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Sargento Cíntia Pereira uma policial de qualidade.

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Neste mês da mulher o jornal entrevistou a Sargento Cintia que é uma das grandes personalidades da gloriosa policia militar do ms onde ela deixa uma mensagem a todas as mulheres do MS .

Ser mulher… Líder familiar, independente, autônoma, exige-se uma atuação realizada de forma estratégica e habilidades diversas, pois são diversos problemas enfrentados no dia a dia.
A mulher por sua natureza, tem ampla visão e habilidades para compreender as complexidades de determinadas situações.
A mulher se destaca em diversas situações, trazendo resultados positivos. Age de forma atenta, se dedicando totalmente e merecedora do reconhecimento da sociedade.
É primordial que tenhamos representantes públicas mulheres, haja vista que a percepção dos problemas vão além dos riscos visíveis, e em muitos casos, as mulheres têm mais aptidão na atuação, pois isso faz parte de sua genética.
As mudanças exigidas pela sociedade quanto ao respeito às mulheres, a ampliação do espaço econômico e a participação feminina no mercado de trabalho fez com que a sociedade tenha reconhecido o papel social da mulher.
As mulheres a todo momento tem que conquistar o seu espaço, muitas vezes tendo que provar mais capacidade em suportar pressões, principalmente psicológicas para serem respeitadas como profissionais. Porém, para que se tenha um trabalho de excelência, é necessária dedicação e força de vontade para fazer a diferença.
Hoje, temos representantes mulheres em todos os segmentos, e cada vez mais, provamos que a proporção física não reduz o resultado do trabalho.

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Feliz Dia da Mulher!!!

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Ciência com alma: MS humaniza perícia para proteger mulheres e garantir punição de agressores

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De “Salas Lilás” no interior ao sucesso do IMOL na Casa da Mulher Brasileira, Estado investe em tecnologia e acolhimento para que a prova técnica não signifique dor para a vítima.

Muitas vezes, a justiça começa onde os olhos não alcançam: no detalhe de uma mensagem apagada, em um vestígio de DNA ou na análise precisa de um médico-legista. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Científica elevou o patamar da produção de provas, provando que é possível ser tecnicamente impecável e, ao mesmo tempo, profundamente humano.

O foco é claro: combater o feminicídio e a violência doméstica com rigor científico, mas garantindo que a mulher não precise percorrer uma “via-crúcis” para ter seus direitos assegurados.

O fim da “peregrinação”: Tudo no mesmo lugar

Um dos maiores avanços do estado é a integração. Em Campo Grande, a seção do IMOL dentro da Casa da Mulher Brasileira completou três anos com números que impressionam. Em 2025, foram mais de 1.500 atendimentos realizados no mesmo espaço onde a mulher recebe apoio jurídico e psicológico.

O resultado? Menos deslocamento, menos burocracia e um atendimento muito mais rápido entre o fato e a coleta da prova.

Interiorização do Acolhimento: Salas Lilás e Projeto Acalento

A estratégia de humanização não fica restrita à capital:

  • Dourados: O Projeto Acalento (parceria com a UFGD) une saúde e perícia em um único fluxo.

  • Amambai: A nova Sala Lilás oferece um ambiente reservado e acolhedor, reduzindo o impacto psicológico antes do exame.

  • Bataguassu: Unidade já passa por adequações para receber estrutura semelhante.

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“Nosso trabalho não é só o laudo”

O coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Junior, resume a nova mentalidade da segurança pública de MS: “Exigimos preparo técnico, mas também sensibilidade. Isso garante a qualidade da prova e evita a revitimização”.

Além da infraestrutura, o Governo investe na capacitação contínua dos servidores do IMOL em todo o estado, preparando-os para lidar com as nuances dos casos de violência de gênero, onde muitas vezes o silêncio da vítima é preenchido pela voz da ciência

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