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MS na COP30: Mato Grosso do Sul Mostra ao Mundo Como Crescer a Economia Cuidando do Meio Ambiente
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Mato Grosso do Sul (MS) está em Belém (PA) para participar da COP30, a grande conferência mundial sobre Mudança do Clima. O Estado tem algo único para mostrar: como conseguiu crescer a economia de forma acelerada (com um dos maiores PIBs do Brasil) sem destruir o meio ambiente.
O Estado, que deve ter um crescimento de 5% no PIB em 2025 (e 17,2% no agronegócio), vai explicar como une lucro com conservação.
O Plano Ousado: MS Carbono Neutro 2030
O segredo de MS está no plano “MS Carbono Neutro 2030”. A ideia é simples e ousada: até o fim desta década, o Estado quer continuar crescendo e gerando empregos, mas sem aumentar a poluição (gases que causam o efeito estufa).
Isso é possível graças a um trabalho pioneiro para “zerar” as emissões de carbono, usando técnicas modernas de produção e conservação. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) até chamou o esforço de MS de “revolução silenciosa”.
Pontos Chave Que Serão Apresentados:
- Celulose e Florestas: O Estado é o maior polo de celulose do país. A área de florestas plantadas cresceu 500% em 10 anos, atraindo mais de R$ 70 bilhões em investimentos. Isso mostra que sustentabilidade atrai muito dinheiro.
- Dinheiro Verde: MS criou o FCO Verde, uma linha de crédito especial que injetou R$ 360 milhões em projetos de agricultura que protegem o meio ambiente.
- Reunião de Forças: O sucesso é resultado da parceria entre Governo, produtores, universidades e cientistas, todos trabalhando juntos.
Representantes de MS na Conferência
O governador Eduardo Riedel e o secretário Jaime Verruck estão liderando a delegação. Eles participarão de vários debates para mostrar como MS alcançou esses resultados e discutir o futuro das políticas ambientais.
O governador, por exemplo, vai destacar a importância de prefeitos e governos estaduais terem voz nas discussões mundiais sobre o clima.
Outra iniciativa importante que será apresentada é o programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), que dá dinheiro a quem cuida da natureza (incentivo financeiro para a conservação).
Mato Grosso do Sul mostra ao mundo que é possível ter uma economia forte e, ao mesmo tempo, ser responsável com o planeta.
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Cidadania sem barreiras: Posto do Pátio Central vira referência nacional no atendimento a autistas
Emissão de documento parece burocracia, mas para uma pessoa com autismo e sua família, o ambiente de um posto de identificação pode ser um campo de batalha sensorial: luzes fortes, barulho, filas e o toque da biometria. No coração de Campo Grande, o Governo de MS decidiu mudar essa regra.
O posto do Pátio Central, que lidera o volume de emissões no Estado (com mais de 134 mil documentos expedidos), celebra o sucesso da sala “Posto Amigo do Autista”. O resultado? Quase 20% de todas as Carteiras de Identidade Nacional (CIN) com símbolo de TEA em Mato Grosso do Sul saíram de lá.
Inclusão que vai além da placa na porta
O projeto não foi apenas “colocar um adesivo”. Com um investimento de R$ 82 mil via Sejusp, a estrutura foi desenhada para o que realmente importa:
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Conforto Sensorial: Isolamento acústico e iluminação reduzida para evitar crises.
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Previsibilidade: Recursos táteis e ambiente controlado para que o atendimento flua sem ansiedade.
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Capacitação Humana: Servidores treinados para entender as particularidades do espectro, garantindo que a coleta da biometria seja concluída com sucesso.
O fim das remarcações
Antes da sala adaptada, era comum que atendimentos para pessoas com TEA precisassem ser remarcados ou feitos em domicílio devido ao estresse do ambiente. Hoje, essas situações tornaram-se exceção.
“A emissão de um documento representa pertencimento e acesso a direitos. Quando o Estado adapta o serviço à realidade do cidadão, ele está garantindo o exercício pleno da cidadania”, destaca a gestão da Polícia Científica.
MS na vanguarda da Identificação
Com mais de 13 mil documentos emitidos em MS com algum tipo de identificação de deficiência, o TEA lidera as solicitações. O modelo do Pátio Central prova que eficiência (500 atendimentos/dia) pode — e deve — caminhar junto com a humanização.
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