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Ciência na prática: Bioparque Pantanal abre inscrições para o 4º Clube de Ciências com foco em inovação
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Com três modalidades de ingresso, edital 2026 amplia oportunidades para estudantes de escolas públicas e privadas transformarem ideias em projetos reais.
O maior aquário de água doce do mundo quer descobrir os próximos grandes cientistas de Mato Grosso do Sul. O Bioparque Pantanal lançou, nesta segunda-feira (30), o edital para a 4ª edição do Clube de Ciências, um programa de imersão que tira os alunos do Ensino Fundamental II e Médio da teoria e os coloca dentro do universo da pesquisa científica.
Neste ano, a grande novidade são as três modalidades de ingresso, desenhadas para abraçar desde escolas que já são parceiras até estudantes que querem entrar em projetos que já nasceram dentro do Bioparque.
Escolha sua trilha: As modalidades de 2026
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Ingresso Regular (10 vagas): Para novas escolas que desejam submeter projetos inéditos.
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Continuidade (4 vagas): Para instituições que brilharam em 2025 e querem aprofundar suas pesquisas.
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Projetos Institucionais (2 vagas): Aqui, os alunos se juntam a iniciativas do próprio Bioparque em temas como Bioeconomia, Tecnologia e Turismo Sustentável.
Transformação que vai além das notas
Para a diretora-geral do complexo, Maria Fernanda Balestieri, o Clube é uma ferramenta de cidadania. “Investir nesses estudantes é investir na conservação dos nossos ecossistemas e no desenvolvimento sustentável”, afirma.
Já a coordenadora do projeto, Thuany Valadares, destaca o “upgrade” comportamental dos participantes: “O estudante chega tímido e sai investigando, argumentando e liderando. A iniciação científica desperta o protagonismo juvenil”.
Como participar?
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Quem pode: Grupos de 3 a 5 alunos sob supervisão de um professor-orientador.
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Duração: 6 meses de pesquisa intensa com entrega de um produto final.
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Inscrições: Exclusivamente online via formulário eletrônico. [Clique aqui para acessar o edital completo].
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Rota Bioceânica: “Beijo” entre Brasil e Paraguai já tem data marcada
A integração sul-americana está a apenas 101 metros de se tornar realidade física. A construção da Ponte Internacional da Rota Bioceânica, que conecta Porto Murtinho (Brasil) a Carmelo Peralta (Paraguai), entrou em sua contagem regressiva final. O ápice da engenharia, o chamado “beijo” das aduelas — momento em que as duas frentes de trabalho se encontram sobre o Rio Paraguai —, está previsto para o final de maio de 2026.
Com uma extensão total de 1.294 metros, a estrutura é o pilar central do Corredor Rodoviário de Capricórnio. A expectativa é que a obra seja entregue definitivamente em agosto de 2026.
Tecnologia e Monitoramento em Tempo Real
Após a união das estruturas em maio, a obra avançará para uma fase de alta complexidade técnica. O projeto não se limita ao concreto: a ponte será uma das mais modernas da região, contando com:
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Sistema Inteligente: Sensores eletrônicos nos pilares e nos 168 estais (cabos de sustentação) enviarão dados em tempo real para computadores, monitorando o impacto do peso dos veículos e a integridade estrutural.
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Estabilidade: Instalação de 168 amortecedores para os cabos e retencionamento da estrutura.
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Segurança e Lazer: Além do asfalto para caminhões, a ponte terá grades de proteção, iluminação fluvial para navegação e uma ciclovia exclusiva para pedestres e ciclistas.
O Salto Logístico: 17 dias a menos rumo à Ásia
A importância da ponte vai muito além da travessia fronteiriça. Ela é o “gargalo” que, uma vez aberto, permitirá que a produção do Centro-Oeste brasileiro chegue aos portos chilenos de Antofagasta e Iquique de forma terrestre.
O Impacto em Números:
Redução de distância: Menos 9,7 mil quilômetros de rota marítima.
Economia de tempo: Viagens para a China podem ser encurtadas em até 23% (entre 12 e 17 dias de ganho logístico).
Fluxo inicial: Estimativa de 250 caminhões por dia cruzando a fronteira.
Estrutura de Fronteira
Para suportar o novo volume de carga, a Receita Federal e os órgãos correspondentes do Paraguai preveem a construção de infraestruturas alfandegárias integradas. O objetivo é garantir que o desembaraço de mercadorias seja tão ágil quanto a nova rodovia promete ser.
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