o secretário municipal de Educação, Lucas Bitencourt, em 2024 estão sendo construídas 166 novas salas de aula, o que equivale a 20 escolas sendo construídas. “Campo Grande tem 13 mil crianças nascidas por ano, o planejamento intersetorial e a forma de abordagem do TCE fomentou, traz de fato um olhar para a primeira infância, para a ampliação de salas voltada à educação com qualidade”.
O decreto aborda a autorização da instituição da Comissão Municipal Intersetorial, com a finalidade de elaborar o (PMPI) de Campo Grande, com duração decenal, referente aos direitos da criança até 6 anos de idade, com a participação das instituições, dos setores do governo municipal e da sociedade civil, em consonância ao Plano Nacional pela Primeira Infância (2010-2022).
São conteúdos prioritários do Plano Municipal pela Primeira Infância a saúde, a alimentação e nutrição, a educação infantil, a convivência familiar e comunitária, a assistência social à família da criança e à própria criança, conforme suas necessidades, a cultura, o brincar e o lazer, o espaço e o meio ambiente, a proteção contra toda forma de violência, a prevenção de acidentes, medidas que evitem a exposição precoce à comunicação mercadológica e a indução ao consumismo.
Para conferir o decreto na íntegra, clique no link: https://diogrande.campogrande.ms.gov.br/
#pratodosverem A matéria possui uma imagem de capa onde mostra todo o auditório com o telão ao fundo. E a foto no corpo do texto, é do auditório repleto de convidados.
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Carnaval 2026: Com investimento recorde, Campo Grande espera atrair 100 mil foliões
Capital sul-mato-grossense se prepara para viver o maior Carnaval de sua história. Com um investimento público de R$ 2,6 milhões — o dobro do valor aplicado no ano passado —, o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande consolidam a festa como um potente motor da economia criativa e do turismo.
A expectativa é que mais de 100 mil pessoas passem pelos blocos de rua e pela passarela do samba na Praça do Papa entre os dias 16 e 17 de fevereiro.
O Dobro do Investimento: Foco na Economia e Cultura
O aporte financeiro robusto reflete uma mudança de estratégia: tratar o Carnaval como um “produto único”. Ao integrar o desfile das escolas de samba e os blocos de rua, o estado busca atrair turistas do interior e de estados vizinhos.
Para o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o recurso é um investimento com retorno garantido. “Temos orgulho desse aporte, que traz valorização da nossa cultura e geração de renda imediata para o comércio, hotelaria e setor de serviços”, pontuou durante coletiva no MIS.
Programação e Estrutura
O investimento viabiliza uma logística de grande porte, incluindo palcos, som, iluminação e esquemas de segurança reforçados para as famílias.
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Desfiles das Escolas de Samba: Dias 16 e 17 de fevereiro, na Praça do Papa (Vila Sobrinho).
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Blocos de Rua: Programação por diversos pontos da cidade, com foco na inclusão e acessibilidade.
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Valorização Artística: Realização da Mostra das Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural, destacando o trabalho dos carnavalescos locais.
Carnaval Inclusivo e Seguro
Representantes da Lienca (Liga das Escolas de Samba) e do ABC (Aglomerado de Blocos de Rua) destacaram que a parceria com o poder público permitiu planejar uma festa mais organizada. Thallyson Perez, presidente do ABC, reforçou que a estrutura deste ano foi desenhada para atender a diversidade do público campo-grandense.
“O Carnaval é um patrimônio imaterial. Este ano trazemos novidades em pautas sociais de inclusão, garantindo que a festa seja para todo mundo”, afirmou Perez.
Resumo da Folia na Capital
| Item | Detalhes |
| Público Estimado | +100 mil foliões |
| Investimento Estadual | R$ 2,6 milhões (Recorde) |
| Datas Principais | 16 e 17 de fevereiro (Desfiles) |
| Local dos Desfiles | Praça do Papa |
| Impacto Econômico | Comércio, Hotelaria e Gastronomia |
