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Com projeto de lei do Governo, aposentados que ganham até 3 salários terão isenção dos 14%
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O Governo do Estado encaminhará na próxima quinta-feira (22), à Casa de Leis, projeto de Lei
que isenta os servidores públicos aposentados e pensionistas que ganham até três salários
mínimos, e possuem comorbidades ou doenças crônicas, da contribuição de 14%. O anúncio
foi feito pelo presidente da Comissão Temporária de Representação para Monitoramento e
Acompanhamento do Déficit Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social (MSPREV),
deputado Estadual Paulo Duarte (PSB), na sessão plenária desta terça-feira (20), na Assembleia
Legislativa.
De acordo com o parlamentar, o posicionamento do Governo do Estado sobre o desconto
previdenciário de 14% dos servidores aposentados e pensionistas, após inúmeras conversas
com o secretário de Administração, Frederico Felini, e com o secretário de Governo e Gestão
Estratégica, Rodrigo Perez, “irá isentar os aposentados e pensionistas portadores de
comorbidades ou doenças crônicas que ganham até três salários. Assim que a matéria for
analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, na semana que vem, deverá
tramitar em regime de urgência, por acordo de lideranças”, explica Paulo Duarte, lembrando
que o assunto foi exaustivamente negociado com o Governo do Estado, Assembleia Legislativa
e representantes dos servidores.
Serão contemplados 3.007 servidores aposentados e pensionistas. Isso significa que 90% das
pessoas que têm comorbidades ou doenças crônicas ganham até três salários mínimos. “Essas
pessoas estarão isentas do pagamento da contribuição previdenciária de 14%”, revela o
deputado. “O auxílio saúde de R$ 300,00 continuará sendo pago pelo Governo do Estado, o
que representa R$ 30 milhões por ano. Mais os R$ 15 milhões da isenção para quem ganha até
três salários mínimos, ao todo, serão R$ 45 milhões que o Governo estará destinando para
amenizar a situação dos servidores aposentados”, pontua o parlamentar.
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Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e sustentabilidade ambiental
O governador Eduardo Riedel participou, nesta terça-feira (26), da abertura do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual destacou que Mato Grosso do Sul mantém uma política que alinha o crescimento econômico à preservação da fauna e da flora locais.
Em seu pronunciamento, Riedel enfatizou a importância de debater a conservação ao lado do desenvolvimento sustentável, citando o Pantanal como exemplo de bioma que conta com legislações específicas para sua proteção. Segundo o governador, o estado demonstra que as cadeias produtivas e a sustentabilidade podem coexistir de forma equilibrada.
Detalhes do Evento e Programação
O congresso acontece entre os dias 26 e 30 de maio, trazendo como tema central “Um mergulho na conservação – ciência, sociedade e meio ambiente”. Realizado anualmente desde 1977, o encontro atrai pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia.
O objetivo do evento é promover o intercâmbio técnico-científico, a divulgação de pesquisas e a discussão de metodologias voltadas ao manejo de fauna e conservação da biodiversidade. A programação deste ano conta com seis minicursos focados na qualificação técnica, abordando temas que vão desde a comunicação e fotografia técnica até o manejo de animais silvestres.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, e a presidente da AZAB, Mara Cristina Marques, reforçaram o papel do evento como um espaço de cooperação coletiva e a relevância de trazer o debate, pela primeira vez, para o Mato Grosso do Sul.
O Papel Científico do Bioparque Pantanal
Além de funcionar como ponto turístico, o Bioparque Pantanal se consolidou como um centro de pesquisa e educação ambiental. Atualmente, o local detém o maior banco genético vivo de água doce do mundo e é a única instituição a registrar a reprodução de mais de 100 espécies diferentes em cativeiro, sendo 32 delas nativas do Pantanal.
De acordo com o governo estadual, o espaço recebe regularmente estudantes da rede pública de ensino, integrando a comunidade escolar às investigações científicas conduzidas na instituição.