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Ana Rosa, advogando para o menos favorecido
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Natural de Amambai , descendentes de gaúchos que se estabeleceram na região a advogada Ana Rosa Garcia Macena Vargas me recebeu em seu confortável escritório pra falarmos sobre as ações sociais promovidas por ela com atendimentos jurídicos que podem auxiliar os menos favorecidos em todas as questões.
Formada em direito pela FUCMAT na turma de 1988 pós graduada em direito civil e processo civil pela Estácio de Sá do Rio de janeiro em 1991 e 1992 e além disso ainda fez teologia pela FACTEL e capelania pelo seminário Batista, foi ungida missionaria do PED em 1996 com atuação no projeto lixão neste projeto fez trabalho de campo e conheceu a realidade das famílias que estão em condição social discriminatória. atua em Campo Grande com grande conhecimento na área criminal, civil e especialista em direito de família.
É poetiza reconhecida pelo CD de poemas MUDANÇA REAL e tem participação na academias de letras de Mato Grosso do sul com premiações estaduais pelo belo Trabalho realizado .
tem a disposição de atender as famílias em risco social e defende projetos que levam ao bem esta social de menos favorecidos com risco social agravado. esta disposição de todos na capital .
seu escritório é localizado na rua 26 de agosto 2055 no bairro Amambai.
telefone para contatos é o 067 98115-0614
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Ciência com alma: MS humaniza perícia para proteger mulheres e garantir punição de agressores
De “Salas Lilás” no interior ao sucesso do IMOL na Casa da Mulher Brasileira, Estado investe em tecnologia e acolhimento para que a prova técnica não signifique dor para a vítima.
Muitas vezes, a justiça começa onde os olhos não alcançam: no detalhe de uma mensagem apagada, em um vestígio de DNA ou na análise precisa de um médico-legista. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Científica elevou o patamar da produção de provas, provando que é possível ser tecnicamente impecável e, ao mesmo tempo, profundamente humano.
O foco é claro: combater o feminicídio e a violência doméstica com rigor científico, mas garantindo que a mulher não precise percorrer uma “via-crúcis” para ter seus direitos assegurados.
O fim da “peregrinação”: Tudo no mesmo lugar
Um dos maiores avanços do estado é a integração. Em Campo Grande, a seção do IMOL dentro da Casa da Mulher Brasileira completou três anos com números que impressionam. Em 2025, foram mais de 1.500 atendimentos realizados no mesmo espaço onde a mulher recebe apoio jurídico e psicológico.
O resultado? Menos deslocamento, menos burocracia e um atendimento muito mais rápido entre o fato e a coleta da prova.
Interiorização do Acolhimento: Salas Lilás e Projeto Acalento
A estratégia de humanização não fica restrita à capital:
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Dourados: O Projeto Acalento (parceria com a UFGD) une saúde e perícia em um único fluxo.
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Amambai: A nova Sala Lilás oferece um ambiente reservado e acolhedor, reduzindo o impacto psicológico antes do exame.
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Bataguassu: Unidade já passa por adequações para receber estrutura semelhante.
“Nosso trabalho não é só o laudo”
O coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Junior, resume a nova mentalidade da segurança pública de MS: “Exigimos preparo técnico, mas também sensibilidade. Isso garante a qualidade da prova e evita a revitimização”.
Além da infraestrutura, o Governo investe na capacitação contínua dos servidores do IMOL em todo o estado, preparando-os para lidar com as nuances dos casos de violência de gênero, onde muitas vezes o silêncio da vítima é preenchido pela voz da ciência
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