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A importância de realizar check-up ocular no fim do ano

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Especialista alerta sobre o papel da prevenção no combate a doenças oculares silenciosas

O fim do ano é um momento de reflexão e organização para muitas pessoas. Entre compromissos e resoluções para o próximo ano, é comum incluir check-ups de saúde na lista de prioridades. Porém, além de exames de rotina como os de sangue ou urina, a saúde ocular merece uma atenção especial, principalmente para identificar e tratar doenças silenciosas que podem comprometer a visão ao longo do tempo.
De acordo com o oftalmologista Dr. Fabio Pimenta, do H.Olhos – Hospital de Olhos da rede Vision One, realizar check-ups oftalmológicos regularmente é uma prática importante na prevenção de problemas como glaucoma, catarata, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade.

“Essas doenças muitas vezes não apresentam sintomas nas fases iniciais, dificultando o diagnóstico precoce. No caso do glaucoma, por exemplo, a perda de visão ocorre de forma gradual e sem sinais evidentes. Por isso, consultas periódicas ao oftalmologista são fundamentais para garantir a detecção precoce e o tratamento adequado”, explica o Dr. Fabio Pimenta.

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Cuidados regulares e sinais de atenção

Embora o check-up oftalmológico seja recomendado para todas as idades, independentemente dos sintomas aparentes, o especialista destaca que algumas alterações na visão podem ser um indicativo de que é hora de procurar o oftalmologista.
Entre esses sinais estão:

  • Visão embaçada ou dificuldade para focar objetos: Embora possa ser apenas um problema refrativo, como miopia ou hipermetropia, merece avaliação para descartar outras condições mais graves.
  • Cansaço ou desconforto ocular frequente: Muitas vezes, isso está associado ao uso prolongado de dispositivos eletrônicos, mas também pode ser indicado para condições e pode ser denominado como fadiga ocular digital.
  • Cefaleia persistente: Dores de cabeça frequentes podem ser causadas por esforço visual, especialmente em pessoas que não usam óculos adequados para corrigir erros de refração.

“Esses sintomas não significam necessariamente uma condição grave, mas servem como um alerta para uma avaliação oftalmológica. É sempre melhor investigar com um profissional do que ignorar possíveis problemas”, orienta Pimenta.
O cuidado com a saúde ocular deve começar cedo e acompanhar o indivíduo ao longo da vida. Desde o teste do olhinho, feito nos primeiros dias de vida, até exames regulares na idade adulta e terceira idade, manter uma rotina de consultas oftalmológicas pode evitar complicações futuras e preservar a qualidade de vida.
“Com o fim do ano se aproximando, aproveite o momento para focar na sua saúde ocular. Marque uma consulta e cuide dos seus olhos: eles são fundamentais para enxergar com clareza as metas e conquistas que vêm pela frente”, finaliza o Dr. Fabio Pimenta.

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SAÚDE

Nova arquitetura e conceito: Governo apresenta aos deputados expansão da infra e desafios da saúde em MS

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A nova arquitetura da saúde regional, com avanços na regionalização da atenção hospitalar de Mato Grosso do Sul, uma das prioridades do Governo do Estado, com melhorias na entrega final, que vai beneficiar a população nos 79 municípios, bem como a proposta de uma PPP (Parceria Público Privada) no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), foram apresentadas aos deputados estaduais na manhã desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Maurício Simões (Saúde) e Eliane Detoni (Parcerias Estratégicas).

“Este é um momento da maior importância para nivelar o conhecimento, tirar as dúvidas, pois algumas informações divulgadas não estão vinculadas aos fatos. O projeto foi estudado com muito critério, estamos há dois anos mergulhados com todos os indicadores desse processo para nos dar subsídio, para poder construí-lo. A gente acredita que esse conhecimento deu o embasamento para o projeto”, explicou o governador, ao detalhar planos e especificidades das melhorias na saúde pública estadual.

Para melhorar a situação hospitalar atual, com foco no crescimento da demanda futura, o Governo do Estado estabelece um “novo cinturão da saúde”, levando em consideração a capacidade de atendimento de cada unidade – média e alta complexidade. O objetivo principal é a melhoria do serviço prestado ao cidadão.

“A atenção hospitalar é parte da assistência à saúde. Mas é uma parte muito importante e que nós temos carência de leitos, principalmente hospitalares de alta complexidade. E ali é que entra, então, a parceria público-privada do hospital. E tudo começou com o plano diretor de regionalização da saúde no Estado. Nós procuramos considerar inúmeros indicadores de cada município e região, para que a gente pudesse acompanhar as mais fortalecidas”, explicou Simões.

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A PPP do HRMS, que faz parte do projeto de regionalização da atenção hospitalar no Estado, prevê a expansão da infraestrutura com impacto direto nos indicadores de saúde, principalmente o aumento na produtividade com previsão de crescimento de 96% das internações, que podem passar de 1,4 mil para mais de 2,7 mil por mês. Também existe a expectativa de economia de 35% por internação, além de aumento de leitos que vão passar de 362 para 577.

“O que a gente pretende sempre é melhorar a prestação de serviço público para o cidadão e, nesse caso, para que a gente consiga manter um atendimento 100% SUS, gratuito e universal. Então, é bom a gente deixar claro que o Hospital Regional, ele se mantém gratuito”, disse a secretária especial de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni.

Todos os serviços não assistenciais, chamados de “bata cinza” serão executados pelo futuro parceiro privado, como nutrição, limpeza, lavanderia, manutenção predial, e tudo que envolve o funcionamento físico e estrutural do hospital – apoio médico, administrativo, fornecimento de insumos, recepção, portaria, entre outros.

“Nosso desafio é planejar uma estratégia hospitalar hierarquizada e regionalizada para o estado de Mato Grosso do Sul. E isso é resultado da complexa interação de processos econômicos, políticos e sociais. E a gente fez isso sem esquecer que o Estado está passando uma Rota Bioceânica e Rota da Celulose, dois processos de desenvolvimento muito importantes”, disse o secretário da SES (Secretaria de Estado de Saúde.

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Além de terem oportunidades de tirarem dúvidas sobre o projeto de regionalização e também sobre a PPP do HRMS, os parlamentares destacaram a competência do projeto apresentado, e elogiaram o modelo de atenção à saúde proposto com vista na melhoria do serviço prestado ao usuário.

“Momento importante para os deputados apreciarem a proposta, fizemos essa proposição ao Executivo e hoje agradecemos a apresentação. Entendemos que é um projeto estruturado e muito bem estudado, com critérios”, disse o presidente da ALEMS, Gerson Claro.

Macrorregiões

Como parte do projeto de regionalização, as macrorregiões do Cone Sul – Hospital Regional de Dourados -, Costa Leste – Hospital Regional Magid Thomé (Três Lagoas) – e do Pantanal – onde será construído um hospital em Corumbá -, além de Ponta Porã e Campo Grande, também terão serviços e leitos expandidos nos próximos anos, intensificando oferta de cirurgias e exames de média e alta complexidade.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens da reunião com os deputados

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