CAMPO GRANDE
Indústria de MS fechou 2023 com um saldo positivo de 8 mil novas vagas de emprego abertas
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O setor industrial de Mato Grosso do Sul fechou 2023 com saldo positivo na geração de empregos: foram 8.009 vagas abertas, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Com esse resultado, o conjunto da atividade industrial foi responsável por 29% do total de vagas abertas em Mato Grosso do Sul no ano passado.
As atividades industriais que mais abriram vagas no acumulado do ano foram: obras de infraestrutura (+3.012), abate de bovinos (+1.655), fabricação de álcool (+1.036), extração de minério de ferro (+596), instalações e serviços especializados para construção (+432), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+415), fabricação de celulose (+256), abate de aves (+191), instalação de máquinas e equipamentos industriais (+174), curtimento e outras preparações de couro (+165), fabricação de açúcar (+151), fabricação de produtos de carne (+146) e fabricação de refrigerantes (+96);
Já as atividades industriais que mais fecharam vagas no acumulado do ano foram: construção de edifícios (-773), fabricação de calçados de material sintético (-92), fabricação de alimentos para animais (-84) e fabricação de estruturas de concreto armado (-81).
“O conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2023 com o total de 150.362 trabalhadores empregados, indicando aumento de 5,6% em relação ao fechamento do ano anterior, quando o contingente ficou em 142.353 funcionários. Com isso, a atividade industrial responde por 24,1% de todo o emprego com carteira assinada (CLT) existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás apenas do segmento de Serviços que emprega 239.121 trabalhadores com participação equivalente a 38,3%”, afirmou o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende.
Municípios que mais empregaram
Em relação aos municípios, constata-se que em 52 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no ano de 2023, proporcionando a abertura de 8.571 vagas.
Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 70 vagas, destacam-se: Ribas do Rio Pardo (+1.831), Campo Grande (+1.538), Corumbá (+1.120), Paranaíba (+426), Três Lagoas (+407), Nova Andradina (+376), Dourados (+347), São Gabriel do Oeste (+277), Sidrolândia (+227), Rio Brilhante (+215), Batayporã (+203), Costa Rica (+161), Aparecida do Taboado (+152), Itaporã (+145), Naviraí (+144) e Terenos (+79).
As atividades que mais contribuíram nos municípios indicados foram: obras de infraestrutura (+3.047), abate de bovinos (+1.497), fabricação de álcool (+818), extração de minério de ferro (+597), instalações e serviços especializados para construção (+581), construção de edifícios (+493), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+415), fabricação de celulose (+249), abate de aves (+176), curtimento e outras preparações de couro (+156), fabricação de produtos de carne (+145), abate de suínos (+139) e fabricação de açúcar (+127).
Por outro lado, em outros 25 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando o fechamento de 562 vagas. Entre as cidades com saldo negativo de pelo menos 70 vagas destaca-se Selvíria (-75). As atividades que mais contribuíram no município indicado foram: confecção de roupas profissionais (-42) e fabricação de celulose (-31).
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Carnaval 2026: Com investimento recorde, Campo Grande espera atrair 100 mil foliões
Capital sul-mato-grossense se prepara para viver o maior Carnaval de sua história. Com um investimento público de R$ 2,6 milhões — o dobro do valor aplicado no ano passado —, o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande consolidam a festa como um potente motor da economia criativa e do turismo.
A expectativa é que mais de 100 mil pessoas passem pelos blocos de rua e pela passarela do samba na Praça do Papa entre os dias 16 e 17 de fevereiro.
O Dobro do Investimento: Foco na Economia e Cultura
O aporte financeiro robusto reflete uma mudança de estratégia: tratar o Carnaval como um “produto único”. Ao integrar o desfile das escolas de samba e os blocos de rua, o estado busca atrair turistas do interior e de estados vizinhos.
Para o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o recurso é um investimento com retorno garantido. “Temos orgulho desse aporte, que traz valorização da nossa cultura e geração de renda imediata para o comércio, hotelaria e setor de serviços”, pontuou durante coletiva no MIS.
Programação e Estrutura
O investimento viabiliza uma logística de grande porte, incluindo palcos, som, iluminação e esquemas de segurança reforçados para as famílias.
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Desfiles das Escolas de Samba: Dias 16 e 17 de fevereiro, na Praça do Papa (Vila Sobrinho).
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Blocos de Rua: Programação por diversos pontos da cidade, com foco na inclusão e acessibilidade.
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Valorização Artística: Realização da Mostra das Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural, destacando o trabalho dos carnavalescos locais.
Carnaval Inclusivo e Seguro
Representantes da Lienca (Liga das Escolas de Samba) e do ABC (Aglomerado de Blocos de Rua) destacaram que a parceria com o poder público permitiu planejar uma festa mais organizada. Thallyson Perez, presidente do ABC, reforçou que a estrutura deste ano foi desenhada para atender a diversidade do público campo-grandense.
“O Carnaval é um patrimônio imaterial. Este ano trazemos novidades em pautas sociais de inclusão, garantindo que a festa seja para todo mundo”, afirmou Perez.
Resumo da Folia na Capital
| Item | Detalhes |
| Público Estimado | +100 mil foliões |
| Investimento Estadual | R$ 2,6 milhões (Recorde) |
| Datas Principais | 16 e 17 de fevereiro (Desfiles) |
| Local dos Desfiles | Praça do Papa |
| Impacto Econômico | Comércio, Hotelaria e Gastronomia |
