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PROFº ANTONIO DEIRÓ UM CHAMADO PARA OS MENOS FAVORECIDOS

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Estando sempre com a necessidade de auxiliar as pessoas carentes, desde sua infância,  Antonio Aparecido Pereira Deiró nascido em 13 de outubro dos áureos anos da década de 70 , conhecido simplesmente como “Antonio Deiró” apresenta-se à sociedade Sul  Mato-grossense como um agente da educação especial que atua em áreas distintas na sociedade e tem feito um grande trabalho na educação formal e especial do Estado.

O despertar para esta atividade social de grande relevância começou com um convite de outra figura ilustre no meio da Educação Especial do Mato Grosso do Sul, a Adv. Malu Varela, que nos anos 2000 faz um convite para executar um projeto nesta área, onde com certeza, cria-se o vinculo afetivo e social pelos menos favorecidos, ficando neste projeto por 5 anos.

Formado em Matemática Plena, Administração de empresas e com Doutorado em Ciências da Educação e Teologia, a partir de 2007 a 20013 a convite da gestão André Puccnelli, assume a Secretaria Executiva do Conselho Estadual do Fundeb-MS para auxiliar o governo do Estado a desenvolver capacitações, fiscalizações além de

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financiamentos com recursos públicos a todas as ONGS que atuam em projetos sociais filantrópicos atendendo assim todos os 79 Municípios, proporcionando aos menos favorecidos um atendimento de qualidade em todas as áreas da Educação Especial do Estado.

Atualmente, desde de 2017 atua em ONG que desenvolve um trabalho social, educacional e de saúde a crianças , adolescentes e adultos com deficiência mental em Campo Grande.

Este é Antonio Deiró, homem publico com pegada social de uma nova safra de lideranças que surgem no cenário publico de MS com preocupações de gestão publica de qualidade dando voz para aqueles que não podem de forma nenhuma ficar a mercê das políticas publicas subdesenvolvidas para este setor. Se você quiser saber mais da instituição e como auxiliar no voluntariado é só ligar para ( 67 ) 98429-6777;

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Governo de MS investe R$ 65 milhões em novas unidades prisionais na Gameleira

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O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta quinta-feira (26), a homologação das licitações para a construção de três novas unidades prisionais no Complexo da Gameleira, na saída para Sidrolândia. O projeto é um pilar estratégico para reduzir a superlotação e modernizar a custódia no estado.

Com um investimento superior a R$ 65 milhões, as obras visam fortalecer a segurança pública e ampliar as frentes de ressocialização dos internos.

Expansão em Números

A construção das unidades Gameleira I, II e III terá impacto direto no déficit de vagas do regime fechado. Confira os detalhes técnicos:

  • Capacidade Total: 1.224 novas vagas (408 por unidade).

  • Estrutura: 30 celas por unidade em áreas de mais de 3 mil m².

  • Modelo: Unidades de baixa complexidade, projetadas para eficiência de gestão e controle.

Unidade Empresa Responsável Investimento
Gameleira I JAC Engenharia Soluções Inteligentes R$ 22,1 milhões
Gameleira II Poligonal Engenharia e Construções R$ 21,2 milhões
Gameleira III Engetal Engenharia e Construções R$ 22,1 milhões

Visão Estratégica: Segurança e Ressocialização

Para o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, as obras não representam apenas “paredes”, mas sim uma estratégia de governo para organizar o sistema e proteger a população.

“É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, afirmou Alcântara.

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, reforçou que a ampliação é fundamental para o aprimoramento das políticas de custódia e reintegração social. As novas vagas na Gameleira fazem parte de um pacote maior que prevê 2,4 mil novas vagas em todo o Mato Grosso do Sul, através de novas construções e ampliações de presídios existentes.

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Execução e Prazos

A coordenação dos projetos fica a cargo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), que será a responsável por fiscalizar a qualidade técnica e o cumprimento do cronograma das construtoras vencedoras.

A iniciativa reafirma o compromisso do Estado com um sistema prisional mais equilibrado, seguro e humano, tratando a infraestrutura como base para a redução da criminalidade a longo prazo.

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