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Agosto Lilás traz a MS criadora da 1ª Delegacia de Combate ao Feminicídio do País

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Pioneira no enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil e criadora da 1ª Delegacia de Combate ao Feminicídio do País, Eugênia Villa vem a Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira (8), para a programação da campanha Agosto Lilás “Mulheres Vivas, Feminicídio Zero”.

Diretora de Avaliação de Riscos da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, a professora doutora em Direito e Políticas Públicas abre a agenda na Capital durante o evento “Diálogos para a prevenção: Mulheres Vivas, Feminicídio Zero”, promovido pela Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres – pasta ligada à Secretaria de Estado da Cidadania.

“Neste ano, a campanha do Agosto Lilás é direcionada à prevenção do feminícidio, então convidamos uma referência nacional que tem experiência sobre o atendimento na prática às mulheres em situação de violência, na rede especializada para dialogar com as gestoras e coordenadoras de políticas públicas para mulheres de todos os 79 municípios do Estado”, explica a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa.

Na tarde de quinta-feira, o auditório do Museu das Culturas Dom Bosco será palco para uma verdadeira aula sobre perspectiva de gênero, desde relações sociais de poder, igualdade e equidade de gênero, e sua implementação na segurança pública.

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Encontro de gestoras municipais de políticas públicas para mulheres é momento de troca de experiências e estratégias para combate à violência contra a mulher. (Foto: Matheus Carvalho/Cidadania)

Para a subsecretária Manuela Nicodemos, o nome “diálogos” já resume o evento. “Queremos dialogar, ouvir as pessoas, os movimentos sociais, representantes da rede de atendimento à mulher, Poder Judiciário, homens. Será um público bem diverso com discussões que podem subsidiar estratégias para envolver toda a sociedade no debate da violência de gênero contra as mulheres”, completa.

“Diálogos para a prevenção: Mulheres Vivas, Feminicídio Zero” será realizado nesta quinta-feira (8), às 14h30, no auditório do Museu das Culturas Dom Bosco, que fica na Avenida Afonso Pena, 7.000.

O evento é aberto ao público em geral, no entanto, está sujeito a capacidade do auditório.

Mês

“Agosto Lilás” é uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, instituída por meio da Lei Estadual nº 4.969/2016, com objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes.

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Palestrante

Em MS, Eugênia Villa abordará perspectiva de gênero, desde relações sociais de poder, igualdade e equidade de gênero, e sua implementação na segurança pública. (Foto: Wagner Guimarães/ALMS)

Eugênia Villa é a criadora da primeira delegacia do mundo a investigar crimes de feminicídio, aberta em 2015, na capital do Piauí, Teresina. Ela também é a responsável pelo aplicativo de celular “Salve Maria”, pelo qual as mulheres vítimas de violência podem acionar a polícia usando o “botão de pânico”.

 

Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania

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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas

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Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.

O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.

Inclusão que vai além da placa na porta

O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:

  • Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.

  • Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.

  • Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.

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O fim das remarcações

Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.

“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.

MS na vanguarda da Identificação

Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.

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