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homem procurado após matar namorada em bebedeira é preso
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Procurado há seis dias pela Polícia Civil, Vagner Franco de 39 anos, suspeito de matar a namorada em bebedeira com os amigos no último domingo (27), foi preso neste sábado (03). Ele estava escondido em um matagal no município de Anhanduí, a 50 quilômetros de Campo Grande, onde o crime aconteceu.
O mandado foi cumprido pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) e a PM (Polícia Militar) da cidade, que fizeram um cerco para capturá-lo. Ao ser encontrado, ele foi encaminhado à Unidade Policial.
O caso- Monalisa Pereira Alves, 55, foi assassinada com cerca de sete facadas enquanto bebia com Vagner, um amigo dele chamado Rosemiro e outra amiga que chegou a dizer à polícia que o grupo fez uso de entorpecentes momentos antes do crime acontecer, por volta das 20h30 de domingo (27).
A hipótese é que o crime aconteceu porque a vítima se negou a dar dinheiro para o autor usar drogas. A amiga ainda relatou que os dois homens fugiram logo após Monalisa ser morta e que Vagner abandonou o celular no local do crime e a faca alguns metros da residência. No entanto, disse não saber o motivo do crime.
Credito: campo grandenews
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Ciência com alma: MS humaniza perícia para proteger mulheres e garantir punição de agressores
De “Salas Lilás” no interior ao sucesso do IMOL na Casa da Mulher Brasileira, Estado investe em tecnologia e acolhimento para que a prova técnica não signifique dor para a vítima.
Muitas vezes, a justiça começa onde os olhos não alcançam: no detalhe de uma mensagem apagada, em um vestígio de DNA ou na análise precisa de um médico-legista. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Científica elevou o patamar da produção de provas, provando que é possível ser tecnicamente impecável e, ao mesmo tempo, profundamente humano.
O foco é claro: combater o feminicídio e a violência doméstica com rigor científico, mas garantindo que a mulher não precise percorrer uma “via-crúcis” para ter seus direitos assegurados.
O fim da “peregrinação”: Tudo no mesmo lugar
Um dos maiores avanços do estado é a integração. Em Campo Grande, a seção do IMOL dentro da Casa da Mulher Brasileira completou três anos com números que impressionam. Em 2025, foram mais de 1.500 atendimentos realizados no mesmo espaço onde a mulher recebe apoio jurídico e psicológico.
O resultado? Menos deslocamento, menos burocracia e um atendimento muito mais rápido entre o fato e a coleta da prova.
Interiorização do Acolhimento: Salas Lilás e Projeto Acalento
A estratégia de humanização não fica restrita à capital:
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Dourados: O Projeto Acalento (parceria com a UFGD) une saúde e perícia em um único fluxo.
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Amambai: A nova Sala Lilás oferece um ambiente reservado e acolhedor, reduzindo o impacto psicológico antes do exame.
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Bataguassu: Unidade já passa por adequações para receber estrutura semelhante.
“Nosso trabalho não é só o laudo”
O coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Junior, resume a nova mentalidade da segurança pública de MS: “Exigimos preparo técnico, mas também sensibilidade. Isso garante a qualidade da prova e evita a revitimização”.
Além da infraestrutura, o Governo investe na capacitação contínua dos servidores do IMOL em todo o estado, preparando-os para lidar com as nuances dos casos de violência de gênero, onde muitas vezes o silêncio da vítima é preenchido pela voz da ciência
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