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Transição em andamento governo 2023

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O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), encontrou-se nesta quinta-feira (3), no Palácio do Planalto, com o ministro da Casa Civil do governo Jair BolsonaroCiro Nogueira, no que foi a primeira reunião para tratar da transição para o governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a equipe de transição. Ciro, por sua vez, chefia os trabalhos pelo lado do governo Bolsonaro.

O vice-presidente eleito chegou ao Planalto acompanhado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do coordenador do plano de governo de Lula, Aloizio Mercadante.

Alckmin disse que a conversa foi “bastante proveitosa” e reforçou, em mais de uma oportunidade durante entrevista, que a “transição já começou”.

De acordo com ele, a equipe da transição vai trabalhar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

“Amanhã a Gleisi e o Mercadante vão lá fazer uma visita e nós deveremos começar a partir de segunda-feira”, disse Alckmin.

A legislação dá ao presidente eleito o direito de formar uma equipe de transição, com 50 cargos à disposição, para ter acesso aos dados da administração pública e preparar as primeiras medidas do novo governo.

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O vice-presidente eleito não quis antecipar nomes que vão compor a equipe de transição. Disse, porém, que eles virão de partidos que compuseram a coligação de Lula nas eleições.

Alckmin afirmou que nomes do MDB e do PDT, que aderiram à candidatura de Lula no segundo turno, também devem fazer indicações para a equipe de transição. Ele não descartou a participação de nomes de partidos de centro.

“A partir de segunda-feira, depois da reunião com o presidente Lula, a gente começa a divulgar os nomes da transição”, disse Alckmin.

Bloqueios

 

Alckmin ainda comentou os bloqueios em estradas federais promovido por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em protesto ao resultado das eleições.

Ele destacou que o direito de ir e vir é “sagrado” e classificou os atos como algo “grave”.

É grave, você pode comprometer a saúde das pessoas, abastecimentos, hospitais, transplantes, vacinas, alimentação, combustível, prejuízos Quem vai pagar esses prejuízos? Quem vai ser responsabilizado por esses prejuízos, Uma coisa é manifestação, outra coisa é limitar o direito de ir e vir das pessoas”, ressaltou.

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França, Alemanha e outros países que sofreram com a hiperinflação

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Imagine viver em um país onde o preço de uma xícara de café dobra de valor no tempo que você leva para tomá-lo? Esta é a dura realidade da hiperinflação, onde as rápidas mudanças de preços podem fazer com que os itens de uso diário se tornem exorbitantemente caros e o dinheiro seja praticamente inútil. Muitas nações em todo o mundo passaram por situações como esta e alguns nunca recuperaram totalmente de crises econômicas gravíssimas. E não é só a Argentina: potências mundiais já passaram por isso!

Curioso? Clique na galeria a seguir para ver quais nações foram mais atingidas pela hiperinflação.

França, Alemanha e outros países que sofreram com a hiperinflação (noticiasaominuto.com.br)

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

Foto: Getty Images

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